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quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

MORADORES DA ZONA DO JAMOR REVOLTADOS COM CARREIRA DE TIRO DO ESTÁDIO NACIONAL


http://sicnoticias.sapo.pt/pais/2014/01/14/moradores-da-zona-do-jamor-revoltados-com-carreira-de-tiro-do-estadio-nacional


A reportagem da SIC foi pouco elucidativa. Não disseram que as forças de segurança - polícias várias e forças militarizadas - é ali que treinam. Não mencionaram os torneios e competições em que várias dezenas de concorrentes disparam em simultâneo e o efeito é o de tiro de rajada. Não mencionaram o horário mais alargado da carreira de tiro, 7 dias por semana, desde manhã cedo até pela noite dentro. Não mencionaram que com o fecho da carreira de Monsanto a carreira do Jamor recebeu esses atiradores, nem as várias carrinhas e mini buses que vêm de vários pontos do país treinar naquele local. Assim como não mencionaram a poluição ambiental...

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

2009 – Algés – 5

– Rua Damião de Góis


* Vale a pena informar/reclamar

Sinais em cima dos futuros semáforos – Coisas de Algés XXXII – 26/12/2008 – Pois, acabo de constatar que pessoal de CMO está a recolocar as placas de aviso pedonal de modo a não tapar os semáforos. Quem as teria colocado tão mal? O empreiteiro?

*Resposta aos comentários do artigo retirado do Correio do Leitor - Jornal de Oeiras - 27 de Janeiro de 2009 quanto aos intervenientes na obra:

No estacionamento com entrada pela Rua Gen. Humberto Delgado estão restos de obras delimitados por barreiras com indicação MMPS 212720000;
no estaleiro no parque das camionetas está uma placa a dizer Leirislena e ainda há outra da CMO que informa Requalificação da Rua Damião de Góis – CMO 377.041 Euros e SMAS 650.000 Euros.

O certo é que o tal buraco continua e junto ao nº 33 está a estalar.

Rua Damião de Góis, buracos no asfalto recém refeito em Dezº 2008


Pensamento: Primeiro estranha-se, depois entranha-se (Fernando Pessoa)


[Fotos: Clotilde Moreira]


terça-feira, 9 de setembro de 2008

Esquadra da PSP de Carnaxide sem um único carro a circular


A esquadra da PSP de Carnaxide, no concelho de Oeiras, não dispõe de um único carro patrulha ao serviço, porque não tem dinheiro para a manutenção dos veículos que foram distribuídos no ano passado e que atingiram já os quilómetros para a revisão.
A situação é ridícula, considera o dirigente da Associação Sócio-Profissional da Polícia, Paulo Rodrigues.


«Este é o reflexo daquilo que não tem sido feito na PSP. O investimento que temos pedido é indispensável. Ficamos numa situação quase ridícula, não faz sentido ter uma viatura policial parada porque não fez a revisão», adianta Paulo Rodrigues.

O problema pode não estar limitado à esquadra de Carnaxide. O jornal Correio da Manhã diz que abrange toda a divisão de Oeiras, com as esquadras de Miraflores, Caxias, Queijas e Oeiras incluídas.

TSF




segunda-feira, 25 de agosto de 2008

BOPE, o Rio de Janeiro e Lisboa

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Para compreender Lisboa e Portugal...!?
Será este o nosso único caminho!?




O video original está AQUI.
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domingo, 24 de agosto de 2008

Segurança

Este país parece o Farwest. Ouço as notícias e mesmo tentando relativizar não consigo.

Quando ouvi que num assalto a uma carrinha de valores se utilizaram explosivos ... fiquei a pensar. Desde logo, que os políticos em especial o sr. Sousa, estão muito calados. Estes senhores não sabem o que querem e como.

Estes senhores deixaram que áreas fundamentais que o Estado devia assegurar com competência, como a Justiça, Segurança, Educação, por exemplo, se tenham degradado à conta de uma visão economicista do serviço público.

Vou dar uma exemplo singelo. A iluminação urbana. Quantas ruas nós passamos e estão literalmente às escuras. As lâmpadas fundiram-se e demoram meses ou anos a serem substituídas; os candeeiros públicos são escolhidos em função de um gosto estético e não em função do cumprimento de uma necessidade - Iluminar.

Vá digam lá que isso pertence à autarquia. Pois pertence. Mas tanto os autarcas como o poder central não percebem que a segurança começa na proximidade com o cidadão.

É pequeno o exemplo, propositadamente mas... a segurança faz-se também de gestos pequeninos.

E faz-se com o exercício da minha cidadania isto é, obrigá-los a estar ao serviço do cidadão, exigindo a definição de prioridades desde as mais pequeninas às mais complexas. E não me venham dizer que não tenho capacidade para escolher o mais competente para a função.


Eu não abdico da minha cidadania.

domingo, 15 de junho de 2008

eles 'andem' aí...

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Hoje à tarde encontrei o Adérito (nome fictício) sentado à porta dum local que ambos frequentamos, talvez para aproveitar o agradável Sol que aquecia e equilibrava a nortada fresca.

Dirigi-me a ele e cumprimentei-o como é hábito.
Achei-o triste e macambúzio, além de estranhar as mazelas que ele tinha no rosto.
Questionei-o, claro, com um "estás triste rapaz?!"
Respondeu-me, antecipando o relato que se seguiria, "atão não hei-de estar...?" e lá prosseguiu no relato do que lhe ocorrera na noite anterior.

Segundo me contou, cerca das 22h., após ter estado com amigos num café a assistir ao jogo Holanda-França, seguia ele pela rua a caminho de casa, quando dois indivíduos, "um preto e um mulato" segundo as suas palavras, que se deslocavam mais à frente, pararam e quando ele ia a passar por eles, lhe intersectaram o passo e pediram-lhe cigarros. Coisa que ele não deu porque nem tinha.
De imediato os indivíduos atacaram-no ao soco e ao pontapé, deitando-o ao chão e imobilizando-o.
Quando o conseguiram, gritaram-lhe pelo dinheiro, ele repondeu-lhes que estava no bolso das calças. Arrancaram-lhe a carteira - com 30 € - e fugiram, não sem antes lhe terem 'pregado' mais um ou dois pontapés, em especial nas pernas, certamente para se certificarem que não conseguiria correr atrás deles.

Há dias de azar para uns e sorte para outros.
Entre os amigos com quem ele tinha estado e que tinham ficado no café, demasiado longe para o ouvirem se gritasse por auxílio, contam-se uns dois ou três latagões de 90 kg. habituados a brigas de bares e discotecas, para além dum agente de autoridade de folga...

O local onde tudo se passou fica a cerca de 50 metros da entrada do Jardim Municipal de Oeiras, onde ao mesmo tempo decorria a feira, cheia de polícia municipal por todos os cantos.
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domingo, 16 de março de 2008

SEGURANÇA DOS CIDADÃOS

PONTOS DE VISTA



SEGURANÇA PÚBLICA?


O ataque e, infelizmente, a posterior morte do jovem recentemente baleado, na cabeça, no estacionamento automóvel do centro comercial Oeiras Parque, onde, aliás, já se terão registado outros “acidentes”, mas sem as proporções deste, levam-nos a partilhar uma breve reflexão, para além da competente notícia que este Jornal inseriu, na anterior edição.
Temos um corpo de funcionários do Estado, que todos nós pagamos, com a estrita incumbência de garantir a salvaguarda da tranquilidade na comunidade. É seu dever zelar pela manutenção da existência de uma convivência civilizada. Por isso, era hábito antigo chamar-se-lhe “corpo cívico”. Agora, designa-se Polícia de Segurança Pública. E é necessária. Mas cumpre a sua missão? Sem querer avançar certezas, duvidamos.
A percepção generalizada do aumento do número de crimes de todos os tipos, especialmente os de acentuada violência, que começam a ganhar vulto e a entrar no quadro do quotidiano, parece poder testemunhar a sua ineficácia. Então sente-se que não existe, de facto, segurança pública e que um clima de intranquilidade se expande aceleradamente. Tememos aonde a situação nos poderá conduzir. À lei da selva?
É certo que a Polícia não se vê. E, quando aparece, depois de alertada, como se dizia na prática jornalística de outrora, “toma conta da ocorrência”. Aparentemente é inócua. A sua ausência ou distanciamento é permissiva; não evita o crime ou trava a explosão de conflitos. Gera a radicação do sentimento de insegurança.
Não chega, de forma alguma, proceder a patrulhas de automóvel. O policiamento tem de ser presencial, especialmente nos pontos mais críticos. É imperioso regressar-se ao policiamento de proximidade – modelo que nunca deveria ter sido abandonado.
A questão da segurança pública é momentosa. A sua ponderação e consequente reformulação não podem ser adiadas. Se se negligenciar uma solução urgente, corremos o risco de entrarmos numa crise social de graves consequências, para além do mal-estar já instalado.

Jorge Miranda
(jorge.o.miranda@gmail.com)
Com os nossos agradecimentos ao Jornal da Costa do Sol e ao autor
(Artigo publicado em Março de 2008)

sábado, 15 de março de 2008

Os que "zelam" pela nossa segurança


Varanda do Chiado


Rui Pereira, antes de ser ministro, foi o primeiro responsável pela recente reforma das leis penais que tornou mais difícil a detenção e a prisão preventiva. A mesma reforma que já fez sair das cadeias mais de 1.000 reclusos. As mesmas leis que permitem a suspensão da pena para condenados a menos de cinco anos de prisão. Na expressão que Simone pôs em voga, o ministro Rui Pereira tem com certeza mais jeito para cozer batatas em casa do que para garantir a segurança de pessoas e bens na rua.

VIGÍLIA

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Diogo Ferreira - MoKo

Como tinha sido programado e anunciado AQUI, decorreu ontem, no Largo 5 de Outubro, frente à Igreja Matriz, na Vila de Oeiras, a Vigília / Protesto pelo bárbaro e estúpido assassinato do Diogo Ferreira - MoKo -, de 21 anos, ocorrido na madrugada de 1 de Março do corrente ano no estacionamento do Centro Comercial Oeiras Parque.

Da mesma, que teve uma grande e comovente adesão, apresentamos algumas imagens, pedindo antecipadamente desculpa pela baixa qualidade das mesmas.



"NUNCA TE VAMOS ESQUECER
ESTARÁS SEMPRE ENTRE NÓS"


fotografia do MoKo tirada daqui:
Aventura na Bélgica, a quem agradecemos

fotografias: 14 MAR 08, 20:54-21:33 © josé antónio / comunicação visual - CLIQUE PARA AMPLIAR
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quinta-feira, 21 de junho de 2007

Obras na Torre Soleil / Pingo Doce de Sassoeiros

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Em 28 ABR 2006, ca. 17:00, duas senhoras que estavam aqui dentro escaparam por uma unha negra de morrerem esmagadas pela placa de betão que se soltou da Torre.


O andaime em montagem, hoje, 21 JUN 2007, 15:40.


Caros(as) leitores, lembram-se de um caso que relatei, sobre a queda duma placa de betão que se soltou da Torre Soleil e se despenhou sobre um automóvel estacionado no parque fronteiro ao Pingo Doce de Sassoeiros (Quinta do Marquês), e que felizmente não provocou vítimas além dos avultados danos materiais?

Na altura foi erigido um andaime na danificada parede da torre, sugerindo que alguma coisa iria ser feita para garantir que não voltaria a acontecer nada do género e que as centenas de utilizadores do parque de estacionamento e os transeuntes, não só clientes do citado supermercado mas também muitos moradores da zona, lojistas e trabalhadores, poderiam por ali circular sem o medo de que o "céu lhes caísse em cima da cabeça"...

Na verdade o andaime ali permaneceu por muito tempo, sem que nunca ninguém tivesse visto qualquer sinal de actividade nele. Não se ouviu um testemunho de alguém que dissesse que nele tinha visto operários a trabalhar.
Eu próprio nunca lá vi ninguém e faço ali compras quase diariamente.
A óbvia conclusão é que o andaime lá foi colocado, certamente por ordem da Protecção Civil, para 'encher o olho' e obstar a qualquer crítica que pudesse surgir de que nada estaria a ser feito.
O andaime lá permaneceu até à sua inexplicável remoção alguns meses depois, sem que tivesse alguma vez sido utilizado.

Agora, espante-se, lá está ele de novo a ser montado!

Hoje, pelas 15:40, ao passar no local, tive oportunidade de constatar que alguns operários estavam a montar o andaime na mesma parede.
Disto faço prova com a fotografia que apresento neste post.

Uma moradora da zona, que conheço de vista, e que por mim passou comentou em surdina "Será que é desta...!?", o que demonstra o espírito dos utentes daquele espaço público.

Também eu coloco a mesma questão e pergunto o mesmo:
Será que é desta?
Será que vamos ver ACTIVIDADE em cima do andaime?
Será que o 'cancro' que mina as placas de betão da Torre Soleil vai ser eliminado de vez?
Será que de agora em diante os frequentadores daquele espaço público vão poder continuar a frequentá-lo em segurança e sem medo de que o "céu lhes caia em cima da cabeça"?


Oxalá assim aconteça.
Eu, vou ficar atento e expectante para ver o desenrolar dos acontecimentos.

imagem: © comunicação visual 2007 - CLIQUE PARA AMPLIAR
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