domingo, 25 de agosto de 2013

Fui ao Bugio (cont.)


Aqui


Em seguimento do comentário no post  Uma Viagem à Cabeça Seca


junto estas duas fotos que dão uma muito pálida ideia como está por dentro.

E se… e se… alguma entidade se interessasse pela sua reabilitação?







Fotos: Ágata Branco 

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

sábado, 17 de agosto de 2013

Às matas, já!



Artigo de Maria Clotilde Moreira, Algés, publicado no Jornal Público desta data

terça-feira, 13 de agosto de 2013

CML – Provedora Municipal dos Animais de Lisboa demite-se

Campanha Esterilização Cães e Gatos


CML – Provedora Municipal dos Animais de Lisboa demite-se

Agosto 13, 2013


Ler  em :

https://www.facebook.com/pages/Provedora-Municipal-dos-Animais-de-Lisboa/247244542067144?fref=ts
 


PLANO DE PORMENOR PARA A MARGEM DIREITA DO JAMOR


Alerta para toda a população da Cruz Quebrada, Dafundo, Linda-a-Velha, Carnaxide e Caxias, bem como para todos os utilizadores do Estádio Nacional!
 
Comunicado à imprensa sobre o Plano de Pormenor da Margem Direita do Jamor:

"Câmara Municipal de Oeiras põe a consulta pública um plano de pormenor para destruir a Cruz Quebrada, o Dafundo e o Estádio Nacional.

Com início em finais de Julho e a terminar em finais de Agosto, cirurgicamente numa altura em que boa parte dos munícipes está de férias, a Câmara Municipal de Oeiras (CMO) pôs o Plano de Pormenor para a Margem Direita do Jamor (Plano de Pormenor) a consulta pública. Este plano abrange uma vasta área, com cerca de 15 hectares, junto ao rio Tejo, na foz do rio Jamor, onde se encontram presentemente as instalações desactivadas da Lusalite e da Gist Brocades, bem como a estação de comboios da Cruz Quebrada.

Evidenciando o mais profundo desprezo pelos munícipes em geral e muito particularmente pela população da Cruz Quebrada e do Dafundo, este Plano de Pormenor corresponde a um sonho antigo do anterior presidente da CMO, retomado pelo seu sucessor, o Sr. Paulo Vistas. Na CMO, a qualidade de vida das populações, a prevenção de riscos e o ambiente continuam a ser palavras vãs.

Este Plano de Pormenor:

• abrange terrenos públicos (cerca de 60%) e privados (cerca de 40%), subordinando os primeiros aos últimos e permitindo a apropriação e instrumentalização de terrenos públicos para fins privados;

• prevê a implantação de edifícios de habitação, comércio e escritórios em terrenos usados há séculos para fins industriais (que vão dos curtumes ao amianto, passando pelos aditivos para panificação) e com um nível de contaminação do solo insuficientemente estudado;

• cobre de betão cerca de 15 hectares de zona ribeirinha e domínio hídrico público, onde não deveria ser permitido construir de todo, muito menos as volumetrias previstas;

• desfigura todo o vale do Jamor na zona do Estádio Nacional com 5 torres de betão, ultrapassando visualmente a colina do Alto da Boa Viagem; 

• prevê que as 5 torres de habitação, comércio e serviços sejam implantadas quase em cima da foz do Jamor, a escassos metros do rio Tejo, em zona de elevadíssimos riscos naturais, vulnerável aos riscos de cheia (fluvial), inundação (marinha), erosão costeira, carsificação, movimentos de massa, sísmico, liquefacção e tsunami; 

• autoriza a construção de edifícios de habitação e escritórios numa zona em que os níveis de ruído estão muito acima do permitido para este tipo de utilização, com gravíssimos danos para a saúde de quem os vier a ocupar;

• destrói a Praia da Cruz Quebrada, para dar lugar a uma marina; 

• é implantado numa das últimas zonas da margem norte do troço final do estuário do Tejo onde as aves ainda nidificam, estando entre eles espécies protegidas (conforme evidenciado na Avaliação Ambiental Estratégica); 

• prevê a impermeabilização de mais de 95% dos lotes dentro do anel rodoviário (cerca de 91.000m2 num total de cerca de 95.000m2), sendo que a quase totalidade das “zonas verdes” que aparecem no Plano de Pormenor mais não são do que as coberturas dos estacionamentos, provavelmente revestidas a relva de aviário e pouco mais; 

• corta o acesso dos habitantes da Cruz Quebrada às suas próprias casas a partir da A5, prevendo o encerramento do nó do Estádio da A5, obrigando-os a entrar por Linda-a-Velha e atravessar toda esta povoação, condicionando ainda mais o já elevado tráfego nesta zona;

• impede os habitantes da Cruz Quebrada, do Dafundo e de Linda-a-Velha de atravessarem a ponte sobre o Jamor de carro, de mota ou de bicicleta – se quiserem ir para a Marginal, terão de passar a ir até Algés, uma vez que o trânsito nesta ponte fica “reservado” para um eléctrico (será um novo SATU?);

• prevê a construção dum viaduto com capacidade para trânsito pesado por cima do actual cruzamento entre o Estádio Nacional e a Marginal a uma altura de 12m, passando depois mesmo à frente de vários edifícios de habitação da Cruz Quebrada e do Dafundo, um muro de betão e trânsito entre os habitantes e o rio;

• numa zona de trânsito muito difícil e numa das mais congestionadas estradas de Portugal (a Marginal), este Plano de Pormenor prevê induzir uma nova população residente de 620 pessoas, a que se junta uma população flutuante de 920 pessoas, num total de mais de 1.500 pessoas, correspondentes a outros tantos veículos, isto sem contar com os visitantes do hotel, da marina e da zona comercial; 

• despreza imóveis classificados, a ponte sobre o rio Jamor e o Palacete de Santa Sofia, que ficarão paredes meias com o novo viaduto e à sombra de 5 arranha-céus de betão;

• apesar do novo empreendimento imobiliário ficar a salvo do risco de cheias – porque será construído em cima de um “bunker” de betão – o mesmo não se pode dizer das populações das zonas baixas da Cruz Quebrada e do Dafundo, cujo risco será agravado por este projecto, que virá aumentar ainda mais as diferenças de cota entre a margem direita (onde se situa o projecto) e a margem esquerda do Jamor (onde vivem as populações da Cruz Quebrada e Dafundo), potenciando os volumes e os caudais que atingirão estas populações em caso de cheia: a água irá para lá em maiores quantidades e mais depressa (deve notar-se que este risco já tinha sido agravado com a construção do campo de golfe do Jamor que envolveu aterros na zona intervencionada e o aumento da cota do terreno);

• orçamenta apenas cerca de 20 milhões de euros para obras de infra-estruturas, um valor manifestamente optimista (a título de exemplo, refira-se que os viadutos construídos – em 2007 – para acesso à travessia rodoviária do Tejo no Carregado tiveram um custo de construção de €14 milhões/km, um custo significativamente superior ao que se prevê no plano – €4,9 milhões para a totalidade da extensão do viaduto);

• por outro lado, destes optimistas 20 milhões, cerca de 12 milhões serão pagos por entidades públicas, ou seja, por todos nós.

A Liga dos Amigos do Jamor está extremamente preocupada com a possibilidade deste Plano de Pormenor vir a ser aprovado pela CMO e alerta muito particularmente a população da Cruz Quebrada e do Dafundo para esta situação."

"The Walking Dead" chegaram às Eleições Autárquicas de Oeiras

The Walking Dead é uma série de televisão dramática e pós-apocalíptica Oeirense, desenvolvida por Isaltino de Morais e baseada na série de quadradinhos do mesmo nome por Paulo Vistas, Madalena Castro, Ricardo Barros, SMAS Campilho (que se lixe quem paga) , Jorge Vilhena entre outros.
 Vejam um pouco do thriller aqui e desfrutem.




Demasiadas "minhocas"

 Artigo publicado no D.N. de 13.8.2013

 


[...] E isto sem falar no ninho das minhocas das PPP e dos Swaps e dos governantes que estiveram em corpo mas não em espírito.

Porque não ouvem os responsáveis que sabem de cada assunto e deixam de inventar? Porque não estudam ou mandam estudar os dossiers e cuidadosamente optem pela real melhoria do que tem de ser mudado?


Algés – 2013 – 15




Mercado de Algés e entrada na Av. dos Bombeiros


Estamos mesmo em tempo de Eleições

No site da Câmara Municipal de Oeiras há informação detalhada sobre estas obras, de onde retirámos os apontamentos abaixo:


Concluída renovação do Mercado Municipal de Algés
 
   Melhorar as condições de trabalho dos concessionários e, por consequência, de acesso dos consumidores ao mercado, foi o objectivo que presidiu às obras de remodelação levadas a cabo pela Câmara Municipal de Oeiras no Mercado Municipal de Algés.
Os trabalhos prolongaram-se ao longo de cerca de 45 dias e a conclusão da obra é assinalada na próxima quarta-feira, dia 14 de Agosto, às 16h., numa cerimónia que vai contar com a presença do presidente da Câmara Municipal de Oeiras, Paulo Vistas. (…)
O valor total da intervenção foi de 260 mil euros, tendo a autoria e coordenação do projecto sido asseguradas pelo Município (Divisão de Estudos e Projectos), bem como a empreitada e respectiva fiscalização (Divisão de Equipamentos Municipais).
Paralelamente procedeu-se à requalificação do espaço (cerca de 1300 metros quadrados) junto à antiga Praça de Touros de Algés, intervenção que contemplou drenagem, modelação do terreno e plantação de árvores e arbustos.
A obra, no valor de 23 mil euros, permitiu a criação de dois percursos pedonais e duas zonas de estadia.
Também neste caso tanto o projecto (arquitectura paisagista), como a coordenação e execução da obra foram asseguradas internamente, pela Divisão de Espaços Verdes do Município.

Por isso amanhã vai haver festa.

Isaltino Morais não pode ser candidato à Assembleia Municipal de Oeiras


sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Da caixa de comentários


Clotilde Moreira deixou um novo comentário na sua mensagem "O Plano de Pormenor da Margem Norte do Rio Jamor":

...equipamento de propaganda eleitoral (mamarracho) invasor da via de circulação automóvel e pedonal (há 4 anos) ....ninguém tem a coragem de ‘dinamitar’...

Pois é, mas nem a Junta de Freguesia nem os fregueses têm conseguido convencê-los (?) a “empurrar” o “painel/mamarracho” para dentro porque existem canalizações já feitas e, como estavam à espera de resolver este assunto depressa, foi ficando até porque é caro este “empurranço”. E agora como está quase – quase é só esperar um bocadinho mais.



Publicada por Clotilde Moreira em OEIRAS LOCAL a 8 de Agosto de 2013 às 17:03 


quinta-feira, 8 de agosto de 2013

ALTOS INTERESSES


Artigo de Maria Clotilde Moreira, publicado no Diário de Notícias de 8.8.2013

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

O Plano de Pormenor da Margem Norte do Rio Jamor

Confesso que à primeira vista não me choca.  

A maqueta (como todas as maquetas) tem a sua beleza.

Assim fosse a realização.

O projecto não seria uma mal maior para a zona conhecida pela famigerada Lusalite (que me faz recordar um querido amigo de infância que já partiu vítima dos efeitos das poeiras de amianto) e degradação geral, se bem integrado e salvaguardados espaços de usufruto publico.  

Seria bom que houvesse recursos e recursos vindo maioritariamente de investidores privados dispostos a correr riscos no negócio e não apenas dinheiros públicos ou negociatas do tipo PPP, ‘nós pagamos, vocês jogam, vocês ganham, nós voltamos à casa de partida, vocês perdem, nós indemnizamos’.

E o Plano de Pormenor para a restante zona ribeirinha da Cruz-Quebrada até à praia de Algés?

Quem põe na ordem os senhores todos poderosos da APL que encheram de betão uma boa parte da zona ribeirinha de Algés e a vedaram ao usufruto dos munícipes? 

 E o espaço a oeste da antiga Docapesca, parceria da CMO e da CML para a realização da Volvo Ocean que  hoje  lá está,  abandonado e vedado ao público?

Prepotência e desperdício de dinheiros públicos.

A Fundação Champalimaud, bem perto, pela função, pelas benfeitorias realizadas no espaço e que colocou ao dispor do público, mostra bem a boa utilização que se pode fazer dos recursos quando geridos por pessoas sérias e inteligentes.

Voltarei a este tema da zona ribeirinha.

Algés, a minha freguesia, tem outros problemas que não deixarei  de trazer a público e questionar nos locais apropriados. 

Uma pequena amostra: 

·  o lixo da recolha de lixos e recicláveis, frequências de recolha e horários das mesmas,
· equipamento de propaganda eleitoral  (mamarracho)  invasor da via de circulação automóvel e pedonal (à 4 anos) que anunciava a construção do Centro de Saúde Algés que era ‘já,  já,  já’, é que é já… a seguir’. Um perigo para a segurança de todos nós que ninguém tem a coragem de ‘dinamitar’.
·   o elefante branco/foguetão/Igreja de Miraflores,
·   o ‘espaço urbano’ a norte da Rua da Eira,  contornando a rotunda das árvores doentes/ do Alto de Algés (esta rotunda custou 100.000€), que derrocou, ninguém se responsabilizou e nenhuma garantia de obra accionou. Dezenas de milhares de euros para o lixo. A zona está uma degradação. Mais um bom exemplo das loucuras que se fazem em altura de inaugurações para efeitos eleitorais. Gostava de ver o contrato de adjudicação desta obra.
· o parque de estacionamento que está ao abandono no final da Rua Conde de Rio Maior que entronca com a Av.ª  dos Bombeiros Voluntários de Algés, explorado pelo ‘ Lar dos Protegidos  do Isaltino de Morais’  (Parques Tejo).  

Enfim, quem está minimamente atento ao que se fez e faz em Oeiras, sabe bem que o Concelho não é apenas o passeio marítimo, o parque dos Poetas e a Confraria do Vinho de Carcavelos e do 'Leitão de Caxias'.

JS

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Algés – 2013 – 14



Tempo de eleições (?)




Inicio da Av. dos Bombeiros




Há dias que andam máquinas e homens trabalhando neste inicio da Av. dos Bombeiros retirando entulhos, alisando e dando formas de canteiros e criando zona pedonal protegida     





Este pequeno apontamento vem tentar embelezar esta entrada que tem muitas promessas que tardam em concretizar-se. Agora até porque nem há dinheiro…


Algés – 2013 - 13



Tempo de eleições (?)

1 – Largo Com. Augusto Madureira




Como aqui já falámos há tempos a zona pedonal de entrada para o parque estacionamento da Ribeira – Largo Com. Augusto Madureira estava forrada com estas madeiras que em tempos de chuva ficava escorregadiça e aconteceram trambolhões. As várias reclamações foram ouvidas e começaram a remover as madeiras delimitando o espaço obrigando as pessoas a utilizarem a rua.




Acontece que não sinalizaram esta zona e não há informação para os condutores dos carros saberem que há trânsito pedonal neste troço da via.  

2 – Obras no Mercado




As obras estão em curso mas não há nem nas vitrinas nem na Junta de Freguesia qualquer croquis das alterações que vão acontecer. Será que é para criar surpresa? Porque não haverá este detalhe na Junta de Freguesia para os algesinos consultarem? Se eles cumprirem parece que há inauguração a 15 de Agosto (Será feriado?)


segunda-feira, 5 de agosto de 2013

"Renders" do Plano de Pormenor da Foz do Jamor

Plano de Pormenor do Projecto Porto Cruz


MAS QUEM É ESTA GENTE??? O Plano de Pormenor do Projecto Porto Cruz prevê que deixe de se poder circular a pé e de transporte particular (carro, mota), na ponte sobre o Rio Jamor! Como se isso não bastasse, deixa de haver acesso da A5 ao Estádio!!! E se fossem fazer planos de pormenor do seu próprio quintal e nos deixassem em paz??? Que descaramento!
 
 

Paço de Arcos

Paço de Arcos

CDU valida proposta de projecto com Pescadores



….Há entre 40 a 50 barcos em faina normal o que significa a ocupação de cerca de 100 pessoas e outras tantas famílias, muita gente… A questão não é tanto a falta de peixe, mas o aplicarem-se práticas abusivas que acabem com o que resta. Se, por exemplo, forem aplicadas rigorosamente as regras de selectividade das artes (total proibição do uso de redes), há sustentabilidade da actividade, há condições para garantir a sobrevivência desta gente… existem outros problemas… quer outro exemplo? a falta de racionalidade das medidas de protecção das espécies (defeso) associadas a limitações definidas por referenciais geográficos, por zonas… a proibição de pescar, em determinados períodos, devia ser válida para toda a costa e não numa zona… outra medida de defeso que ninguém entende: a proibição de pescar aos fins-de-semana, como é o caso da amêijoa…


Mais informação no site PCP-Oeiras ou no facebook CDU-Oeiras

domingo, 4 de agosto de 2013

Autárquicas em Oeiras e os políticos Yo-Yo




Os políticos Yo-Yo.

A política em Oeiras está definitivamente estranha. Depois de mais de oito anos a assistir a membros do PSD-Oeiras a fazerem a corte ao Isaltino de modo a garantirem uns tachitos  e respectiva subsistência, este ano verifico o estranho fenómeno de autarcas Isaltinos a lançarem-se nos braços do PSD-Oeiras. 

Alguém me explica o que se está a passar?

Recebo na caixa do correio um jornal de campanha do candidato Moita Flores ao lado do Sr. Joaquim Ribeiro, presidente de Junta eleito pelo Isaltino e ainda em funções. Estou incrédulo. Tenho estima pessoal pelo Sr. Joaquim Ribeiro mas não esqueço o clima de guerrilha e acusações pessoais a que me obrigaram (e aos outros membros) a assistir durante 2 anos e meio (não aguentei mais e renunciei entretanto) entre ele e a líder de bancada, minha amiga e ex-companheira Alda Lima.  Agora andam os 2 de 'braço dado' a apoiar o Moita Flores?

Alguém me explica o que se está a passar?

Porque será que os  IOMAF  preteridos nas listas se lançaram nos braços do aliado de sempre PSD-Oeiras desta forma tão cândida e sem mais?

E porque o PSD Oeiras aceitou este apoio?

Alguém me explica o que se está a passar?


O PAÍS... ESTÁ COMO ESTÁ


Artigo publicado no Diário de Notícias de 3.8.2013

sábado, 3 de agosto de 2013

DA CAIXA DE COMENTÁRIOS





José David deixou um novo comentário na sua mensagem "Recordar o Jornalista Carlos Saraiva e prestar tri...":

Hoje recordei o meu Saraivinha. O meu amigo da escola. O meu companheiro de tanta elucubração em conjunto. O meu inseparável compincha das descobertas diárias da adolescência. Aquele em quem confiava tudo, aquele que nada me pedia e que tudo me dava. Aquele que me fazia rir e pensar. Vim à net e digitei o seu nome sendo transportado a este blog. Não conheço o autor mas agradeço-lhe o cantinho que criou.
Hoje recordei melhor o meu amigo Saraiva que às vezes se denominava a si mesmo de Sir Iva (lido à inglesa)
Obrigado


Publicada por José David em OEIRAS LOCAL a 2 de Agosto de 2013 às 20:36


sexta-feira, 2 de agosto de 2013

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Fui ao Bugio



No passado sábado dia 20 de Julho com partida do Porto de Recreio de Oeiras fui com um grupo da Associação Espaço e Memória ao Farol do Bugio.
Este passeio foi organizado pela Junta de Freguesia de Oeiras, com o apoio da Direcção de Faróis e realização da Espaço e Memória, Associação Cultural de Oeiras.




Este farol alumia as noites da barra do Tejo. De dia é um passeio magnifico.
Fomos guiados pelo Amigos José Meco e Joaquim Boiça. Voltaremos a este assunto.  


Mais visitas ao Bugio aqui e aqui

Imagens: Ágata Branco