sexta-feira, 29 de maio de 2009

Um telefonema para Oeiras

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Câmara de Oeiras lança o segundo maior centro de congressos da região de Lisboa


29.05.2009, Luís Filipe Sebastião – PÚBLICO LOCAL


É a primeira obra de parcerias público-privadas no município liderado por Isaltino Morais e estará pronta em dois anos. Um projecto que o autarca diz ser para a região e para o país

A primeira pedra do futuro Centro de Congressos, Feiras e Exposições da Quinta da Fonte, na freguesia de Paço de Arcos, foi ontem lançada pelo presidente da autarquia de Oeiras, Isaltino Morais. O autarca destacou a importância do novo equipamento no "reforço da competitividade do município no contexto da Área Metropolitana de Lisboa".
O novo centro de congressos, que representa um investimento na ordem dos 30 milhões de euros, foi projectado pelo arquitecto Luís Neto. O equipamento, a implantar em 12 mil metros quadrados, terá uma área de intervenção de 21 mil m2. Para além de três auditórios, para um total de 2020 pessoas - repartidos em mil, 600 e 420 lugares -, o novo centro contará com uma capacidade adicional de 216 lugares distribuídos por mais quatro pequenos auditórios e seis salas de reuniões. O edifício terá ainda uma área de oito mil m2 para exposições e 900 lugares de estacionamento.
Isaltino Morais salientou que "o centro de congressos e exposições vai servir a área metropolitana e o país", uma vez que "ultrapassa as necessidades do concelho e será a segunda maior sala na região de Lisboa para a realização de congressos". O autarca destacou o carácter polivalente do equipamento, que permitirá adaptar o espaço num só piso às necessidades de cada evento, e a possibilidade de "também ajudar a resolver o problema de carência de estacionamento sentido na Quinta da Fonte". E, reconhecendo que o parque empresarial da Quinta da Fonte, por ter sido "dos primeiros" no concelho, padece da escassez de parqueamento, explicou que parte dos lugares do centro de congressos será usada para disciplinar o estacionamento caótico que actualmente se verifica no empreendimento à beira da auto-estrada.

Parcerias com privados
A oferta de estacionamento deverá ser alargada, a partir do próximo ano, com a construção de mais 300 lugares perto dos serviços técnicos da câmara. O autarca adiantou que o programa de ocupação do centro de congressos, a concluir em 2011, será lançado "dentro de dois ou três meses" e que a gestão do equipamento será entregue à Aitec-Oeiras, criada pela autarquia com várias empresas instaladas no concelho.
O centro de congressos, cuja construção está a cargo da Oeirasexpo, sociedade detida em 49 por cento pelo município e o restante por um consórcio liderado pela Edivisa, é a primeira obra lançada no âmbito de parcerias público-privadas. O modelo assenta na construção de equipamentos por privados, que recebem uma renda da câmara, e entregam o património após 25 anos. O vereador Carlos Oliveira (PS) defende o modelo, pois "a empresa obriga-se a ter o equipamento sempre disponível e mantido".
A câmara prevê investir 90 milhões de euros, através de parceiros privados, na construção de duas escolas, duas residências para a terceira idade em Laveiras e Porto Salvo, um centro de formação profissional na Outurela e o novo edifícios dos paços do concelho. O pavilhão multiusos no Alto da Boa Viagem ficará para mais tarde.
O vereador Amílcar Campos considera importante o projecto do centro de congressos da Quinta da Fonte, no sentido em que "promove o desenvolvimento de Oeiras", mas torce o nariz às parcerias público-privadas. O eleito da CDU tem dúvidas quanto ao modelo assegurar os princípios da transparência e da concorrência inerentes à despesa pública e teme a "opacidade" que possa advir do controlo dos equipamentos pelos privados. Por isso, gostaria de ver os projectos analisados pelo Tribunal de Contas.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

PIDEZINHOS


Alguém se admira que, num futuro próximo, até existam prémios para os melhores bufos de serviço? 

18:19 Quarta-feira, 20 de Mai de 2009

Vamos esquecer por momentos que uma professora de História teve conversas ordinárias e arrogantes diante de criancinhas de uma escola de Espinho.

Concentremo-nos nas criancinhas.

Elas têm telemóvel antes de saber dizer "Sócrates".

Dominam as tecnologias como nós, "os cotas", nunca saberemos. Nem durando cem anos.

Tricotam sem pestanejar no telélé e até inventaram uma nova linguagem para se entenderem à velocidade do dedo.

Por vezes, trocam mensagens com conteúdos que muito ajudariam à educação sexual dos papás.

Na rua, no metro, no autocarro, estão absolutamente concentrados em si próprios. E virtualmente conectados com os amigos (o conceito de "amigo" também nos levaria longe, mas fiquemos por aqui...)

O Governo, para ajudar à catequização de alguma desta mocidade portuguesa, inventou o Magalhães. E promoveu-o de forma quase pornográfica.

Mensagens, mails e todo um pacote de instrumentos onde simulamos intimidades que não temos, trocaram a volta às relações. De pequenos e graúdos.

Fomos por aí adiante, cantando e rindo, sem pensar no que isso acarretou de exclusão, preconceito, intolerância, individualismo e seguidismo.

Pior: as criancinhas aprenderam depressa - e mais apetrechadas tecnologicamente - que a denúncia e a violação da intimidade, rendem. Nuns casos, até são elogiadas por isso. Com um jeitinho, até poderão faltar às aulas e reprovar nos exames consoante a produtividade da bufaria, quem sabe?

Nos últimos tempos, a moda pegou com os professores.

Não demorará muito a que estes pidezinhos de aviário, alimentados pela nossa inconsciência e irresponsabilidade, comecem a achar graça a algumas coisas que se passam lá em casa. Talvez as gravem. Ou filmem. E partilhem com os amigos.

Um dia talvez casem. Talvez tenham ciúmes. Talvez se divorciem. Talvez se apaixonem ou desapaixonem com facilidade. E sabe-se lá o que farão em nome da vigilância, da paz e da guerra dos afectos.

Um dia, terão um emprego.

E sabe-se lá o que farão para o manter. Ou em nome da ambição.

Se este Governo já pediu aos funcionários públicos para denunciarem a corrupção nos locais de trabalho, alguém se admira que, num futuro próximo, até existam prémios para os melhores bufos de serviço?

Há uns anos conheci uma pessoa que, entre o jornal onde trabalhava e um lugar na PIDE, acabaria por aceitar as funções no jornal. Ficava mais perto de casa, confessou ele, um dia.

Se pensarem que estamos muito longe disso, vá lá, pensem outra vez. 

In "Visão"

SEMANA DA JUVENTUDE E DO DESPORTO

JUNTA.
JUNTA DE FREGUESIA DE LINDA-A-VELHA
1 a 14 de Junho de 2009

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JÚLIO POMAR - Centro de Arte Manuel de Brito


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Tiros certeiros


Carta aberta ao primeiro-ministro

Público, 27.05.2009, Santana Castilho

A maior taxa de desemprego de sempre, uma dívida externa como nunca se viu e um défice nunca antes atingido

Senhor primeiro-ministro:
Como sabe, uma carta aberta é uma figura retórica. Usamo-la para dizer publicamente coisas que reputamos de interesse geral e para as quais queremos mobilizar os outros. É este o meu fito. Claro. Dispensando mantos negros de campanhas da mesma cor. A assinatura vai no fim. Responsabiliza e o senhor sabe quem se lhe dirige.
Quer acredite, quer não, começo por lhe confessar que tenho, repetidas vezes, verdadeira compaixão de si e da vida que construiu ao longo dos últimos anos. Não se pode sentir bem, mesmo que se julgue um salvador. Porque, objectivamente, o país que resulta da sua governação está pior do que o país que tomou e porque são muitos os que o têm por carrasco das suas existências. É, por exemplo, o caso do grupo profissional a que pertenço, os professores. A ministra e os secretários de Estado que o senhor descobriu infernizaram um sistema de ensino que já não precisava de ajuda para ser medíocre. Mas foram longe no cumprimento da missão que lhes determinou. Tornaram-no um caos. A responsabilidade, primeira e última, de tudo quanto aqui disse à sua dilecta ajudante, no meu último artigo, é sua. Sua, senhor primeiro-ministro! O senhor tem vindo perseverantemente a destruir a credibilidade da escola pública, a hipotecar o futuro da juventude e, com ela, do país.
Se aplicar a si próprio a ligeireza taylorista da avaliação do desempenho que impôs aos outros, estritamente assente em resultados, só pode concluir que falhou e não merece a renovação do contrato. Três exemplos, entre tantos: o senhor conseguiu a maior taxa de desemprego de sempre e uma dívida externa como nunca se viu na nossa história; sufocou-nos com a obsessão dos 3 por cento para, afinal, terminar a legislatura com um défice nunca antes atingido.
O senhor, no partido e fora dele, rodeou-se de iluminados fanáticos que lhe têm feito crer que as suas posições - melhor dizendo, imposições - são as únicas razoáveis, ainda que diametralmente opostas às da maioria a quem se destinam. E não me venha com o discurso da legitimidade que conquistou nas urnas. Começou a perdê-la no dia seguinte, quando deixou de cumprir o que prometeu aos que em si votaram.
Umas vezes de modo sub-reptício, outras de forma desavergonhada, fui assistindo à coacção social para aceitar ideias denominadas de progressistas, que não são mais que retrocessos civilizacionais. Falo da escola a tempo inteiro. Falo daquilo a que chamou escola inclusiva. Falo do desmembramento do Sistema Nacional de Saúde. Falo do desastre da Justiça e da produção legislativa pré-ordenada para fins diferentes dos do interesse colectivo. Falo do incentivo à bufaria e da continuada tentativa de domar a imprensa livre. Falo do TGV, do fim dos concursos públicos e dos ajustes directos, das derrapagens escandalosas de preços e dos favorecimentos mais que duvidosos. Falo do esbatimento desapropriado e inaceitável das fronteiras entre o Estado e o PS.
Os funcionários públicos, em geral, e os professores, em particular, foram apresentados à população como os responsáveis pelos males do país. O senhor pulverizou carreiras em nome de uma modernização que ninguém vê. Tornou tudo precário. Deitou borda fora gente experiente e competente para acabar contratando em outsorcing depois. O último ajuste directo foi feito com Freitas do Amaral, por 72.000 euros, para rever a lei das fundações. Naturalmente que não está em causa a competência do professor. Em causa está o princípio. Em causa está a memória, que ainda não se apagou, de outro contrato para colectar, por mais do triplo daquele valor, imagine-se, uma legislação que qualquer secretaria-geral dominava e utilizava no dia-a-dia.
Entrámos em campanha eleitoral. Três eleições seguidas, arrastadas, com os mesmos que nos trouxeram à encruzilhada a dizerem que têm as soluções para o país, sem que ninguém peça desculpa por ter sido protagonista dos mesmíssimos erros que aponta aos adversários. Entre eles, o senhor sobressai pela falta de credibilidade. Pelo que acabo de referir, a título paradigmático, mais pela falta de cabal e atempado esclarecimento de tanta trapalhada em que tem sido envolvido. Queria que a rectidão do seu carácter não fosse com frequência objecto de dúvida. Gostaria que os olhos nos olhos da argumentação política substituísse o absurdo e a mentira manipuladora do receituário definitivo. Mas como quer, por exemplo, que o cidadão comum tome a sério o combate apressado ao enriquecimento ilícito, simulado na mesma casa que se abriu, sem pudor político nem vergonha cívica, quase por unanimidade, ao deboche do financiamento partidário? Ou que seja generoso quando o vê, lá fora, ridiculamente exposto a falar em castelhano que não domina, ou a promover computadores manhosos numa cimeira internacional?
Reconhecem-lhe dons oratórios. Discordo. O senhor é tão-só um pugilista da frase previamente fabricada (para o observador atento são significativos os seus erros discursivos: diz perdão, faz rewind e carrega no forward para prosseguir sem pestanejar). O seu vício para reduzir a argumentação ao pugilato verbal é irrecuperável, mesmo que a tarefa seja entregue à equipa de Obama que, dizem, vai contratar. Tenho para mim que o que mais o aproxima desse político é o tom da pele. Imagine como vejo grande a distância que vos separa e difícil a tarefa daqueles técnicos de comunicação. Sejam quais forem os resultados, o senhor já perdeu. Porque resignou um povo a viver explorado, sem esperança e sem alegria.

Professor do ensino superior (s.castilho@netcabo.pt)

Pontos de Vista por Jorge Miranda








DIVERGÊNCIAS



Que nos recordemos, nunca, no seio do PSD de Oeiras, houve tanta controvérsia para encontrar um cabeça de lista à câmara, que obtenha o consenso das duas secções concelhias, como a que se está a verificar. Ao que parece as posições radicalizaram-se e atingiram um ponto de difícil concerto. Agora, só a autoridade das estruturas superiores do partido poderá sanar o diferendo, encontrando uma solução equidistante que congregue e não divida.

A situação é complexa e contribui para transmitir uma má imagem do partido. Além de que as divisões internas são corrosivas e deixam sequelas, especialmente quando não se tem o poder e deseja-se conquistá-lo.

A questão começou com a escolha de Pedro Simões, pela secção de Oeiras, para cabeça de lista. Algés, cautelosamente, sem que lhe agradasse a candidatura proposta, achou prematuro tomar uma clara posição. Veio a tomá-la, posteriormente, através da sua líder, a deputada Helena Lopes da Costa.

Entregue o problema à consideração da Distrital de Lisboa, a sua Comissão Política remeteu-o para apreciação da Comissão Autárquica Nacional. Só depois, a presidente do partido se pronunciará.

Na base do diferendo está o facto de muitos militantes do PSD entenderem que o actual vereador Pedro Simões encontra-se demasiado “colado” a Isaltino Morais e o ter sido escolhido pela secção de Oeiras, estrutura cuja comissão política é apontada de ser pró-Isaltino. Acresce que Pedro Simões é o único vereador do PSD que aceitou o convite do presidente da autarquia para exercer a função a tempo inteiro.

Por outro lado, consta entre os social-democratas que Helena Lopes da Costa alimentava a aspiração de regressar à vereação da Câmara de Lisboa, integrada, de novo, na equipa de Santana Lopes. No entanto, este candidato já afirmou, publicamente, que a sua vereação seria constituída por gente nova, o que frustra a pretensão da presidente da secção de Algés. E, neste quadro, pretenderia, agora, concorrer à presidência da câmara de Oeiras.

Nesta desconexão e aparente jogo de interesses, Pedro Simões já entrou em campanha. A sua presença é assídua em outdoors e apelativos anúncios (pagos) na imprensa.

O PSD de Oeiras, com este imbróglio, está a dar uma má imagem de si. Mais uma achega para o descrédito da vida partidária…



Jorge Miranda

jorge.o.miranda@gmail.com



O OEIRAS LOCAL agradece ao Autor e ao JORNAL DA COSTA DO SOL a cedência do artigo, assim como ao Boletim Municipal OEIRAS ACTUAL o uso da foto.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

A verdade é como o azeite, falsifica-se...

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Manuel Pinho a descer... ainda mais!

Europeias

O ministro da economia lida mal com a democracia

Os candidatos já foram a dezenas de instituições privadas e do Estado. Foi preciso chegar ao Ministério da Economia de Manuel Pinho para dar para o torto. Os jornalistas que acompanharam Ilda Figueiredo (CDU) foram impedidos de entrar na Direcção Regional de Economia do Centro, em Coimbra. Razão: "O ministério não autorizou a presença dos jornalistas" porque o encontro "se poderia transformar numa espécie de comício". Já à tarde, os jornalistas ficaram à porta dos Estaleiros de Viana, na campanha de Paulo Portas. A isto chama-se lidar mal com a democracia.

Freguesia de Porto Salvo

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Jorge Manuel Martins Delgado

Apresentação do Candidato independente pelo Partido Socialista à Presidência da Junta de Freguesia de Porto Salvo
AUTÁRQUICAS 2009
Sábado, 30 de Maio, 19h00
Largo Manuel Pereira Coentro, Porto Salvo

Informações: Raquel Lourenço - telem 917 203 003
Raquel_lourenco@msn.com

Recebido por e-mail com pedido de publicação

Não há fome que não dê em fartura

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A minha caixa de correio não tem descanso. Sim, a Tiazoca é sempre notificada pela CMO das actividades lúdicas do município. (Ai credo... onde é que eu já ouvi esta da notificação?) Desta vez são as Festas de Oeiras 2009 que se realizam de 29 Maio a 21 Junho. Não poderei mandar uma "indirecta" dado a informação ter chegado atempadamente. Eu percebi que o PCMO não comete o mesmo erro duas vezes. E até acredito que se fosse hoje, as sobras da campanha eleitoral iriam parar a um qualquer "offshore". Digo eu! Bom, adiante!

O sr. PCMO em exercício diz "Entre no ritmo". Como? Qual ritmo? Só se for o "Fandango"... sim, porque isto parece um "fandango" e eu não sei se tenho capacidade para tanto. Mas, como o presidente é um folião, e acha que o Povo só quer festa, resolveu o assunto a contento.

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Mas, na sua habitual "escrita em família" não faltou a respectiva foto, - não vá o munícipe pensar que já é o sr. Perestrello - porém desta vez escrita e concebida em fase de euforia.
Diz o sr. PCMO que "mais do que nunca temos razões para celebrar e nos divertir".
Atão não!
A maior crise económica e financeira de sempre no país, meio milhão de desempregados, o endividamento a aumentar, e este senhor vem dizer que Oeiras é um oásis, onde a felicidade e bem estar imperam.
Ó sr. PCMO! terá VEXA a coragem de dizer quanto custam estas festas mais a propaganda envolvente? Não ouviu? Pois acredito, assobie para o ar, que nós sabemos que não foram pagas por si, mas por todos nós.
Já que Oeiras é um concelho assim tão rico que tal, é apenas uma sugestão: baixar a quota de disponibilidade da água e o respectivo preço; baixar o IMI; criar programas de apoios aos desempregados; criar mais creches; criar uma rede de transportes eficaz; mandar tapar os buracos das estradas; dar verbas às JF para calcetar os passeios, baixar os lancis nas passadeiras de peões e facilitar a mobilidade dos cidadãos com deficiência; pôr a Polícia Municipal a fazer alguma coisa pelos cidadãos em vez de estar a guardar só a porta do sr PCMO.
Enfim... poderia estar aqui a inventariar milhares de coisas mas não quero dar ideias ao Perestrello para a campanha eleitoral, dado que embora tenham cartazes espalhados por tudo quanto é sítio ainda não têm programa.
E já agora, se me é permitido fazer um pedido: Podia-nos poupar a estes "escritos em família com a foto"? Agradeço reconhecidamente; é que a minha caixa do Correio não é inteligente como a do seu sobrinho.

O carteiro a caminho da Suíça

Tribunal não conseguiu notificar sobrinho de Isaltino Morais
O procurador do Ministério Público solicitou hoje à defesa do presidente da Câmara de Oeiras para que facilite o contacto com o sobrinho de Isaltino Morais, depois de o tribunal não ter conseguido a sua notificação.


Ler notícia aqui

terça-feira, 26 de maio de 2009

Porto Salvo - X Festa do Cavalo

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29 a 31 de Maio de 2009


Passeio equestre, ranchos folclóricos, concurso de atrelagem, garraiadas

A Festa do Cavalo é organizada pela Associação Equestre de Porto Salvo em parceria com a Câmara Municipal de Oeiras

As instalações da Junta de Freguesia de Algés

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Jornal de Oeiras, 26 de Maio / 2009


O programa das festas... que já foi

Se estava a pensar assistir a um destes eventos, desengane-se. Este é o programa das festas passadas. Poderá eventualmente aferir um ou outro evento que esteja programado o ano todo. Descubra-os.
E mais, se quiser saber a data de outros eventos que genericamente só apresentam o mês de realização... pois, isso também agora não interessa nada porque já passou.
(clique nas fotos para ampliar)

Não me canso de elogiar o planeamento e rigor com que os 250 anos estão a ser comemorados. Realmente o sr. PCMO excedeu-se. Mais, é de elogiar a capacidade de organização e a transmissão eficaz da informação aos munícipes do Concelho.
Bem Haja, sr. Presidente, pelo empenho que se verifica nesta data tão importante.
Mais não poderia fazer dado que só em Janeiro é que lhe foi dado conhecimento que o município fazia 250 anos. É verdade que noutro qualquer município em que o presidente não fosse tão democraticamente tolerante, uma situação destas era alvo de um rigoroso inquérito. Mas VEXA, bafejado pela tolerância repressiva, e adepto de que podem fazer tudo o que quiserem desde que seja o que manda, percebeu a contingência endémica da situação e condescendeu.
"Oeiras Somos todos" diz o slogan das comemorações. Só que uns mais Oeirenses que outros... Não é?

Comissão de Honra

250 anos do Concelho de Oeiras


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Estou com a cabeça "cheia de pregos". Nesta enormérrima Comissão de Honra quem faltará e/ou quem não quis participar e deu "tampa" e/ou quem o PCMO não convidou?

Quem me ajuda?

Pontualidade Britânica

250 anos do Concelho de Oeiras - Programa


Chegou hoje à Caixa do Correio. Está fresquinho. O programa inteirinho das comemorações dos 250 anos do Concelho de Oeiras. Reconheço que está com cerca de 6 meses de atraso, mas é coisa pouca!

É a pontualidade britânica do PCMO aliada a um planeamento rigoroso.

Palavras para quê?

Educação: Professores fazem hoje greve entre as 08h00m e as 10h30m

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26 de Maio de 2009, 06:21

Lisboa, 26 Mai (Lusa) - Os professores fazem hoje greve nos dois primeiros tempos da manhã, entre as 8:00 e as 10:30, numa acção de protesto organizada pela Plataforma Sindical dos Professores para preparar a manifestação prevista para o próximo sábado.

A Plataforma Sindical dos Professores admite que a adesão às acções de luta previstas para esta semana diminua, o que atribui ao "desgaste" e "desânimo" dos docentes, mas desvaloriza a questão afirmando que os motivos da "indignação" se mantêm.

Os últimos dois grandes protestos de rua, a 08 de Março e 08 de Novembro de 2008, contaram com 100 mil e 120 mil participantes, segundo os sindicatos.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

O regresso do Dia da Raça

Opinião








JN - 00h00m

A supermodelo dra. Ana Gomes (modelo das virtudes da raça) sentiu "uma grande fúria quando em Lisboa, por um provincianismo abjecto, se encomendou não se sabe bem o quê ao arquitecto americano, quando em Portugal há arquitectos de extraordinária qualidade". O misterioso "arquitecto americano" é Frank Gery e aquilo que, para a dra. Ana Gomes, é "não se sabe bem o quê" é (ou foi) a remodelação do Parque Mayer. Se a dra. Ana Gomes um dia for presidente do Benfica (pode muito bem acontecer que tencione acumular, com o PE mais a Câmara de Sintra, também o Benfica) o "glorioso" só jogará com jogadores portugueses como nos bons velhos tempos; e, vindo a ser um novo "presidente do Conselho", consumiremos apenas produtos nacionais. Felizmente para Siza Vieira nem a dra. Ana Gomes nem ninguém do género "nacionalista abjecto" manda em Berlim, Colónia, Madrid, Barcelona, Valência, Sevilha, Amesterdão, Haia, Copenhaga, Roma, Nápoles ou Londres, senão boa parte das suas obras teria sido feita por "arquitectos de extraordinária qualidade" alemães, espanhóis, holandeses, dinamarqueses, italianos e ingleses.

A outra Varinha Mágica: Agradecimentos, Marcelo Caetano e José Sócrates. Até sempre!

A outra Varinha Mágica: Agradecimentos, Marcelo Caetano e José Sócrates. Até sempre!