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domingo, 8 de dezembro de 2013

CADERNOS DO MUSEU DA PÓLVORA NEGRA


Lançamento online do Nº5 dos CADERNOS DO MUSEU DA PÓLVORA NEGRA 

A Fábrica da Pólvora de Barcarena e a 1.ª República






quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Do Grupo de Amigos do Museu da Pólvora Negra


Dando início ao nosso plano de actividades para o ano de 2013, temos o prazer de a convidar a assistir à palestra "Barcarena no século XVIII - A Terra e a Gente" integrada nas "Conversas de Domingo" com que nos estreamos no debate de temas interessantes, que rodam à volta do Museu da Pólvora Negra, como sabe.

Para o próximo dia 3 de Março - Domingo às 11H00 - será o  Dr. Jorge Miranda, professor, historiador, investigador e Amigo do Museu (onde é também 1º Vogal da Direcção), a dar-nos a sua prestimosa colaboração na condução do tema referido.

Junto anexo um alusivo cartaz/convite, com que agradecemos ajude a divulgar esta iniciativa do Grupo de Amigos do Museu da Pólvora Negra. Leve convidados. 
 
 

terça-feira, 22 de setembro de 2009

ISABEL MEIRELLES - Coligação Mais Oeiras

Apresentação Candidatura Coligação Mais Oeiras - Freguesia de Barcarena
Salão Nobre dos Bombeiros Voluntários de Barcarena
Terça-feira, 22 de Setembro de 2009 20:00


quarta-feira, 29 de abril de 2009

BARCARENA - Feira Medieval

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Corpo Nacional de Escutas

Agrupamento 1278 Barcarena

terça-feira, 21 de abril de 2009

“Câmara de Oeiras aprova loteamento de comércio e serviços junto à Lisgráfica”

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Cidadania Queluz 21 Abril 2009

Oposição municipal alerta para impactos do empreendimento sobre o já caótico tráfego rodoviário naquela zona, num dos principais acessos da zona ao congestionado IC19

A Câmara de Oeiras aprovou um loteamento comercial e de serviços nos terrenos da Lisgráfica, em Queluz de Baixo. O empreendimento é contestado pela oposição municipal por agravar o congestionamento de uma das principais artérias da freguesia de Barcarena e por trocar as áreas de cedências previstas na lei por uma contrapartida de 535 mil euros para os cofres camarários.

O executivo de Oeiras aprovou, com votos contra do PSD e da CDU, uma proposta do presidente da autarquia, Isaltino Morais, para uma operação de loteamento numa parcela de terreno situada junto ao nó da CREL, em Queluz de Baixo. Numa área de pouco mais de dez hectares, o projecto visa a edificação de uma área bruta de construção de 83.297 metros quadrados, dos quais 20 mil em cave. A área destinada a comércio é de 7442m2 e para serviços ascende a 8830m2, sendo o resto ocupado por armazéns.
(...)
O projecto mereceu a oposição de eleitos do PSD e da CDU. O social-democrata José Eduardo Costa lamentou que o empreendimento “não preveja as áreas de cedência para equipamentos públicos e zonas verdes”: “Havendo carência na freguesia de espaços verdes e equipamentos não se justifica que se prescinda deste tipo de áreas a troco de 120 euros por metro quadrado.” O autarca do PSD salientou também que “o loteamento irá agravar as condições de tráfego já difíceis em Queluz de Baixo”.

“Isto é especulação imobiliária pura”, acusou, por seu lado, o vereador Amílcar Campos, para quem o regulamento do PDM apenas admite a instalação de serviços como “actividades complementares à actividade industrial”, o que, no seu entender, não se verifica neste caso. Até porque a empresa gráfica ocupa os terrenos com um arrendamento de longa duração e nada tem a ver com a operação imobiliária. Para além da violação das normas do PDM, o eleito da CDU também salienta que se trata “de uma das zonas mais congestionadas de acesso a Queluz de Baixo” e que as medidas apontadas pelos serviços camarários “não vão resolver o problema de maior concentração de viaturas na zona”.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

BARCARENA

Mudança política na autarquia retirou instalações aos escuteiros

A Câmara Municipal de Oeiras em 2005 tinha atribuído ao agrupamento de escuteiros de Barcarena umas instalações, já com projectos feitos e financiamentos aprovados para obras de reabilitação de um pequeno imóvel do século XVIII degradado há mais de 25 anos, mas a ultima mudança política da autarquia, quer da Câmara Municipal de Oeiras, quer da Junta de Freguesia de Barcarena, fizeram em 2007 inverter esse compromisso, sendo depois negada tal pretensão da população da freguesia que mantém, em lugar impróprio (cerca de 45 m2) mais de uma centena de crianças que não dispõe de espaço educativos alternativos, uma situação que gerou alguma indignação e revolta nos pais e familiares das crianças e jovens escutistas barcarenenses.

De referir que o agrupamento escutista de Barcarena foi fundado por iniciativa de um grupo de munícipes naturais da freguesia, que para tanto se associaram à paróquia local, porque durante as suas infâncias nos anos de 1950 e 1960, nunca dispuseram de espaços e lugares ocupacionais e educativos alternativos às seculares colectividades, um modelo em desuso, onde em muitos casos apenas se jogavam bola e frequentavam espaços de menor pendor ocupacional e educativo, que nalguns casos extremos, até comportam factores de risco e aditivos.

Os tempos mudaram, desde então passaram mais de 50 anos, as alterações culturais e educativas no Mundo são imensas e muito profundas e a verdade é que aqui, no concelho de Oeiras, em muitos casos, não as tem sabido acompanhar, social, culturalmente e politicamente.

Como este assunto foi noticiado em Março de 2007 por um grupo de dirigentes associativos nascidos e residentes na Nossa freguesia, através do website da ADADE, imediatamente o autarca local denunciou o assunto junto do presidente da autarquia de Oeiras, que como medida de retaliação e sem fundamento, retirou à AMRAD (que não tem nada a ver com o assunto em apreço) todos os apoios associativos atribuídos pela Câmara Municipal de Oeiras, e vai mais longe, proíbe um dos directores da referida AMRAD (um autarca local eleito pelo PSD) de entrar nas instalações da autarquia, situação que se mantém desde então.

De referir que as anteriores instalações atribuídas ao escutismo da Nossa freguesia, estão hoje amplamente divulgadas como sendo destinadas a habitação jovem, quando os nossos filhos e netos, continuam há vários anos, sem espaços de acolhimento, e mais, sem habitação jovem desde sempre.

Das crianças nascidas e crescidas na freguesia de Barcarena entre os anos de 1950 e 2000, mais de 90% delas tiveram e continuam a ter de abandonar o concelho de Oeiras e irem viver para os concelhos limítrofes mais baratos, embora aqui tenham sido alojados milhares de imigrantes nos últimos 15 anos.

Barcarena perde património. Cada dia mais, as instalações locais os imóveis antigos legados pelos barcarenenses, e que podem e devem ser reabilitados, são sistematicamente oferecidos a pessoas e organismos exteriores, todos eles vindos de fora do concelho de Oeiras e da própria freguesia de Barcarena, uma situação que está a suscitar uma natural indignação na população, desperta para estes assuntos.

A posição do actual executivo da freguesia é a de apoiar todas estas medidas, ignorando o esforço e até o sofrimento destas famílias e jovens de Barcarena. Impondo medidas de exclusão (veladas) a quem diverge desses pontos de vista.

terça-feira, 17 de junho de 2008

MUSEU FAZ DEZ ANOS

Os dez anos do Museu da Pólvora Negra são comemorados com várias iniciativas que decorrem de 17 de Junho, dia do aniversário, até ao final do ano. Momentos de poesia, exposições, massagens de Shiatsu e música são algumas das actividades que assinalam a primeira década deste espaço museológico do concelho de Oeiras.
CMO

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Moradores de Tercena contestam plano habitacional da Câmara de Oeiras


Autarquia quer habitação a custos controlados junto à ribeira de Barcarena, mas os residentes dizem que o local não tem condições e estranham pressa na aprovação do projecto

A construção de 72 habitações em regime de custos controlados, por iniciativa da Câmara de Oeiras, está a ser contestada por cidadãos residentes em Tercena, nas imediações do local onde a autarquia pretende erguer o bairro. De acordo com os adversários do plano habitacional, a localização escolhida - um lote cedido ao município junto à Ribeira de Barcarena e perto da antiga Fábrica da Pólvora - é inadequada e levará à descaracterização de um importante vale, até aqui preservado.
Alertados há cerca de dois meses pela realização de levantamentos topográficos num terreno ocupado por hortas e situado entre a Estrada do Cacém, paralela à ribeira de Barcarena, e uma zona de antigas moradias no limite urbano de Tercena, os moradores ficaram estupefactos quando se aperceberam de que a câmara queria ali construir um conjunto habitacional. Mais surpreendidos ficaram quando tomaram conhecimento de que o vereador da habitação social, o socialista Emanuel Martins, assinara no dia 18 de Abril a proposta de lançamento de um concurso público para a concepção, construção e aquisição dos fogos a construir naquele local ao abrigo de um Contrato de Desenvolvimento Habitacional. Motivo da surpresa: 18 de Abril foi o dia seguinte àquele em que um representante dos moradores se reuniu com a directora de Urbanismo e Habitação, Antónia Lima, para lhe transmitir as objecções ao projecto.
Carta de protesto
Sem retirar quaisquer ilações desta coincidência, os moradores limitam-se a estranhá-la, sublinhando-a numa carta de protesto que dirigiram na passada semana a cerca de duas dezenas de entidades. Além disso notam que a directora municipal, conforme consta da ficha de atendimento por ela elaborada, manifestou, na reunião do dia 17 de Abril, "a total disponibilidade da câmara para ponderar, técnica e politicamente, uma exposição que o interessado considerou apresentar".
Sem saberem que Emanuel Martins formalizara de imediato a proposta pouco depois aprovada pela câmara e de imediato enviada à assembleia municipal, os moradores dirigiram a 21 de Abril uma exposição ao presidente da câmara, Isaltino Morais, em que enunciam todas as suas reservas e pedem para ser reconsiderada a localização do bairro. A resposta foi conhecida em meados de Maio, através de uma informação dos serviços sobre a qual Isaltino Morais exarou um despacho de concordância, já depois de a câmara ter aprovado a proposta de Emanuel Martins.
E qual foi a resposta que mereceu a aprovação de Isaltino? Foi a de que "os fundamentos apresentados pelo requerente não são suficientes para legitimar a alteração" da intervenção prevista para o local. A fundamentar esta conclusão, a informação dos serviços diz apenas que o mesmo local "oferece condições que se mostram adequadas" à construção do bairro, "comparativamente com a alternativa proposta" pelos moradores.
Sucede que a exposição dirigida por estes ao presidente da câmara não refere qualquer alternativa e que os serviços se limitaram a analisar desenvolvidamente os condicionalismos de uma outra localização por eles identificada, sem pôr em causa nenhuma das objecções dos moradores à solução que contestam. "É com espanto que constato que a resposta assenta nestes argumentos quando na minha exposição não refiro qualquer local alternativo", afirma o representante dos moradores, Jeremias Rodrigues, na carta que entregou ao presidente da assembleia municipal no dia 19, dia em que a assembleia, sem conhecer a posição dos críticos, ratificou o lançamento do concurso.
Face ao fracasso de todas as suas diligências junto da câmara e à forma como a autarquia lidou com a sua reclamação, os moradores começaram na semana passada a recolher assinaturas para um abaixo-assinado de protesto, ao mesmo tempo que solicitaram a intervenção de entidades como o Instituto da Água, a Inspecção-Geral da Administração Local e o Instituto do Ambiente.

segunda-feira, 31 de março de 2008

Barcarena

www.adade.pt


Associação de Pais pinta instalações da escola

A Associação de Pais, efectua as pinturas necessárias à conservação das instalações da velha escola de Barcarena. Foi o executivo da Junta de Freguesia de Barcarena que ofereceu as tintas, mas tiveram de ser os pais e efectuar as pinturas de manutenção do espaço onde funciona o ATL da escola EB1 Manuel Vaz de Barcarena, uma velha escola com mais de 75 anos de actividade educativa.

sexta-feira, 7 de março de 2008

Barcarena II





[clique nas fotos para ampliar]


É indiferente, tanto há 100 anos, como 50, tal como hoje, em Barcarena nada mudou.
As ruas e as casas, são as mesmas, as pessoas, essas sim, morreram, e os outros esperam toda uma vida, geração após geração, sem nada se modificar, para melhor.

As pessoas cansaram-se, estão fartas de ser iludidas e de mentiras.
Os factos, são estes.

Mariano Gonçalves

quinta-feira, 6 de março de 2008

BARCARENA

Barcarena vista parcial 1961

Barcarena vista parcial 1961 - 2005


Numa busca pelos meus arquivos, encontrei estas fotos, separadas de 45 anos.
Com as mesmas estradas de há mais de 250 anos, em comparação, é este um aspecto geral da Barcarena de hoje.
Com uma escola de 1930, e o posto médico, um antigo quartel de bombeiros da mesma época.
Nada mais foi feito, a não ser ocupar e explorar.

Cumprimentos,

Mariano Gonçalves

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

POVOADO CALCOLÍTICO DE LECEIA

Da caixa de comentários a opinião de um leitor, certamente partilhada por muitos outros que, infelizmente, não estão em lugares de decisão.


José Ferreira disse...

É uma verdadeira varanda, sobre o lindissimo estuário do Tejo.

Um espaço a integrar com as grutas de Leceia, e a quinta da Nossa Senhora da Conceição (família Sinel de Cordes) logo em baixo.

Neste lugar, deveriam há muito existir espaços verdes, onde tudo isto fosse potenciado, em pról da qualidade de vida, do desenvolvimento sustentável, do património construido, histórico e herdado.

Mas infelizmente, os meios e os objectivos serão outros, os da exploração, pura e simples.