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domingo, 16 de outubro de 2011

“Foi uma obra desastrosa”

“Foi uma obra desastrosa”


Investigação: Processo começa a ser julgado dia 19

“Foi uma obra desastrosa”

"Foi uma obra desastrosa porque foi muito cara e não conseguiu resolver o objectivo ambiental a que se propunha. Foi mais um péssimo investimento público." As palavras são de Carlos Pinto (PSD), presidente da Câmara Municipal da Covilhã, que desde "o primeiro momento" foi contra a construção, naqueles moldes, do aterro sanitário e da Central de Compostagem da Cova da Beira.

(...)

domingo, 6 de março de 2011

Ambiente - Ministério troca garrafas por água da torneira

Jornal Público – 6/3/2011 – pág 16


Os organismos e serviços do Ministério do Ambiente vão passar a disponibilizar água da torneira em todas as reuniões e eventos, de acordo com um despacho emitido pela ministra do Ambiente. "É já uma prática no Ministério do Ambiente e que agora recomendo que seja alargada a todos os organismos tutelados", afirmou Dulce Pássaro, que sublinhou que a medida tem como objectivo "contribuir para a redução na produção de resíduos e para a racionalização do uso dos recursos naturais".




QUINTA-FEIRA, ABRIL 01, 2010
O exemplo da Assembleia da Republica

sábado, 30 de outubro de 2010

'Hora de Inverno' não é boa para a saúde e para o ambiente - Sol

'Hora de Inverno' não é boa para a saúde e para o ambiente - Sol


29 de Outubro, 2010

Retirar uma hora de luz aos dias é mau para a saúde e gasta mais energia, o que aumenta a poluição. De acordo com estudos recentes, acabar com a da mudança para a 'hora de Inverno' traria saúde e benefícios ambientais, principalmente nas áreas mais a norte do planeta.
Em vários países na Europa, Estados Unidos, Canadá e em certas zonas do Médio Oriente marca-se o início do tempo frio atrasando os relógios uma hora.

Normalmente entre o final de Outubro e o início de Novembro os cidadãos destes países perdem uma hora de luz ao fim da tarde para ganharem alguma luz pela manhã.

Mas, segundo os especialistas, há razões de sobra para mudar este costume.

Descobriu-se recentemente que a escuridão dos finais de tarde é mais prejudicial do que a da manhã. Por um lado porque é necessária mais energia para a iluminar e, por outro, porque a ausência de luz natural coloca limites às actividades ao ar livre e empurra as pessoas para casa mais cedo.

Assim, deixar os relógios em paz à medida que o Inverno se aproxima permitira beneficiar de mais luz natural e aumentaria os níveis de vitamina D. A ausência da chamada «vitamina do sol», da qual quase metade da população mundial tem níveis baixos, pode causar raquitismo e aumentar a susceptibilidade a doenças auto-imunes.

Da mesma forma, doenças como a diabetes e a obesidade sofreriam provavelmente um decréscimo, já que finais de tarde iluminados seriam mais aprazíveis à prática de exercício físico, avança a agência Reuters.

Quando em Inglaterra já se discute no Parlamente um diploma acerca deste tema, Mayer Hillman, do Instituto de Política da Grã-Bretanha, diz que «é raro encontrar um meio de melhorar a saúde e o bem-estar de toda a população sem nenhum custo».

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Lixo electrónico. O que fazer quando o telemóvel fica velho

Lixo electrónico. O que fazer quando o telemóvel fica velho

O lixo electrónico é tóxico e perigoso. Atirá-lo para o contentor ou para um descampado não é uma boa opção
(...)

O que fazer?

- Deixar na loja quando for comprar um novo. Os fabricantes são responsáveis pela recolha dos aparelhos, segundo a legislação em vigor. Por isso se paga uma taxa eco nos aparelhos novos.

- Deixar em Pontos Electrão ou Depositraão - as listas estão em http://www.amb3e.pt/ e http://www.erp-portugal.pt/

- Pedir à câmara municipal que recolha o equipamento e o encaminhe para um centro de recepção

quarta-feira, 24 de março de 2010

ESTÁDIO NACIONAL

O Estádio Nacional está na Cruz Quebrada mas também em Linda-a-Velha.

Em Portugal haverá mas não conhecemos, uma área tão privilegiada, que reúna em tão curta distância um património e infra-estruturas ímpares.

A proximidade a um estuário e a um oceano, com uma geografia e um clima também ímpares, deveria levar todos nós a perceber que a defesa desta riqueza, deveria ser um desígnio nacional.

Existir uma Universidade, existir uma Capela do Séc. XXVIII, existir um Rio, são motivos de salvaguarda de uma paisagem, que não deve ser descaracterizada.

Não sei se conhecem ou já leram a Convenção Europeia da Paisagem. O Estado Português assumiu-a e subscreveu-a.

Tem que haver responsabilidade para assumir, respeitar e contribuir para tal compromisso.

Existe por via daquela Natureza uma Biodiversidade que deve ser preservada e enriquecida.

A águia que ainda aparece, a perdiz, o salmão e outras espécies, não podem desaparecer.

Os campos desportivos que existem, de Futebol e de Ténis são suficientes, só faltará áreas polivalentes de lazer e desportivas abertas à fruição popular como encontramos em Londres.

No rio pode existir nas suas margens “miradouros” de contemplação, lazer, leitura e de merendas, percursos pedonais e cicláveis.

A pesca e actividades náuticas poderiam ser compatibilizadas.

Por essa Europa há bons exemplos.

O que pretendemos?

Que através deste belo blog não se deixe de falar e acompanhar a iniciativa que os Amigos do Estádio Nacional “meteram” em ombros.

Portugal inteiro tem que saber, que o que pretendem fazer da Alta Segurança em Caxias ao Alto de Santa Catarina, é contrário ao interesse nacional.

Violação da RAN, da REN, PDM, Convenção Europeia da Paisagem e de outros instrumentos de ordenamento do território, talvez irão caber aos Tribunais apreciar, já que a opinião dos mais abalizados técnicos não foram levados em linha de conta até à presente data.

Por último o “encavalitar” a Nave do Jamor entre a Avenida e a Pista de Tartan (n.2), já está a “violar” aspectos vários, independentemente da utilidade que venha ter. A necessidade de construir aquela infra-estrutura teria que levar em consideração o local e os vários impactos.

Será que o desaparecimento da velha bancada era fundamental e agora não há necessidade de bancadas?

Agradecemos os contributos que possam dar a esta Causa.


Isabel Cascão


*****
NB - A capela não é do séc. XVIII, é dos anos 40. Só a lápide é que é do século XVIII.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Ames e Oeinerge organizam workshop em Sintra


Workshop Regional BioDieNet


As Agências de Energia de Sintra (AMES) e Oeiras (OEINERGE) foram pioneiras a nível nacional na recolha de óleos alimentares usados para produção de biodiesel, e encontram-se envolvidas num projecto Europeu de promoção de redes locais de valorização de óleos alimentares usados – BioDieNet.
Com a publicação recente do Regime Jurídico dos Óleos Alimentares Usados em Portugal (Decreto-Lei 267/2009) interessa perceber em que ponto é que se encontra o país, bem como a situação a nível Europeu.
Neste sentido, a AMES e a OEINERGE estão a organizar um workshop “Redes Locais de Valorização de Óleos Alimentares Usados”, a ter lugar no Palácio Valenças, Sintra, no próximo dia 10 de Dezembro.
Do Programa, destacamos a visita a uma instalação de produção de biodiesel a partir de óleos alimentares usados, para observar no próprio local o funcionamento do processo.
As inscrições são gratuitas, e dada a necessidade de garantir um autocarro para transportar os interessados à unidade de produção de biodiesel, agradecemos que quando realizar a inscrição nos dê a confirmação do interesse em participar na visita.
Aqui pode encontrar também um pequeno guia de auxílio à utilização de transportes públicos para acesso ao local.


Contactos:
e-mail: geral@ames.pt; oeinerge@oeinerge.pt

sábado, 5 de dezembro de 2009

2009 – Algés – 40

Estão a cortar árvores na Av. dos Bombeiros. Várias pessoas me têm ligado interrogando porque não há informação clara sobre o assunto. Do que um Funcionário me esclareceu esta intervenção deve-se ao perigo em que se encontram algumas árvores que estão ocas por dentro e outras que, com as obras de “saneamento” ocorridas, ficaram com as raízes reduzidas e podem não as fixarem correctamente. Um vendaval mais forte e elas podem cair e danificar transeuntes ou carros.

Quanto ao calendário da sua reposição não havia qualquer informação. Por isso acabo de enviar para CMO, vereadora Dra. Madalena Castro e Junta da Freguesia (To: 'Maria Madalena Castro'; 'Departamento de Ambiente e Equipamento'; 'jfalges@mail.telepac.pt') a seguinte carta.



Assunto: ÁRVORES – AV. BOMBEIROS – ALGÉS

Divisão dos Espaços Verdes

5 Dezembro 2009


Exmos. Senhores,

Ontem – 4 de Dezembro – foram colocados uns avisos em algumas árvores desta Av dos Bombeiros informando que iriam proceder à poda e limpeza de árvores.

Acontece que hoje, sábado, estão a CORTAR ÁRVORES, que é diferente de poda e limpeza.

Informei-me junto do Senhor V/ funcionário que estava na zona e que muito amavelmente me esclareceu que há ali árvores que estão a risco de caírem e que, portanto, nem a limpeza nem a poda serão aconselhadas mas unicamente o seu abate (como a que estava a ser cortada e que tinha parte do interior oco).

O que eu reclamo é a V/ falta de informação CLARA. Devia estar bem claro o fim da V/ intervenção: poda – limpeza e abate nas espécies que estejam afectadas e em risco de se abaterem em cima dos automóveis. Outra V/ falha diz respeito à data da reposição das árvores agora abatidas.

Assim, há um sentimento de interrogação se não será apenas uma intervenção para abate de árvores e os V/ Funcionários seriam também olhados com mais confiança.


Maria Clotilde Moreira

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Corte de árvores no Liceu de Oeiras


Recebi ontem um e-mail de uma moradora de Linda-a-Velha a dizer-me: "Está tudo em pé de guerra no Liceu de Oeiras porque estão a cortar as árvores todas no âmbito das obras do parque escolar. Algumas árvores têm mais de 60 anos. Achei que esta triste notícia talvez lhe pudesse interessar para o seu blogue..."

quarta-feira, 11 de março de 2009

Lisboa vai ficar às escuras por uma hora

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O Ambiente, o Clima, a Energia e a Natureza são responsabilidade de todos nós.
Por isso, chamo a V. atenção para este apelo, recebido via email:

Não estranhe se o Castelo de São Jorge, o Palácio de Belém, a Ponte 25 de Abril ou mesmo o Cristo-Rei ficarem às escuras. No próximo dia 28 de Março, o Fundo Mundial da Natureza (WWF) promove a Hora do Planeta, uma iniciativa ambiental que junta várias centenas de cidades de todo o mundo e Lisboa está incluída no apagão.

Esta é a primeira vez que Portugal, através da cidade de Lisboa, se une ao apelo mundial da WWF. Juntamente com outras 742 cidades de 75 países, Lisboa irá apagar as luzes pela Hora do Planeta durante uma hora.

A Câmara Municipal ainda não decidiu a totalidade dos locais que ficarão sem luzes. Decidido está para já que a Ponte 25 de Abril, o Palácio de Belém, o Mosteiro dos Jerónimos, a Torre de Belém, o Padrão das Descobertas, o Castelo de São Jorge, os Paços do Concelho, o Museu da Electricidade e o Cristo-Rei fiquem sem luz entre as 20h30 e as 21h30 do dia 28 de Março.

E SE NÓS, PARTICULARES, FIZESSEMOS O MESMO NAS NOSSAS CASAS??? VÁ LÁ! NÃO CUSTA NADA JOGAR A ESTE JOGO QUE PODE CONTRIBUIR TANTO PARA O NOSSO PLANETA...


imagem: Google
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segunda-feira, 24 de novembro de 2008

O quotidiano da nossa 'Portugalidade'

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A área envolvente do Jardim das Tílias em Linda-a-Velha é um local bem tratado, diariamente, por uma empresa privada paga pela CMO. São profissionais competentes no serviço que efectuam e a zona em questão é um regalo de se ver conforme várias fotos publicadas no 'Oeiras Local'.

Av. Duque de Loulé - canteiro ao lado do depósito do gás
Na 4ª e 5ª feira da passada semana, dias 19 e 20 de Novembro, o canteiro de lantanas da imagem supra foi cortado como é hábito nesta época do ano. Foram quase dois dias de trabalho para que na próxima Primavera apresentem um aspecto viçoso e florido. Mas, por 'esquecimento' ou falta de 'instruções', todo o lixo verde foi 'diligentemente' depositado do outro lado da avenida, num terreno particular ainda não urbanizado, e ali ficou 'esquecido'. Vários foram os moradores que comunicaram a situação aos serviços da CMO até que hoje, pelas 14h30, uma camioneta da empresa contratada fez a sua recolha.

Av. Duque de Loulé - ramos das lantanas e folhas secas




A par com os ramos das lantanas vieram, também, várias sacas de folhas, de árvores de folha caduca que ornamentam o local. Essas não tiveram direito a transporte na camioneta; ficaram no terreno, serão espalhadas pelo vento e vai 'sobrar' para o pessoal da limpeza urbana.

sábado, 19 de julho de 2008

aquecimento global

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Tem a certeza que sabe o essencial sobre este assunto? Tem mesmo? A sério?


Teste-se a si próprio fazendo o teste cujo link está mais abaixo e que nos foi enviado por email.

Recebido via email:

Viva, amigos!

Junto um link para um teste sobre questões relacionadas com o dito aquecimento global

Divulgue e ajude a desmistificar o assunto.

Confira as respostas correctas no teste original em língua inglesa


fotografia (sem indicação de autor) extraída DAQUI, a quem agradecemos
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segunda-feira, 26 de maio de 2008

terça-feira, 22 de abril de 2008

Feliz Dia Mundial da Terra!

Quando, hoje de manhã, aqui deixei apenas a frase acima foi para marcar a efeméride. Gostaria de ter tido tempo de escrever algo sobre o assunto pela importância inerente, não só hoje mas todos os dias, no entanto, a disponibilidade faltou. Agora, no final de uma parte do meu dia de trabalho, li um e-mail com um convite para visitar o
feito de um modo tão gentil e simpático que a curiosidade me levou lá e encontrei um post sobre o dia que hoje se celebra. Ao Francisco Castelo Branco os nossos agradecimentos pela partilha.

terça-feira, 8 de abril de 2008

A CHUVA, A CÂMARA MUNICIPAL DE OEIRAS E AS CHEIAS

(Clique para abrir)
Jornal Público de 07.04.2008


A chuva, a Câmara Municipal de Oeiras e as cheias
Miguel Pinto

As cheias resultam do desordenamento do território. Nestas linhas será tratada, apenas, uma das formas de destruir o território, que é a violência exercida sobre as ribeiras. O leito da ribeira (caminho percorrido, em condições normais, pela água) e o leito de cheia (zona circundante ocupada pela água quando esta é muita) são construídos pela natureza.
A Câmara de Oeiras permite que as ribeiras sejam desviadas do seu percurso e as suas margens construídas em pedra e cimento, deixando as margens de ser elásticas e fazendo desaparecer o natural leito de cheia. Consequentemente a água circula mais depressa e o leito de cheia passa a ser o que foi feito ao lado, seja uma estrada, um prédio, que fica inundado quando a ribeira tem mais água.
Outra obra da Câmara de Oeiras é canalizar ribeiras. Deixa de haver leito de cheia e, se as canalizações enchem, saltam as tampas, abate o alcatrão da estrada, rebentam os passeios e os edifícios e as estradas em redor ficam inundados. Em termos ambientais a primeira solução é má, mas a segunda é péssima.
Basta dar, somente, dois exemplos:
Primeiro, Algés, no dia 18 de Fevereiro, ficou com a zona baixa debaixo de lama. Na cheia de 1983 a situação não foi tão má como agora. Desta vez a inundação ia desde a Avenida dos Bombeiros de Algés, cuja ribeira de Algés está canalizada sob o alcatrão, até ao Parque Anjos. Apenas a estação dos comboios não ficou inundada como em 1983 (convém referir que as obras feitas na estação não foram da responsabilidade da câmara). Não se compreende como é que a câmara aprovou a construção de um parque de estacionamento subterrâneo para a zona do Parque Anjos.
Em segundo lugar, veja-se a situação na Outurela (Carnaxide), em que uma urbanização foi edificada a 20 metros da ribeira do Alto de Barronhos. Mais tarde a câmara desviou a ribeira, ficando esta a oito metros dos prédios. A partir de então as garagens começaram a inundar-se.
É de referir que o desvio de ribeiras só é possível com autorização do Ministério do Ambiente. Os moradores lesados queixaram-se ao ministério, tendo este embargado a obra. Por azar não havia na câmara qualquer mapa ou planta em que aparecesse a ribeira. Porque é que a câmara desviou a ribeira?
Assim a estrada (Via Longitudinal Norte) foi construída junto à nova localização da ribeira e do outro lado da estrada nasceu um espaço para mais prédios. Mas o assunto será decidido pelo tribunal.
Entretanto, a câmara não aprendeu. Aprovou, em 2007, os termos de referência para a elaboração do Plano de Pormenor do Vale de Barcarena, que prevêem, segundo o presidente da câmara, a construção de uma unidade de saúde, um lar para a terceira idade e uma escola do primeiro ciclo. Esqueceu-se de dizer, na Assembleia Municipal de Oeiras, que também há 2000 fogos, mas a acta da reunião da câmara desmente-o. Não podemos esquecer que o Plano Director Municipal considera os vales como Zona Verde de Protecção Especial, facto que impede a construção.
Estranho é que o presidente da câmara tenha tido outras profissões, tais como delegado do Ministério Público, ministro do Ambiente e do Ordenamento do Território ou professor de Direito de Gestão Urbanística na Universidade Atlântica e que seja tão insensível ao ordenamento do território. Também é estranho que o Partido Socialista, seu apoiante e parceiro na gestão da câmara, e também responsável pelo Governo da República, fique calado perante opções políticas com tão graves consequências.

Deputado do Bloco de Esquerda na Assembleia Municipal de Oeiras

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

ANO POLAR INTERNACIONAL

Stomness Bay as 4.30 da manha ao nascer do Sol...
Imagem recolhida pelo autor: http://cientistapolarjxavier.blogspot.com/

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

ANO POLAR INTERNACIONAL

Alforreca Medusa Peryphilla Peryphilla
Designada Águas Vivas nos Açores
Adaptação de imagem recolhida pelo autor: http://cientistapolarjxavier.blogspot.com/

A uma pergunta feita ao investigador José Xavier sobre as alforrecas que todos nós nos habituámos a ver na praia, arrastadas pela maré e pelas ondas, recebemos uma gentil resposta, mais uma vez, que me pareceu importante partilhar com os visitantes do Oeiras Local.

Assim, ficámos a saber que as alforrecas que temos por cá podem causar irritação e até provocar queimaduras. Se formos curiosos poderemos tocar no manto, na parte em forma de cálice, mas não nos tentáculos porque estes têm células urticantes que causam as tais irritações ou queimaduras. Contudo, diz-nos o cientista, existem muitas espécies inofensivas, sendo este o caso mencionado na imagem.
Ficámos ainda a saber que estes animais são compostos de quase 100% de água e os seus tentáculos podem alcançar os 40 metros de comprimento.



segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

ANO POLAR INTERNACIONAL

Pinguins rei



O nosso amigo cientista José Xavier continua a sua viagem no Pólo Sul. Mas atenção, não é só a viagem que gostaríamos de algum dia fazer, trata-se de investigação e de trabalho. Claro que há humor e boa disposição, conforme poderão observar os visitantes do OL ao entrarem do blog em cima.

A uma pergunta deste ignorante sobre pinguins, respondeu o José Xavier, amávelmente, esclarecendo que os pinguins da imagem, objecto de estudo da expedição, não são os mesmos, apesar da realeza, que todos já vimos na TV ou em vídeo - os célebres pinguins imperador. São diferentes no tamanho (estes vão até ao 95 cm e os imperador vão até 1,30m). Mais, os pinguins rei distribuem-se pelas Ilhas Antárcticas, mais a Norte, enquanto que os imperador se ditribuem mais junto ao continente antárctico. Ora, uma vez que os pinguins rei se reproduzem na Ilha da Geórgia do Sul, a equipa aproveitou esta espécie para estudar o ambiente marítimo.

Com os nossos agradecimentos, não deixamos de desejar ao ilustre investigador uma boa viagem e os maiores sucessos científicos.

domingo, 27 de janeiro de 2008

ANO POLAR INTERNACIONAL

...
"O biénio que decorre de Março de 2007 a Março de 2009 foi designado pela Organização Meteorológica Mundial e pelo Conselho Internacional para a Ciência, como o IV Ano Polar Internacional (API), situação que não se verificava há exactamente 50 anos. O evento resulta da congregação de esforços de milhares de cientistas e de centenas de instituições internacionais e nacionais, e visa promover o desenvolvimento da ciência nas regiões polares, mas também mostrar junto da sociedade a importância determinante que as regiões polares têm para a dinâmica e regulação climática do Planeta. O API mobiliza já mais de 50.000 pessoas em todo o Mundo."

Com os agradecimentos a : http://anopolar.no.sapo.pt/

"José Xavier na presente ida à Antárctica a mais dos 60 graus Sul. José é um jovem investigador português que faz ciência polar desde 1997, quando tinha 23 anos, é doutorado pela Universidade de Cambridge e investigador pós-doutoral do Centro de Ciências do Mar da Universidade do Algarve e da British Antarctic Survey."



Imagens da Antárctica obtidas no Blogue do autor
...
Clica aqui para acompanhares a viagem científica: http://cientistapolarjxavier.blogspot.com/