Mostrar mensagens com a etiqueta JFA. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta JFA. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Algés – 2013 – 3



 A Paragem do 729 - Abrigo
 

Em 22 de Dezembro de 2012 enviei à Carris o seguinte pedido (com cópia para a CMO  e Junta da Freguesia):

“Em Algés no chamado Largo das Camionetas ou da Estação, tem inicio a carreira 729. Esta carreira sempre teve um abrigo – aliás como todas as outras carreiras (723 - 750 – etc.). Há pouco tempo andaram a fazer obras no pavimento e agora, depois de tudo reposto, o abrigo da paragem não voltou. Não será possível voltarem a abrigar quem espera por este autocarro?”

Em 4 de Janeiro último recebi a seguinte informação da Carris (carreira 729 (S4923-12):

“Rececionamos a sua comunicação que agradecemos e que mereceu da nossa parte a melhor atenção.
Considerando o assunto em epígrafe, informamos que a sua reclamação foi apresentada à Câmara Municipal de Oeiras, entidade responsável pela colocação de abrigos neste local.”

Hoje, estou de novo a lembrar à CMO que faz falta este abrigo. Vamos a ver quanto tempo vai demorar até as pessoas terem um pouco mais de conforto.

 

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

2009 – Algés – 41-A

Onde andam os 30 dias?


Às 19h00 de 2ª feira não havia nada no Sport Algés e Dafundo. O Caravela d’Ouro hoje está fechado. Tenhamos esperança: pode ser que amanhã - o melhor é apontar para 4ª feira – a revista chegue a esta terra de Algés.

Ou esta publicação finou-se de vez?



P.S. Acabo de interrogar a CMO e a minha Junta de Freguesia.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

"Algés: O Entroncamento de Oeiras"

.
Boa noite Isabel e parabéns ao 'Oeiras Local' pelo serviço prestado na divulgação dos problemas do Concelho e das Freguesias.

Agradeço publicação deste texto e foto. E nada como um título apropriado: "Algés: O Entroncamento de Oeiras".


Após a sequência de reparos sobre a minha freguesia no OL e esta última notícia da "derrocada" na comunicação social fiquei sem dúvidas:

Algés está transformada no 'Entroncamento de Oeiras' tal a quantidade de aberrações apontadas.

Importa apurar de quem é a responsabilidade. Será da Junta de Freguesia de Algés?

Penso que não.

A Junta de Freguesia não tem qualquer competência de relevo delegada para além do recenseamento dos mancebos (já nem isso, julgo saber), dos atestados de residência e pouco mais.

A JF não tem autonomia para colocar um simples pino para limitar o estacionamento abusivo.

Pode reclamar, fazer ofícios e mais ofícios à CMO, mas pouco adianta (fui disso testemunha no caso do Alto de Algés).

Dou mais alguns exemplos de situações caricatas (a somar as já referidas no OL) que não me parecem ser da responsabilidade da Presidente da Junta de Freguesia de Algés e que são do conhecimento dos moradores de Algés.

1º Fenómeno do 'Entroncamento de Oeiras':

Existem em Algés pelo menos 3 tipos (!) diferentes de calcetamento de passeio em ruas contíguas. Sem qualquer nexo. Falamos de ruas com a mesma tipologia. Temos Calçada Portuguesa, tipo tijolo e pedra rústica (junto da capela de Nª Senhora do Cabo e no condomínio em frente). Na rua Luís de Camões há poucos anos levantaram a calçada e colocaram tijolo. Veja-se o nojo que está. Previsível claro! O tijolo absorve toda a sujidade. Não tem descrição.

2º Fenómeno do 'Entroncamento de Oeiras':

A quantidade de candeeiros públicos diferentes. Há para todos os gostos: modernos, retro, quadrados, redondos, desligados, só os postes, de tudo existe.

3º Fenómeno do 'Entroncamento de Oeiras':

A recolha dos RSU (resíduos sólidos urbanos) no Alto de Algés e o abandono do porta-a-porta.

Apesar dos pareceres negativos da Quercus ao abandono do porta-a-porta, da opinião do Secretário de Estado do Ambiente (o vereador dr Carlos Oliveira pode confirmar) a nosso favor, das conclusões do seminário da Sociedade Ponto Verde, dos elogios das oposições ao nosso exercício de cidadania em plena assembleia municipal (sem interesse para nós, pois em boa verdade não quiseram saber do assunto pois ninguém nos contactou excepto, honra lhe seja feita, o deputado municipal do BE, Francisco Silva), apesar de tudo isto dizia, impuseram-nos as ditas 'Ilhas Ecológicas' e avisaram da 'selagem' das nossas casas-do-lixo.

Fomos entretanto recebidos, a nosso pedido, pelos responsáveis do ambiente da CMO e obtivemos uma informação que nos deixou confusos (ou não...): no Alto de Algés vão manter-se 2 sistemas (até às eleições, digo eu, ou acaba de imediato depois deste comentário público...) de recolha em simultâneo.

Os residentes podem optar por depositar os seus resíduos nas Ilhas ou no interior das casas-do-lixo...
Supostamente estamos a adaptarmo-nos...

Decerto para nos 'adaptarmos' mais depressa, verificámos o

4º Fenómeno do 'Entroncamento de Oeiras':

Os contentores interiores (como na foto) aparecem misteriosamente virados com a abertura para baixo e algumas fechaduras das portas das casinhotas do lixo começaram a ter estranhas avarias e deixaram de abrir facilmente ou não abrem mesmo.

Se isto não é um fenómeno o que é?...

Terão sido gastos aqui no Alto de Algés - deitados ao lixo digo eu - cerca de 100.000€.

Numa freguesia carente deste tipo de equipamento repetidamente reclamados pela presidente da Junta da Freguesia, foi a CMO colocá-los onde não faziam falta.

A quem interessa que Algés seja o 'Entroncamento de Oeiras'?

O grupo de cidadãos-moradores vai convidar os candidatos do PSD e PS a visitar o bairro e ver este fenómeno in-loco.

Temos o direito de ouvir a sua opinião.

João Salgueiro




[Recebido por e-mail]

quinta-feira, 2 de julho de 2009

2009 – Algés – 19



Hoje era dia de reunião pública na minha Junta de Freguesia pelas 19h30. Era… não havia quórum e por isso não aconteceu. Aliás como já referi anteriormente esta falta de quórum é uma constante.

Estão eleitos 5 elementos, mas muito cedo se percebeu que só três membros funcionam. As reuniões públicas funcionam “coxas” e sentimos que os trabalhos sobrecarregam os tais três que estão.

Desde, pelo menos, Setembro que ando a dizer para serem chamados outros membros da lista, mas lá se têm feito reuniões mais ou menos sem quórum ou adiando para oito dias depois.

E hoje até estávamos 8 fregueses e na mesa só duas pessoas. Ficou adiada para a semana e percebi que se os faltosos não quiserem ser substituídos não são. O Partido que os designou não devia, não será obrigado a impor um correcto procedimento por parte dos membros das listas? Se um eleito é faltoso o Partido deve mandar substituí-lo.

Pensamento: Prece da serenidade "Deus me dê a serenidade de aceitar o que não posso mudar, coragem para mudar o que pode ser mudado e sabedoria para perceber a diferença".

domingo, 28 de junho de 2009

Alteração do local da reunião ordinária da Assembleia de Freguesia de Algés


Por indisponibilidade da Sala de Exposições do Palácio Ribamar, em Algés, no dia 29 de Junho de 2009, pelas 21 horas, devido à realização de eventos programados para o mesmo espaço, a reunião ordinária da Assembleia de Freguesia de Algés prevista para aquele local, será alterada para o Centro Cultural de Algés, sito na Avenida da República, nº 75 C, no mesmo dia e hora marcados.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

2009 – Algés – 13


Assembleia de Freguesia

Ontem 22 de Abril na sala de Exposições do Palácio Ribamar aconteceu a primeira Assembleia da Freguesia de Algés do corrente ano. O ponto 1 foi dedicado à evocação do 25 de Abril de 1974: os 35 anos!

Imaginem que estavam pelo menos 15 fregueses a assistir e alguns até participaram com perguntas e preocupações sobre esta nossa Terra.

Representantes das Forças Políticas intervieram primeiro com palavras como cada um deseja recordar Abril, e, depois, nos vários pontos com as suas posições partidárias.

O Executivo pela voz da sua Presidente foi respondendo e clarificando as várias perguntas e problemas propostos.

Das várias palavras que ouvi fiquei preocupada por me aperceber que do PS, ao IOMAF e ao PSD os elementos que intervieram no ponto sobre o 25 Abril comunicaram que não devem estar ali para o ano. Quer dizer: não vão ter lugar nas próximas listas dos seus partidos por Algés.

Também 75% da assistência eram algesinos simpatizantes da CDU.



Pensamento:
Levanta-te meu povo. Não é tarde.

Agora é que o mar canta é que o sol arde

pois quando o povo acorda é sempre cedo.

"Vinte anos de poesia" do poeta Ary dos Santos (final do Soneto do Trabalho)

domingo, 5 de abril de 2009

S.O.S. - "Ilhas Ecológicas"

Com pedido de publicação recebemos o seguinte e-mail que publicamos na íntegra por se tratar de um assunto do interesse de todos os munícipes.


2009/4/4 João Salgueiro
joao.salgueiro62@gmail.com

Boa tarde,

Foi com prazer que descobri o blog "OeirasLocal" e os temas de interesse que lá são abordados. Como sou novato nestas "coisas dos blogs", pedia-lhe ajuda, até porque é quase minha vizinha e não sei se não irá ter o mesmo problema que estamos a passar actualmente no nosso bairro. Tudo por causa do plano da CMO em relação à recolha dos RSU no concelho e que passa pela desactivação do sistema de recolha porta-a-porta (deixam de recolher os RSU dos nossos compartimentos privativos de recolha - casas do lixo) e generalização dos contentores (chamam-lhe agora nomes esquisitos como moloc's e Ilhas Ecológicas...". Se este plano tivesse em vista apenas as zonas carenciadas de receptáculos ainda se compreendia, mas não ; estende-se aos bairros como o meu (Alto de Algés, 1ª fase) e vai estender-se ao Alto de Algés- 2ª fase (Torrre até ao Holmes), Alto de Santa Catarina, Miraflores, Nova Carnaxide, etc. Já efectuámos reuniões com a J F de Algés (deu-nos todo o apoio, pois não entende a localização em bairros com edifícios equipados com aqueles espaços), fomos recebidos pelo adjunto da vereadora do Ambiente, Emanuel Rocha Gonçaves, e este assumiu que o programa se vai estender a todo o concelho.

Pode confirmar o que estão a fazer no meu bairro na pág http://sites.google.com/site/ilhastoxicas/ e ver no "blogue21+" da CMO em que dizem instalar 14 contentores e no entanto instalaram... 21 !!, apesar da baixa densidade populacional do bairro.

A CMO realizou em 2001 um estudo publicado por uma jornalista do Naturlink, ver http://www.naturlink.pt/canais/Artigo.asp?iArtigo=6028&iLingua=1 em que realça em toda a linha as vantagens do sistema actual. Ora o estudo só pode manter-se actual uma vez que a minha freguesia, o nosso concelho não tem tido alterações demográficas ou habitacionais que justifique esta inflexão. Negócio? Para quem souber responder.

A CMO afirmou que são razões económicas e ambientais (menos CO2...) e as pessoas ?

Se houver forma de publicar este texto, tem a minha autorização. Sei que o tema de "capa" é o Isaltino, mas gostaria de dar notoriedade a este tema, pois vai afectar-nos a todos.

Cumprimentos,

João Salgueiro


nota final : já só nos falta despertar o interesse da comunicação social, mas entretanto envio-lhe este mail para sua análise (já abordou colateralmente este tema em fotos semelhantes às minhas).

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

RUA DAMIÃO DE GÓIS – ALGÉS


No último trimestre de 2008 a Rua Damião de Góis – a rua dos eléctricos – sofreu obras de vulto. Os passeios foram alargados e cobertos de lajes de granito, mudaram-se candeeiros e o seu subsolo foi preparado para evitar as cheias que, com alguma frequência, nos surpreendem.

Apesar de alguma confusão as obras acabaram quase nos prazos previstos antes do fim de Dezembro. Mas, logo nos primeiros dias de Janeiro, o asfalto parece que começou a desaparecer junto aos carris em frente os nºs. 28/32 e a abater do lado do estacionamento das camionetas.

E abateu. Quinta feira, 22 de Janeiro, o buraco que lá está é digno de registo. Como é possível esta ocorrência numa obra tão recente?
Maria Clotilde Moreira / Algés
[Correio do Leitor - Jornal de Oeiras - 27 de Janeiro de 2009]

domingo, 7 de setembro de 2008

Há avisos que valem um poema

Há avisos que valem um poema pela clareza, linguagem utilizada e pela concepção gráfica. Eis um exemplo da Junta de Freguesia de Algés.

Quer a JF informar os munícipes que o trânsito em Algés, irá ser alterado.
Para além da vista aérea da zona, bastante detalhada, cujo X a vermelho sobreposto dá logo a orientação ao cidadão e evita a transgressão tão habitual, o texto foi trabalhado com todo o rigor de um manga de alpaca burocrático-moralista-entediado. Repare-se que se informa que "Foi autorizado proibir "... que lindo. Só falta o VEXA .
Assim sim... é outro asseio. Nada de anarquias ou confusões com o velho slogan do Maio de 68 "É proibido proibir" porque a JF de Algés foi autorizada a proibir. Mais nada. Como se verifica também não fazia sentido algum, nem cabia na informação, um "croquizito" detalhado... Isso é uma minudência.