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segunda-feira, 10 de outubro de 2011
sábado, 30 de outubro de 2010
2010 - Algés - 43
Informação de última hora
(Estacionamento Perigoso 2010 – Algés 29 A e B)
Disseram-me (e por isso é verdade) que o código da estrada no que se refere a regras de estacionamento mudou para a Algés.
Assim é permitido estacionar em cima de passadeiras em todo o sítio, especialmente na Av dos Combatentes da Grande Guerra, principalmente nos cruzamentos com a Rua Ernesto da Silva - mesmo em cima do passeio à porta da farmácia, ou nas esquinas das lojas de roupas - e com a Rua António Granjo.




Também na Rua Damião de Góis, junto à pastelaria enquanto houver espaço podem ser deixadas as viaturas



Perguntarão: é mesmo verdade esta alteração de regras para Algés?
E eu respondo: É! Este pequeno documentário fotográfico é uma muito pálida ideia do que se passa.
Perguntarão: E ninguém vê o perigo que tais práticas podem ocasionar? E ninguém actua?
E eu respondo: Ver, ver… talvez às vezes vejam mas uma coisa é ver outra é perceber. Como não percebem não podem actuar.
Também é verdade que ao estacionarem nas zonas destinadas ali nas redondezas teriam de andar e a maior parte das pessoas não sabem andar, porque até estão dentro dos carros, que piscam e piscam a avisar que estão ali e vão lendo um jornalinho. Ah! Também estão à espera de alguém que irá aparecer, vite, vite.

E como Oeiras é uma Terra de prémios esta lindíssima taça de vidro foi-lhe atribuída pelo Comité do não te rales e deixa estacionar.
(Estacionamento Perigoso 2010 – Algés 29 A e B)
Disseram-me (e por isso é verdade) que o código da estrada no que se refere a regras de estacionamento mudou para a Algés.
Assim é permitido estacionar em cima de passadeiras em todo o sítio, especialmente na Av dos Combatentes da Grande Guerra, principalmente nos cruzamentos com a Rua Ernesto da Silva - mesmo em cima do passeio à porta da farmácia, ou nas esquinas das lojas de roupas - e com a Rua António Granjo.
Também na Rua Damião de Góis, junto à pastelaria enquanto houver espaço podem ser deixadas as viaturas
Perguntarão: é mesmo verdade esta alteração de regras para Algés?
E eu respondo: É! Este pequeno documentário fotográfico é uma muito pálida ideia do que se passa.
Perguntarão: E ninguém vê o perigo que tais práticas podem ocasionar? E ninguém actua?
E eu respondo: Ver, ver… talvez às vezes vejam mas uma coisa é ver outra é perceber. Como não percebem não podem actuar.
Também é verdade que ao estacionarem nas zonas destinadas ali nas redondezas teriam de andar e a maior parte das pessoas não sabem andar, porque até estão dentro dos carros, que piscam e piscam a avisar que estão ali e vão lendo um jornalinho. Ah! Também estão à espera de alguém que irá aparecer, vite, vite.

E como Oeiras é uma Terra de prémios esta lindíssima taça de vidro foi-lhe atribuída pelo Comité do não te rales e deixa estacionar.
Imagens: MCM
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quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Linda-a-Velha, 2010 (23)
Como diria a nossa amiga Clotilde Moreira, retomemos o post Linda-a-Velha, 2010 (19) referente ao portão da mata do Jamor na Av. Duque de Loulé.
O portão continua aberto ao trânsito desde o último Estoril Open sem que o IDP - Instituto do Desporto de Portugal, entidade gestora da mata na sua vertente florestal e na do equipamento desportivo, tenha tomado as devidas medidas para salvaguardar a segurança dos peões.
Lembra-se, também, que após as obras que tiveram por finalidade alcatroar a estrada que liga a Estrada da Costa na Cruz Quebrada à Carreira de Tiro junto a Linda-a-Velha, esqueceram-se de mandar recolocar os sinais existentes que limitavam a velocidade de circulação a 30 kms. Assim como também não houve a ideia de providenciar um maior estacionamento junto à Carreira de Tiro quando foi dada concessão ao "Parque Aventura do Jamor", prevendo de antemão o aumento do número de viaturas, o que tem causado um estacionamento selvagem que prejudica a segurança dos que por ali circulam a pé, sózinhos ou com crianças. Por "esquecimento" também não foi condicionado o acesso a veículos de grande dimensão que ficam depois impedidos de fazer a manobra junto à Carreira de Tiro.
Hoje de manhã, um autocarro de 19 metros de comprimento, dos que têm fole ao meio, que trouxe crianças ao 'Parque Aventura', sem poder inverter a marcha no local, restava-lhe a alternativa de fazer o caminho em marcha atrás até à Cruz Quebrada, em contra-mão, porque o acesso ao Parque Aventura / Carreira de Tiro tem duas vias, uma ascendente em piso alcatroado e outra descendente em paralelipedo. A outra opção, que não sei se foi a que o motorista tomou, seria passar o portão da mata, entrar em Linda-a-Velha e tentar inverter a marcha no estacionamento do ginásio ali existente ou, mais acima, no cruzamento da Av. Duque de Loulé com a Av. D. Pedro V. Qualquer uma das opções implica um notório grau de dificuldade dada a estreiteza da zona do portão e das referidas avenidas.
Estará o IDP a par deste assunto? E o sr presidente da junta de freguesia de Linda-a-Velha? E a CMO?
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terça-feira, 13 de julho de 2010
Alto de Algés e a Rotunda do Nosso Descontentamento
Os nossos autarcas adoram rotundas.
Tenho para mim que a maioria das rotundas construídas por esse país fora, são, para além da arte de regular e fazer girar o trânsito, a arte de fazer girar e girar o nosso dinheiro até que desapareça nas mãos de alguém.
Mas isso agora não interessa nada.
Nas minhas voltas pelo nosso maltratado país tenho visto rotundas nos mais variados desenhos e formatos e algumas estão lá porque… sim. Não regulam nada e algumas não levam mesmo a lugar nenhum nas suas variadas saídas.
Estão lá e algo já girou.
Algumas são glorificadas.
Já as vi invocadas com nomes pomposos como Edifício da Rotunda, Praça da Rotunda, Café a Rotunda, Talho da Rotunda, Rotunda do Hospital e até uma...Rua da Rotunda.
Também tenho uma no Alto de Algés e não tem nada a ver com aquela original que existe (ou é virtual?) entre a estação de Paço de Arcos e a pastelaria os Queques da Linha. A minha é uma rotunda a sério como diria o secretário de Estado da Defesa.
Esta rotundou em 100.000€ e anunciava variadas espécies arbóreas.
Tem 3 cedros, um saudável, um raquítico, um torto (o que nasce torto tarde ou nunca se endireita) - que vai acabar por cair em cima de um automóvel mais cedo ou mais tarde - um pinheiro do tamanho daqueles que compramos no Natal numa esquina ali perto do centro da Parede por 10€ (presumo que o da minha rotunda tenho sido mais barato porque comprado em atacado)e uma árvore artificial (só pode porque está mínima há anos).
Dizem que os presidentes (o da Câmara e o da Junta) passam aqui muitas vezes mas acredito que nem olhem para a rotunda tal o perigo que é circular na mesma se distraídos.
Esse é mesmo o tema principal deste postal:
- O perigo de circular na rotunda do Alto de Algés ou atravessar as passadeiras na sua envolvente.
Já alvo de diversas intervenções minhas na Assembleia de Freguesia que reflectem a minha preocupação e dos restantes moradores que a utilizam diariamente em circulação automóvel ou em atravessamento pedonal nas suas imediações, continua sem intervenção ou projecto anunciado.
Desde que foi aberta a ligação a Linda-a-Velha ao Alto de Algés pelo novo viaduto que a circulação automóvel aumentou exponencialmente nos seus vários acessos.
Até aqui tudo bem, ela foi construída para regular esse crescimento, o problema coloca-se face à ausência de sistema de redução de velocidade automóvel e o que se vê diariamente são aproximações à rotunda em claro excesso de velocidade e alguns selvagens a circular quase em despiste com os pneus a chiar por divertimento boçal.
Com o comércio nascente na envolvente da rotunda uma das vias transformou-se em estacionamento e nem vale a pena falar de fiscalização das polícias. Aqui não há parquímetros da Parques Tejo.
Há meses que se clama por passadeiras (como a câmara está falida não há dinheiro para semáforos) com elevação à altura dos passeios em calçada portuguesa ou semelhante (desde que não sejam as tradicionais e horríveis de alcatrão feitas às 3 pancadas) e ninguém nos ouve.
Anuncia-se um acidente grave e será com desgosto que nesse dia e aqui recordarei este postal e afirmarei os responsáveis directos e indirectos pela incúria e indiferença.
Nota final: a placa toponímica da foto junto à rotunda está assim há mais de 3 meses. Estava a empatar o estacionamento…
(Sr. Ribeiro, digníssimo e esforçado presidente da JFA sempre às voltas com a falta de tempo e dinheiro, já que na sexta-feira anulou a visita à rotunda à última da hora, aqui o espero em breve e desta vez sem o meu convite aos moradores e sem o Jornal de Oeiras se é que a exposição o assusta. Aos da Câmara já estou habituado, de outras guerras, a que fujam mesmo. Só os vejo Optimus e Alive… porque no concelho nada se passa).
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domingo, 7 de setembro de 2008
Há avisos que valem um poema
Há avisos que valem um poema pela clareza, linguagem utilizada e pela concepção gráfica. Eis um exemplo da Junta de Freguesia de Algés.
Para além da vista aérea da zona, bastante detalhada, cujo X a vermelho sobreposto dá logo a orientação ao cidadão e evita a transgressão tão habitual, o texto foi trabalhado com todo o rigor de um manga de alpaca burocrático-moralista-entediado. Repare-se que se informa que "Foi autorizado proibir "... que lindo. Só falta o VEXA .
Assim sim... é outro asseio. Nada de anarquias ou confusões com o velho slogan do Maio de 68 "É proibido proibir" porque a JF de Algés foi autorizada a proibir. Mais nada. Como se verifica também não fazia sentido algum, nem cabia na informação, um "croquizito" detalhado... Isso é uma minudência.
terça-feira, 10 de junho de 2008
não estamos sós...
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... pena é que seja nos actos de vandalismo...
Muitas vezes aqui têm sido referidos lamentáveis actos de vandalismo que ocorrem nas freguesias do nosso estimado concelho de Oeiras.
Há bem pouco tempo atrás um deles aqui foi mencionado, ocorrida na freguesia de Linda-a-Velha.
São actos lamentáveis e que nos envergonham, perpetrados por indivíduos que não respeitam o espaço público, cujos custos são sustentados por todos nós, e que não têm consciência cívica.
Apenas para exemplificar como tais actos são um problema social, que afecta todo o país - e mundo ? - e não é um exclusivo dos oeirenses, aqui ficam algumas imagens duma situação com que nos deparámos ontem no Cais do Sodré, em Lisboa.
As imagens têm pouca qualidade, mas pensamos que são elucidativas. Clique nelas para ampliar.
A base do semáforo, mostrando a forte fixação deste e que não apresenta sinais de ter sido mexida; os semáforos são fortemente cravados no solo e impossíveis de rodar 'à mão'
nota: Tudo parece indicar que algo ou alguém rodou a parte luminosa do semáforo. Com que propósito?
imagens: © josé antónio / comunicação visual - CLIQUE PARA AMPLIAR
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... pena é que seja nos actos de vandalismo...
Muitas vezes aqui têm sido referidos lamentáveis actos de vandalismo que ocorrem nas freguesias do nosso estimado concelho de Oeiras.
Há bem pouco tempo atrás um deles aqui foi mencionado, ocorrida na freguesia de Linda-a-Velha.
São actos lamentáveis e que nos envergonham, perpetrados por indivíduos que não respeitam o espaço público, cujos custos são sustentados por todos nós, e que não têm consciência cívica.
Apenas para exemplificar como tais actos são um problema social, que afecta todo o país - e mundo ? - e não é um exclusivo dos oeirenses, aqui ficam algumas imagens duma situação com que nos deparámos ontem no Cais do Sodré, em Lisboa.
As imagens têm pouca qualidade, mas pensamos que são elucidativas. Clique nelas para ampliar.
nota: Tudo parece indicar que algo ou alguém rodou a parte luminosa do semáforo. Com que propósito?
imagens: © josé antónio / comunicação visual - CLIQUE PARA AMPLIAR
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segunda-feira, 19 de maio de 2008
limitador de velocidade
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Acrescentamos: não nos repugna em absoluto concordar com a implementação duma medida desta natureza no nosso Concelho... :)
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recebido por email:
Próximas "lombas" redutoras de velocidade a implantar em Oeiras...Acrescentamos: não nos repugna em absoluto concordar com a implementação duma medida desta natureza no nosso Concelho... :)
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sábado, 23 de fevereiro de 2008
sui generis
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Este excelente espécime foi capturado numa passadeira de peões situada no entroncamento da Avenida D. José I com a Avenida da República (Freguesia de Oeiras e São Julião da Barra).
imagem: 20 FEV 2008 - © josé antónio / comunicação visual - CLIQUE PARA AMPLIAR
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Este excelente espécime foi capturado numa passadeira de peões situada no entroncamento da Avenida D. José I com a Avenida da República (Freguesia de Oeiras e São Julião da Barra).
Palavras para quê !?
This is Oeiras no seu melhor... ou pior?
This is Oeiras no seu melhor... ou pior?
imagem: 20 FEV 2008 - © josé antónio / comunicação visual - CLIQUE PARA AMPLIAR
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terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
Bairro Alto
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A propósito do meu segundo comentário ao post HORTAS NA CIDADE:
Eis uma fotografia que representa aquilo a que eu me referia, os elementos visíveis do controlo de acesso no Bairro Alto lisboeta.
Mais informo que em conversa com o proprietário de um café, ele me referiu que, não estando muito por dentro da matéria, me garantia que os táxis têm permissão para circular para levar ou ir buscar passageiros, que as cargas e descargas são feitas num determinado período horário do dia e que os moradores podem estacionar desde que tenham onde o fazer.
Não pretendo desencadear qualquer polémica ou discussão fútil, apenas esclarecer o que é possível ser esclarecido, com as devidas reservas.
Talvez alguém melhor informado queira pegar nesta questão e desenvolvê-la, até mesmo estendendo-a ao contexto oeirense do caos do trânsito e do estacionamento, nomeadamente no Centro Histórico da Vila de Oeiras.
A fotografia foi tirada no entroncamento da Travessa da Queimada com o Largo Trindade Coelho.
imagem: 4 FEV 2008 14:32 © josé antónio - CLIQUE PARA AMPLIAR
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A propósito do meu segundo comentário ao post HORTAS NA CIDADE:
Mais informo que em conversa com o proprietário de um café, ele me referiu que, não estando muito por dentro da matéria, me garantia que os táxis têm permissão para circular para levar ou ir buscar passageiros, que as cargas e descargas são feitas num determinado período horário do dia e que os moradores podem estacionar desde que tenham onde o fazer.
Não pretendo desencadear qualquer polémica ou discussão fútil, apenas esclarecer o que é possível ser esclarecido, com as devidas reservas.
Talvez alguém melhor informado queira pegar nesta questão e desenvolvê-la, até mesmo estendendo-a ao contexto oeirense do caos do trânsito e do estacionamento, nomeadamente no Centro Histórico da Vila de Oeiras.
A fotografia foi tirada no entroncamento da Travessa da Queimada com o Largo Trindade Coelho.
imagem: 4 FEV 2008 14:32 © josé antónio - CLIQUE PARA AMPLIAR
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sábado, 1 de setembro de 2007
quarta-feira, 25 de julho de 2007
quinta-feira, 15 de março de 2007
pilaretes
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Foram há poucos dias colocados pilaretes no passeio em frente ao café-restaurante A Quinta, contíguo à Farmácia Oeiras, no Largo Henrique de Paiva Couceiro (Estação de Oeiras), obviamente no sentido de desincentivar os automobilistas de estacionarem em cima do passeio.
Esta acção é meritória, claro. É de aplaudir tudo o que facilite a circulação dos transeuntes.
Mas analisemos o problema mais em profundidade.
No local onde foram colocados os pilaretes, estão constantemente estacionados automóveis, utilizando para o efeito o sistema 'em espinha'.
Muitos serão de pessoas que vão ao café, à farmácia ou ao centro de análises ali perto. A permanência não é muito longa, mas vai um embora e vem logo outro ocupar o lugar. Pelo que a presença de viaturas é constante e não complica apenas com os transeuntes. Complica também com as camionetas de carreira que ali dão a volta para servirem as paragens que naquele mesmo passeio existem, contornando a placa central onde há um pequeno jardim e uma estação de serviço.
Quanto a alternativas, há estacionamento logo do outro lado da rua, junto ao jardim, mas não tem muitos lugares e está sempre repleto de carros, também ele.
No Picadeiro, a poucas dezenas de metros e com acesso pedonal, há estacionamento gratuito (200 carros). Tem o inconveniente de ser muito utilizado por quem vai apanhar o comboio para ir trabalhar, pelo que é de permanência prolongada e só com muita sorte se consegue lá estacionamento a meio do dia.
Do lado oposto da linha de comboio, todo o estacionamento é pago e, claro, todos fogem dele. Estes parques estão aliás 'às moscas'...
E convenhamos que o português não gosta de andar muito.
Como se pode constatar na fotografia com que documento esta peça, os automobilistas continuam a estacionar no mesmo local, 'encaixando' obliquamente os carros entre os pilaretes.
Os transeuntes ganharam alguma coisa, pois os carros não conseguem avançar muito mais.
Mas quanto às camionetas, o problema destas em manobrar vai-se manter.
E lá fica a camioneta ali parada a buzinar, para que o automobilista venha tirar o carro, para a mesma conseguir manobrar e dar a curva.
Entretanto os passageiros desesperam nos abrigos porque depois de estar 20 ou 30 minutos à espera, aqueles 2 ou 3 ou 4 minutos parecem uma eternidade e fazem pensar em como o valor da senha do passe é uma 'roubalheira'...
imagem: 15 MAR 2007, 15:41 - © comunicação visual 2007 - CLIQUE PARA AMPLIAR
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Foram há poucos dias colocados pilaretes no passeio em frente ao café-restaurante A Quinta, contíguo à Farmácia Oeiras, no Largo Henrique de Paiva Couceiro (Estação de Oeiras), obviamente no sentido de desincentivar os automobilistas de estacionarem em cima do passeio.
Esta acção é meritória, claro. É de aplaudir tudo o que facilite a circulação dos transeuntes.
Mas analisemos o problema mais em profundidade.
No local onde foram colocados os pilaretes, estão constantemente estacionados automóveis, utilizando para o efeito o sistema 'em espinha'.
Muitos serão de pessoas que vão ao café, à farmácia ou ao centro de análises ali perto. A permanência não é muito longa, mas vai um embora e vem logo outro ocupar o lugar. Pelo que a presença de viaturas é constante e não complica apenas com os transeuntes. Complica também com as camionetas de carreira que ali dão a volta para servirem as paragens que naquele mesmo passeio existem, contornando a placa central onde há um pequeno jardim e uma estação de serviço.
Quanto a alternativas, há estacionamento logo do outro lado da rua, junto ao jardim, mas não tem muitos lugares e está sempre repleto de carros, também ele.
No Picadeiro, a poucas dezenas de metros e com acesso pedonal, há estacionamento gratuito (200 carros). Tem o inconveniente de ser muito utilizado por quem vai apanhar o comboio para ir trabalhar, pelo que é de permanência prolongada e só com muita sorte se consegue lá estacionamento a meio do dia.
Do lado oposto da linha de comboio, todo o estacionamento é pago e, claro, todos fogem dele. Estes parques estão aliás 'às moscas'...
E convenhamos que o português não gosta de andar muito.
Como se pode constatar na fotografia com que documento esta peça, os automobilistas continuam a estacionar no mesmo local, 'encaixando' obliquamente os carros entre os pilaretes.
Os transeuntes ganharam alguma coisa, pois os carros não conseguem avançar muito mais.
Mas quanto às camionetas, o problema destas em manobrar vai-se manter.
E lá fica a camioneta ali parada a buzinar, para que o automobilista venha tirar o carro, para a mesma conseguir manobrar e dar a curva.
Entretanto os passageiros desesperam nos abrigos porque depois de estar 20 ou 30 minutos à espera, aqueles 2 ou 3 ou 4 minutos parecem uma eternidade e fazem pensar em como o valor da senha do passe é uma 'roubalheira'...
imagem: 15 MAR 2007, 15:41 - © comunicação visual 2007 - CLIQUE PARA AMPLIAR
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