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quinta-feira, 18 de março de 2010

Bata com a porta!

Li no OL que Isabel Meirelles pediu a suspensão do mandato na CMO e refere que o PSD tem de acabar com a promiscuidade existente com o IOMAF.

Isabel; (permita-me que a trate assim)

Não peça a suspensão do mandato. Faça um favor a todos os munícipes que vivem no concelho e que se sentem defraudados, bata com a porta mesmo e diga tudo o que todos nós já sabemos e quem ainda não sabe, suspeita: O PS e o PSD em Oeiras desde sempre apoiaram directa ou indirectamente o Isaltino Morais. Estão-se nas tintas para a ética, transparência, dignidade e honestidade que devem presidir ao exercício das funções públicas.

O compadrio e as suspeitas de corrupção e um presidente condenado pela Justiça bastava, em qualquer país democrático, para uma condenação social violenta. Em Portugal no concelho de Oeiras reelegeram-no.

E sabe, conseguiram-no também porque o PSD/Oeiras lhe boicotou as listas, e todos tentam abafar esse escândalo, inclusive a direcção do seu próprio partido. E conseguiram-no porque o PS também lhe interessava a manutenção do "status quo". Interesses!

Usaram-na, dito muito friamente.

Eles são assim. Neste "caldinho oportunista" privaram Oeiras e os seus munícipes de um futuro e consequentemente de esperança.

Portanto, resta-lhe, se me permite esta opinião radical e directa, o bater com a porta e a denúncia pública mas incisiva e contundente desta promiscuidade. Diga-o com todas as letras com a coragem que a força da razão lhe dá.

E, se acredita que Oeiras ainda pode ser um concelho asseado (como dizia o mestre), organizemo-nos todos para uma candidatura de cidadãos independentes para varrer de vez estes oportunistas.

Não se cale! No seu grito e na sua voz conte connosco, mas sem PS ou PSD à mistura.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

O tratado de Lisboa e a corrupção

por Isabel Meirelles
Ontem

O caso é que o combate à corrupção não está na agenda dos governos há demasiado tempo.

Com grande estrondo mediático e foguetório entrou em vigor o Tratado de Lisboa. José Sócrates, ofereceu-se para ser o anfitrião da festa e o protagonista central do evento e, assim, a capital portuguesa foi palco da cerimónia junto à emblemática Torre de Belém.

O evento conta como cabeça de cartaz com o próximo presidente permanente do Conselho Europeu, o ignoto Herman Van Rompuy, primeiro-ministro da Bélgica que, assim, interrompe funções e também da desconhecida Catherine Ashton para a chefia da diplomacia europeia. Desta forma, o arranque deste Tratado não prenuncia nada de bom.

Para já ninguém o vai ler, a menos que a isso seja obrigado. As personagens envolvidas são desconhecidas e desinteressantes. Depois, todo o processo envolvente de génese e de ratificação é opaco e, mesmo, manhoso. Apenas para dar um pálido exemplo, a nível do sistema decisório, o Conselho Europeu pode deliberar, de forma unânime, que um determinado domínio da acção da União passe da regra da unanimidade à da maioria qualificada.

Significa isto que um Estado deixa de ter um verdadeiro direito de veto se todos concordarem, num determinado momento, que assim vai ser, sujeitando doravante os países à tirania da maioria e não ao travão da unanimidade. Eu sei que razões de eficácia institucional o recomendam, mas a qualidade dos políticos europeus e nacionais não o aconselha, a começar por Portugal, passando por Itália, Reino Unido ou França.

No Tratado, fundamentalmente, só se fala em direitos e omitem-se os deveres, designadamente dos Estados e das pessoas que os governam, que devem não só estar acima de qualquer suspeita, como devem dar um exemplo de vida e de comportamento. Nunca vi nem nestas nem noutras negociações de Tratados anteriores, por exemplo, esboçar-se sequer a tentativa de inserir normas inequívocas a favor de uma política anti-corrupção nos seus vários aspectos e cambiantes.

Só que agora com o novo Tratado, um grupo de pelo menos um milhão de europeus pode obrigar a Comissão Europeia a apresentar propostas legislativas relacionadas com esta e outras questões. O caso é que o combate à corrupção não está na agenda dos governos há demasiado tempo.

Depois queixam-se que os cidadãos não se interessam pela União e que há um divórcio entre governados e governantes. É natural que assim seja, enquanto não se fizer um esforço para exigir um comportamento ético e moral dos seus decisores. Aí os europeus perceberiam, que os outros, os grandes, têm tantos ou mais deveres que eles meros cidadãos incógnitos e que esta Europa pode servir, pelo menos, como guardiã da degradação acelerada de valores a que, de forma quase impotente, hoje assistimos.

domingo, 29 de novembro de 2009

Convento franciscano do século XV dá lugar a condomínio de luxo

A Quinta São José Ribamar, antigo convento do século XV, em Algés, vai ser transformada num condomínio de luxo, com investimento de 20 milhões de euros, mas o património recuperado poderá vir a ser visitado pelo público em geral

«O convento era dos frades arrábidos, da serra da Arrábida, no século XV e os documentos mais antigos mostram o convento dando directamente no rio Tejo. Da estrutura conventual ainda existe uma igreja, o claustro e dois jardins: um com peças tropicais como o dragoeiro e um jardim geométrico francês», explicou o arquitecto responsável pelo projecto, Gonçalo Byrne.
«Com o passar do tempo foram sendo construídas casas sem preservar o património onde eram as quintas. E hoje está tudo degradado», acrescentou.
O novo condomínio prevê a construção de 21 apartamentos (com uma altura máxima de três andares térreos), localizados maioritariamente nos terrenos dedicados à agricultura, 78 lugares de estacionamento subterrâneos e piscina.
Da estrutura conventual, o projecto prevê a recuperação da capela, do claustro, de um pátio interior, de uma antiga instalação dedicada à lavoura e às cavalariças, os jardins e a muralha circundante da Quinta (construída mais tarde).
Três habitações vão reutilizar o património histórico: uma habitação será construída à volta do claustro, outra em redor de um antigo pátio, com vista para ele, e uma terceira integrará as cavalariças. Os jardins serão integralmente recuperados.
A promotora da obra, a RAR Imobiliária, disse que o investimento na obra é 20 milhões de euros, incluindo a compra da quinta ao anterior proprietário e as obras de recuperação, e que os trabalhos deverão iniciar-se no segundo semestre de 2010.
Segundo a mesma fonte, a Quinta passará a ser um condomínio de luxo mas «poderá ser pensado um horário para o claustro e a capela serem visitados», embora essa venha a ser uma decisão dos condóminos.
O projecto inclui também a construção de um passadiço entre a Quinta e o terrapleno de Algés, facilitando o acesso dos condóminos e da população em geral ao Tejo, uma contrapartida da Câmara Municipal de Oeiras para aprovar a obra.
O projecto foi aprovado com maioria na última reunião de Câmara, com votos contra do vereador comunista Amílcar Campos e da vereadora social-democrata Isabel Meirelles que salientaram «o atentado patrimonial» e a «falta de espaços verdes na zona», argumentos negados pelo presidente de Câmara, Isaltino Morais.

Lusa / SOL

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Da caixa de comentários

Anónimo deixou um novo comentário na sua mensagem "Em princípio????"

Perdão, Eu sou funcionário da Autarquia (não do tino), não sou corrupto, e não me revejo nesta gente nem neste país!!
Sigo os desenvolvimentos politicos do concelho, não tenho cor politica, mas tenho vergonha, muita vergonha, e penso que no PSD de Oeiras falta muita vergonha. Mas se tal facto é mau, o pior é olhar para a Distrital e a Nacional, e ninguém querer acabar com este enxovalho continuo do PSD, que tem pessoas a trabalhar para candidaturas independentes prejudicando claramente o Partido. Penso que Isabel Meireles deveria partir a loiça, e expulsar toda a gente que se sabe que não está com o partido!!Perdiam-se militantes, mas ganhava-se um partido!!!


Publicada por Anónimo em OEIRAS LOCAL a 13 de Outubro de 2009 23:04

Em princípio????

"A vitória de Isaltino Morais é legítima e aceito-a democraticamente, mas é preocupante porque simboliza a complacência, o exercício opaco do poder e de acordo com interesses. Oeiras é a nova Felgueiras", disse Isabel Meirelles.
Perante a queda para terceira força política e a perda de cerca de 15 pontos percentuais face a 2005, a candidata social-democrata atribuiu a responsabilidade aos dois presidentes das secções do seu partido em Oeiras: Alexandre Luz (Oeiras) e Helena Lopes da Costa (Algés).
"Os presidentes das secções têm de assumir a responsabilidade política. A secção de Algés não fez campanha. A de Oeiras fingiu que fez. Têm de assumir responsabilidades e a seu tempo os problemas serão resolvidos", disse Isabel Meirelles.
Questionada sobre os dois vereadores que foram eleitos pela sua coligação, a candidata disse que decidirá o que fazer na segunda-feira, consoante aquilo que a sua "consciência ditar", mas que "em princípio" não aceitará pelouros e fará "oposição a Isaltino Morais".

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Isabel Meirelles com Paulo Portas hoje de manhã em Algés



Paulo Portas esteve hoje de manhã em Algés a apoiar Isabel Meirelles e a coligação Mais Oeiras. Presentes estiveram também António Carlos Monteiros, Pedro Mota Soares, Gonçalo da Câmara Pereira, e os candidatos da coligação Mais Oeiras a Presidente de Junta, Alda Lima (Algés), Daniel Conceição (Carnaxide) e alguns representantes da lista de José Pedro Barroco à JF de Linda-a-Velha.

Fotos: Paulo Lopes

Quanto mais caladinhos, melhor



Visto n' O Verdadeiro Porto Salvo

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Sem dúvidas existenciais

Da entrevista de Isabel Meirelles ao Jornal i


Conhece bem a realidade europeia: acredita que, numa democracia consolidada, seria normal um candidato a contas com a justiça ter a vantagem que as sondagens dão neste momento a Isaltino Morais?

Não, não seria normal. Basta recordar Helmut Khol. Por uma suspeita de um saco azul - que nem sequer foi a tribunal - largou a chancelaria para se apresentar à justiça. Em países de boa tradição ética, basta uma suspeita, não uma condenação em tribunal, as pessoas tomam a iniciativa de se afastar.

Se estivesse no lugar de Isaltino não se candidatava?

Nem me imagino no lugar dele. Ninguém actuando normalmente teria a pretensão de se candidatar à câmara. Mas os nossos padrões não são os germânicos... estão mais próximos dos da América Latina.

Isabel Meirelles: "Perestrello foi cúmplice de Isaltino"

Autárquicas

por Gonçalo Venâncio e Sónia Cerdeira, Publicado em 07 de Outubro de 2009

Candidata da coligação PSD/CDS/PPM acusa Isaltino e Perestrello de serem, por razões diferentes, "candidatos a prazo"

É no meio de um dia agitado de campanha eleitoral que Isabel Meirelles fala ao i. Com uma voz pausada e suave, revela a sua paixão por Oeiras. A mesma voz pausada e suave com que desfere duros ataques a Isaltino Morais e Marcos Perestrello. É o percurso improvável de uma mulher que deixou de ser "treinadora de bancada" e trocou os corredores de Bruxelas pela guerra de Oeiras: "um combate muito, muito duro".


Toda a sua vida profissional foi dedicada à política e ao direito europeu. Como chegou até aqui?

Fui convidada, repensei, tive outros convites... mas achei que a candidatura a Oeiras não era uma candidatura qualquer. Era uma candidatura de valores. Resolvi deixar de ser treinadora de bancada e decidi intervir activamente na vida política. De repente, vinda da Europa aterrei em Oeiras, embora viva há muitos anos na Cruz Quebrada.

Aparentemente há duas escolhas: a continuidade, com Isaltino Morais; e a mudança, consigo ou com Marcos Perestrello. Por que razões o ciclo de Isaltino Morais está esgotado e qual é a diferença, relativamente ao PS, na sua proposta de mudança?

Nós somos o futuro e, já agora, nenhuma das outras candidaturas é a mudança. Explico porquê: enquanto Isaltino Morais esteve ligado ao PSD, as coisas em Oeiras funcionaram. Neste último mandato, Isaltino Morais perdeu ambição, perdeu força, parou o concelho.

E Perestrello não é a mudança...

Marcos Perestrello não é o futuro. Veio de Beja, passou pela vice-presidência da Câmara Municipal de Lisboa onde não conseguiu resolver qualquer problema. E está a piscar o olho a uma amante que não pode descartar, o governo. É obviamente o sítio para onde quer ir. Também não nos podemos esquecer que o PS está em coligação com o Movimento Oeiras Mais à Frente - liderado por Isaltino - desde o primeiro dia nos últimos quatro anos.

Mas o PSD também teve um vereador

no executivo de Isaltino Morais...

Verdade, mas apenas durante um ano e meio e em pelouros marginais. Já o Partido Socialista teve responsabilidade em pelouros extraordinariamente importantes, como habitação social e revisão do PDM. O PS é cúmplice da má gestão dos últimos quatro anos, ao contrário do que sucedeu quando Isaltino Morais tinha uma equipa social-democrata.

Marcos Perestrello está a prazo?

Exactamente. Na verdade, há dois candidatos a prazo: um por razões pessoais e outro por razões políticas. Nós temos um projecto para 12 anos.

Quais são as suas linhas de força para Oeiras?

Queremos pôr Oeiras no coração da Europa. Mais do que ser um concelho de referência a nível nacional, queremos que seja uma cidade de excelência a nível internacional. Queremos que Oeiras seja um concelho digital, começando pela câmara. Queremos levar a autarquia à casa dos cidadãos: para que os processos sejam mais céleres e sobretudo mais transparentes. Tudo isto traduz o nosso desejo de ter uma boa governança em Oeiras. Neste sentido, iremos também fazer uma auditoria externa e queremos sobretudo um código de conduta e um plano - exigido pelo Tribunal de Contas e que esta câmara não tem - contra a corrupção e infracções conexas. Outra linha forte é a revisão do Plano Director Municipal: para se construir com regras e não para abusar delas. Terceira linha - e especialmente importante para nós - mais protecção social.

Quando propõe uma auditoria externa significa que tem desconfianças sobre o estado financeiro da câmara?

Temos muitas dúvidas. E as auditorias servem para isso mesmo: esclarecer dúvidas e detectar bloqueios.

Como é que a coligação olha para obras como o Satu?

É um elefante branco que dá 10 mil euros de prejuízo por dia. A coligação não gosta do Satu, é um prejuízo. Deve ser repensado e reavaliado.

Reconhece mérito a Isaltino Morais?

Friso que Isaltino Morais teve muito mérito. E nós, oeirenses, estamos muito agradecidos por aquilo que ele fez. Mas atenção: é preciso dizer que não foi obra de um homem só. Foi de uma grande equipa social-democrata. Nos últimos quatro anos, Isaltino Morais mudou de equipa, aliou-se ao PS e isso foi a receita para a desgraça que está à vista. Marcos Perestrello não tem razões para atacar Isaltino Morais porque foi seu cúmplice.

Conhece bem a realidade europeia: acredita que, numa democracia consolidada, seria normal um candidato a contas com a justiça ter a vantagem que as sondagens dão neste momento a Isaltino Morais?

Não, não seria normal. Basta recordar Helmut Khol. Por uma suspeita de um saco azul - que nem sequer foi a tribunal - largou a chancelaria para se apresentar à justiça. Em países de boa tradição ética, basta uma suspeita, não uma condenação em tribunal, as pessoas tomam a iniciativa de se afastar.

Se estivesse no lugar de Isaltino não se candidatava?

Nem me imagino no lugar dele. Ninguém actuando normalmente teria a pretensão de se candidatar à câmara. Mas os nossos padrões não são os germânicos... estão mais próximos dos da América Latina.

Adversários seus dizem que não foi a primeira escolha do PSD para Oeiras. Isso fragilizou-a?

Não sei se fui a primeira ou a 50.a escolha. Só sei que se fosse fácil havia alguém que teria aceite antes de mim. Isto não fragiliza a nossa campanha. Torna-a muito mais forte.

Gostava de ter Manuela Ferreira Leite ao seu lado na campanha?

Todos os que possam ajudar nesta quase cruzada pela ordem em Oeiras são bem-vindos. Convidámos a dra. Ferreira Leite mas sabemos que tem uma agenda pesada.

Depois da Senhora Europa, gostava de ser a Senhora Oeiras?

Gostava que Oeiras fosse conhecida pela Senhora Europa.


http://www.ionline.pt/conteudo/26496-isabel-meirelles-perestrello-foi-cumplice-isaltino


Dúvida existencial

Sobre a entrevista de Isabel Meirelles ao i:

(...) Explico porquê: enquanto Isaltino Morais esteve ligado ao PSD, as coisas em Oeiras funcionaram.

Como é que a coligação olha para obras como o Satu?
É um elefante branco que dá 10 mil euros de prejuízo por dia. A coligação não gosta do Satu, é um prejuízo. Deve ser repensado e reavaliado.

Reconhece mérito a Isaltino Morais?
Friso que Isaltino Morais teve muito mérito. E nós, oeirenses, estamos muito agradecidos por aquilo que ele fez. Mas atenção: é preciso dizer que não foi obra de um homem só. Foi de uma grande equipa social-democrata. Nos últimos quatro anos, Isaltino Morais mudou de equipa, aliou-se ao PS e isso foi a receita para a desgraça que está à vista.
Gostaria de saber, Dra. Isabel Meirelles, se o SATU foi obra de uma equipa em que tudo correu bem ou de Isaltino, nestes últimos quatro anos. Como foi inaugurado em 2004 quer-me parecer que...
(de resto, tem razão em quase tudo o que diz)

Isabel Meirelles em campanha no comboio





Isabel Meirelles acompanhada de Gonçalo da Câmara Pereira, Ricardo Rodrigues, candidato à vereação da Câmara Municipal de Oeiras, Alda Lima, candidata a Presidente da Junta de Freguesia de Algés e de outros elementos da Coligação Mais Oeiras andaram hoje de manhã de comboio entre as estações de Oeiras e Algés, em campanha junto daqueles que todos os dias utilizam este meio de transportes.

Esta acção de campanha foi acompanhada por uma equipa de reportagem da RTP, que aproveitou as várias viagens para entrevistar Isabel Meirelles.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Quem está, está, quem não está, temos pena!

A acção de campanha realizada esta manhã em Linda-a-Velha contou com uma forte chuvada que afastou não só Ferreira Leite, mas também os oeirenses. A arruada foi pouco animada e Isabel Meireiles instada a comentar a ausência da líder e a presença de Passos Coelho, declarou que «todas as pessoas responsáveis do PSD foram convidadas, incluindo a Dr. Manuela Ferreira Leite. Independentemente das simpatias. Oeiras é mais que uma luta política, é uma luta pela moral, pela ética e pelos bons costumes. Portanto, quem quis vir fazer este combate, mais do que político, não queremos que isto seja um concelho da América Latina, em nome desses valores, é bem-vindo. Quem não quer vir, temos muita pena», declarou aos jornalistas.

Isabelinha marcou pontos!

domingo, 4 de outubro de 2009

Feira de Solidariedade em Linda-a-Velha





Ontem, dia 3 de Outubro, decorreu durante todo o dia a Feira de Solidariedade, acção promovida pela lista da Coligação Mais Oeiras à Assembleia de Freguesia de Linda-a-Vellha encabeçada por José Pedro Barroco e que visou a recolha de alimentos não perecíveis, roupas e brinquedos, para serem entregues à "Ajuda de Mãe", à "Novo Futuro" e à "Casa do Parque".

À tarde Isabel Meirelles contactou com diversos populares junto ao Pingo Doce e com diversos taxistas, que aproveitaram a ocasião para exprimir à nossa candidata o seu desagrado pela falta de cumprimento de diversas promessas por parte do actual presidente da Câmara e que visavam a criação de melhores condições junto à praça de táxis, para que os taxistas possam estar enquanto aguardam os seus clientes, nomeadamente a existência de uma casa de banho.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Onde é que eu já ouvi isto?

"Basicamente propomos um metro ligeiro de superfície com uma rede que ligue os grandes parques empresariais"
Isabel Meirelles, no DN
A última vez que alguém teve essa ideia surgiu isto:

Por isso, Dra. Isabel Meirelles, o que pretende fazer do SATU? Pôr o metro de superfície lá em cima? Construir mais viadutos? E os seus apoiantes, que tão entusiasticamente se insurgiram neste blog contra a ideia de Marcos Perestrello de fazer um metro de superfície, gostam da ideia?

ISABEL MEIRELLES

Oeiras
"Isaltino vive à sombra dos louros da gestão passada"
DN por EVA CABRAL Hoje














Isabel Meireles é a aposta forte de PSD e CDS/PP em Oeiras. Retirar a Isaltino Morais o comando do concelho, disputando voto a voto a mesma base eleitoral, e dar conteúdo a uma acção política de base ética - eis o desafio da candidata.

Quais as suas expectativas para 11 de Outubro?

Espero ter a maioria absoluta. Quero ganhar e incluir. Ter uma gestão participativa e inclusiva de todas as pessoas. E que abranja os serviços, os promotores imobiliários e os munícipes - estes são sempre os primeiros interessados.

Os partidos da coligação deram especial apoio à sua candidatura. O mandatário é Paulo Rangel, para a Juventude o líder da JSD e o candidato à assembleia municipal é o líder parlamentar do CDS. Como interpreta estes apoios?

Como uma vontade clara de ganhar Oeiras. Não se aposta a nata dos políticos da coligação se não existir uma vontade muito firme de defender valores e de ganhar o concelho.

E se ganhar sem maioria absoluta? Com quem vai garantir a governabilidade do município?

Depende da correlação de forças. Farei alianças com quem estiver melhor colocado, o que tem a ver não só com os partidos mas também com a competência das pessoas candidatas a vereadores.

Aceitará como vereadores quaisquer dos seus concorrentes, mesmo os da lista de Isaltino [de] Morais?

Todos os que quiserem colaborar, mas isso tem de ser visto casuisticamente. Em função das pessoas e da correlação de forças.

Vereadores de vários partidos ou um executivo politicamente compacto? Que prefere?

Vereadores do mesmo partido têm, naturalmente, muito mais hipótese de se entenderem. Mas não sofro de partidarite. Respeito a competência de pessoas que são de partidos diferentes. Valorizo dois factores: a competência e a lealdade.

No lançamento da sua candidatura falou da necessidade de mais transparência na acção autárquica...

Neste momento, existe, infelizmente e de forma generalizada, uma suspeição sobre o poder local. E isso tem de terminar. Mas isso não é só a nível do poder local, também no poder central existe opacidade.

Abordou a questão da ética na política e isso leva-nos ao caso Isaltino [de] Morais. Como vê a candidatura do ex-autarca-modelo laranja?

Enquanto Isaltino [de] Morais teve uma equipa social-democrata fez um bom trabalho. Como um autarca é aquilo que for a sua equipa, a partir do momento que deixou de ter equipa, o que aconteceu nestes últimos quatro anos, as coisas desmoronaram-se. Vive à sombra dos louros do que foi a gestão passada.

Oeiras é o concelho de Portugal com a maior percentagem de licenciados. Como rentabilizar esse factor?

De licenciados e de pessoas com outra formação, como mestrados e doutoramentos - o que é um elemento facilitador da passagem das nossas ideias, valores e visões.

Com essa realidade coexistem ainda graves problemas sociais em Oeiras. Que soluções propõe?

Foi bom a erradicação das barracas e a criação de bairros sociais. Mas muitas deles têm ainda problemas sérios e que se refletem na área da segurança ou que são factores de exclusão. Mas a minha maior preocupação em relação a Oeiras é hoje a classe média, que tem sido esquecida. Barcarena e Porto Salvo são manifestamente freguesias esquecidas e que não o merecem.

E que propostas tem para essa duas freguesias?

Antes de mais é preciso apostar na acção social. As famílias de classe média têm dificuldade no apoio à infância e aos idosos e não existem, a preços equilibrados, nem creches nem lares de terceira idade.

Na exposição dos 250 anos do município estão as maquetas de 25 projectos. O que lhes vai fazer?

Vou reavaliar os projectos que estão em diversas fases. Uns estão aprovados, outros adjudicados, outros já em execução, mas o passado não se deve deitar fora. Vamos, portanto, reavaliar e aproveitar os que sao bons projectos, e parar aqueles que podem que o não são.

Que ideias tem para resolver problemas como os da mobilidade e das acessibilidades, designadamente entre o interior e o litoral de Oeiras?

Basicamente propomos um metro ligeiro de superfície com uma rede que ligue os grandes parques empresariais, que é o que advogam os especialistas. Mas a proposta final exigirá ainda bastante estudo. Por isso temos a trabalhar connosco um desses especialistas, o Professor Pompeu dos Santos.

Oeiras integra o grupo restrito dos concelhos contribuintes líquidos...

Mas parece que as comemorações dos 250 anos e as muitas festas e inaugurações levaram boa fatia...

Como manter Oeiras como autarquia rica? Vai continuar a aposta nos parques empresariais?

Coisas bem feitas, iremos prossegui-las. E a aposta tecnológica parece um caminho a reforçar para se trazer mais empresas para o concelho.

Se conseguir a vitória qual o seu plano para os primeiros 100 dias?

Promover uma auditoria externa que detecte vulnerabilidades e também identifique potencialidades.

Qual o seu projecto para Oeiras?

Que seja um concelho de excelência e de referência não só a nível nacional mas também europeu.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

ISABEL MEIRELLES e a "Coligação Mais Oeiras"

NOTAS DE CAMPANHA - 10 DE SETEMBRO 2009

Isabel Meirelles, cabeça de lista pelo PSD, acompanhada pelos Candidatos a Vereador pela Coligação Mais Oeiras, Ricardo Lino Rodrigues e Isabel Sande e Castro, deu início às suas visitas aos múltiplos serviços da Câmara Municipal de Oeiras



Fotos: Mara Duarte

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Isabel Meirelles em entrevista ao DN

EXCLUSIVO OL
(desta vez é mesmo a sério)


Foto exclusiva para o OL do momento em que Isabel Meirelles é entrevistada para o Diário de Notícias (entrevista publicada nos próximos dias) cedida pela Coligação Mais Oeiras, à qual agradecemos o 'presente'.

ISABEL MEIRELLES e a Coligação Mais Oeiras

8.9.2009 - Isabel Meirelles (PSD) visitou Barcarena, acompanhada do Candidato à Junta de Freguesia pela Coligação Mais Oeiras, Luís Rocha, tendo ainda a companhia de Anabela Bento, do CDS-PP, de Jorge Pracana, Candidato à Assembleia Municipal de Oeiras e de demais Candidatos.




9.9.2009 - Isabel Meirelles visitou de manhã: Dafundo - Unidade de Saúde Familiar e Bairro Clemente; Caxias - Contactos com comerciantes e população; Algés - Visita ao centro de dia Madre Maria Clara.




Fotos: Mara Duarte e Paulo Lopes