sábado, 3 de fevereiro de 2007

actividades da ESPAÇO E MEMÓRIA para 2007

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Caros Munícipes e visitantes,

Dando continuidade ao que aconteceu no ano de 2006 com o "Programa de Verão" que incluiu várias conferências e visitas guiadas, vem este ano a ESPAÇO e MEMÓRIA, Associação Cultural de Oeiras, presentear-nos com um excelente conjunto de iniciativas que certamente serão do agrado de todos.
Podem tomar nota nas vossas agendas do que aqui vos deixo em primeira mão:

CURSO DE HISTÓRIA DE ARTES DECORATIVAS
(Azulejaria, Talha, Pedraria, Iconografia, Mitologia, Ourivesaria e Paramentaria, Estuques, Pintura e Estatuária Ornamentais e Artes dos Jardins)
Março a Maio

CONVERSAS DE PRIMAVERA. PAÇO DE ARCOS -
- DO MAR E DA TERRA

ciclo de conferências
Maio a Junho
Freguesia de Paço de Arcos (horário e locais a designar)

DIÁLOGOS EM NOITES DE VERÃO
ciclo de conferências
Julho a Setembro
Vila de Oeiras, na Esplanada da Casa das Queijadas de Oeiras

CAMINHOS DA MEMÓRIA
ciclo de visitas guiadas
Julho a Setembro
Oeiras, Paço de Arcos e Caxias

TERTÚLIA ESPAÇO E MEMÓRIA
jantares com palestras
Fevereiro a Dezembro, excepto Agosto
(horários e locais a designar)

CINEMA E HISTÓRIA
ciclo de cinema e debates
Julho a Setembro
Vila de Oeiras, na Esplanada da Casa das Queijadas de Oeiras

CURSOS DE INFORMÁTICA
(horários e local a designar)


Atempadamente, assim que as obtiver, procurarei dar aqui mais informações sobre estes eventos.

imagem: © 2007 comunicação visual CLIQUE PARA AMPLIAR
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sexta-feira, 2 de fevereiro de 2007

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Prémio « Olha a nossa sorte! »

Combustíveis sobem mais em Portugal que na UE

CADA VEZ MELHOR!

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Actualidade
Comissão apresenta estudo
Revolução nas urgências

Uma verdadeira revolução nos Serviços de Urgência é o que propõe a comissão técnica que estuda a reforma do sector e que, dentro de dias, deverá ser aprovada pelo ministro da Saúde, Correia de Campos. Hoje existem 73 Serviços de Urgência Geral nos hospitais portugueses – em breve vai passar a haver apenas 41 Serviços de Urgência Polivalentes (SUP) e Serviços de Urgência Médico-Cirúrgica (SUMC). Dezasseis urgências hospitalares passam a Serviços de Urgência Básica (SUB) e 15 fecham. ...

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007

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ECONOMIA
Conselho de Ministros
Empresas públicas obrigadas a divulgar remunerações dos gestores

O Conselho de Ministros aprovou hoje uma resolução que aprova que os princípios de bom governo das empresas do sector empresarial do Estado e aprovou também o decreto-lei que regula o estatuto do gestor publico. ...


O ENSINO NO IPO DE LISBOA





O SERVIÇO DE PEDIATRIA do INSTITUTO PORTUGUÊS DE ONCOLOGIA de Lisboa tem uma ESCOLA. Tem uma escola onde as crianças e os adolescentes em internamento prolongado são acompanhados, diariamente, por Professores do Ministério da Educação. São professores licenciados que AINDA dão mais, MUITO MAIS, do que lhes é exigido na sua já difícil missão.


HOJE, dia em que se celebra o 7º Aniversário da Escola, a Senhora Ministra da Educação vai visitar as instalações e avaliar do MUITO que é feito em prol de quem mais precisa.



A Reportagem passa no Jornal Noite da SIC



quarta-feira, 31 de janeiro de 2007

Cuidados a ter numa vaga de frio

Com a previsão meteorológica que prevê um abaixamento das temperaturas mínimas nos próximos dias, que pode chegar aos -2ºc em Trás-os-Montes, é bom relembrar os cuidados a ter nestes casos...

Serra da Estrela

Embora permanecer em casa o maior tempo possível ajude a reduzir o risco de acidente de automóvel e quedas, poderá também enfrentar riscos domésticos.

Muitas casas estarão muito frias quer devido à falta de energia quer pelo sistema de aquecimento não ser adequado à temperatura.

Quando somos forçados a utilizar aquecedores e lareiras para nos mantermos quentes o risco de incêndio aumenta bem como o de intoxicação por monóxido de carbono.

A exposição a baixas temperaturas, no interior e no exterior, podem causar riscos sérios ou letais para a saúde. Crianças e idosos são grupos particularmente vulneráveis mas qualquer um pode ser afectado.

Para se manter a si e à sua família seguros deverá saber prevenir problemas de saúde relacionados com o frio e o que fazer em casos de emergências de saúde com ele relacionadas.

Consulte esta página do INEM para mais informações.

Recomendações disponíveis no Portal da Saúde
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Não se esqueça, a sua segurança começa em si!

Na Blogosfera

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Com a devida vénia a Rui Freitas

"Carta Aberta" a Miguel Sousa Tavares

Jornalistas "versus" Segredo de Justiça


Jornalistas (os "culpados de sempre") e Segredo de Justiça, é o tema que abordei (como referi no comentário ao "post" abaixo) no meu "Pinhanços Dixit".
Sem falsas modéstias, espero os vossos comentários... Os do "sim" e os do "não"!
Como em tudo na vida, há sempre a "frente" e o "verso" do "problema"!

terça-feira, 30 de janeiro de 2007

Carta a Miguel Sousa Tavares

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Caro(a) Colega,

No número 1784 do Jornal Expresso, publicado no passado dia 6 de Janeiro, o colunista Miguel Sousa Tavares desferiu um violentíssimo ataque contra os professores (que não queriam fazer horas de substituição), assim como contra os médicos (que passavam atestados falsos) e contra os juízes (que, na relação laboral, pendiam para os mais fracos e até tinham condenado o Ministério da Educação a pagar horas extraordinárias pelas aulas de substituição). Em qualquer país civilizado, quem é atacado tem o direito de se defender. De modo que a professora Dalila Cabrita Mateus, sentindo-se atingida, enviou ao Director do Expresso, uma carta aberta ao jornalista Miguel Sousa Tavares. Contudo, como é timbre dum jornal de referência que aprecia o contraditório, de modo a poder esclarecer devidamente os seus leitores, o Expresso não publicou a carta enviada. Aqui vai, pois, a tal Carta Aberta, que circula pela Net. Para que seja divulgada mais amplamente, pois, felizmente, ainda existe em Portugal liberdade de expressão.


Divulgue este mail reenviando-o

SPRC . FENPROF (Viseu)


Carta duma professora


«Não é a primeira vez que tenho a oportunidade de ler textos escritos pelo jornalista Miguel Sousa Tavares. Anoto que escreve sobre tudo e mais alguma coisa, mesmo quando depois se verifica que conhece mal os problemas que aborda. É o caso, por exemplo, dos temas relacionados com a educação, com as escolas e com os professores. E pensava eu que o código deontológico dos jornalistas obrigava a realizar um trabalho prévio de pesquisa, a ouvir as partes envolvidas, para depois escrever sobre a temática de forma séria e isenta.
O senhor jornalista e a ministra que defende não devem saber o que é ter uma turma de 28 a 30 alunos, estando atenta aos que conversam com os colegas, aos que estão distraídos, ao que se levanta de repente para esmurrar o colega, aos que não passam os apontamentos escritos no quadro, ao que, de repente, resolve sair da sala de aula. Não sabe o trabalho que dá disciplinar uma turma. E o professor tem várias turmas.
O senhor jornalista não sabe (embora a ministra deva saber) o enorme trabalho burocrático que recai sobre os professores, a acrescer à planificação e preparação das aulas. O senhor jornalista não sabe (embora devesse saber) o que é ensinar obedecendo a programas baseados em doutrinas pedagógicas pimba, que têm como denominador comum o ódio visceral à História ou à Literatura, às Ciências ou à Filosofia, que substituíram conteúdos por competências, que transformaram a escola em lugar de recreio, tudo certificado por um Ministério em que impera a ignorância e a incompetência.
O senhor jornalista falta à verdade quando alude ao «flagelo do absentismo dos professores, sem paralelo em nenhum outro sector de actividade, público ou privado». Tal falsidade já foi desmentida com números e por mais de uma vez. Além do que, em nenhuma outra profissão, um simples atraso de 10 minutos significa uma falta imediata. O senhor jornalista não sabe (embora a ministra tenha obrigação de saber) o que é chegar a uma turma que se não conhece, para substituir uma professora que está a ser operada e ouvir os alunos gritarem contra aquela «filha da puta» que, segundo eles, pouco ou nada veio acrescentar ao trabalho pedagógico que vinha a ser desenvolvido.
O senhor jornalista não imagina o que é leccionar turmas em que um aluno tem fome, outro é portador de hepatite, um terceiro chega tarde porque a mãe não o acordou (embora receba o rendimento mínimo nacional para pôr o filho a pé e colocá-lo na escola), um quarto é portador de uma arma branca com que está a ameaçar os colegas. Não imagina (ou não quer imaginar) o que é leccionar quando a miséria cresce nas famílias, pois «em casa em que não há pão, todos ralham e ninguém tem razão». O senhor jornalista não tem sequer a sensibilidade para se por no lugar dos professores e professoras insultados e até agredidos, em resultado de um clima de indisciplina que cresceu com as aulas de substituição, nos moldes em que estão a ser concretizadas. O senhor jornalista não percebe a sensação que se tem em perder tempo, fazendo uma coisa que pedagogicamente não serve para nada, a não ser parafazer crescer a indisciplina, para cansar e dificultar cada vez mais o estudo sério do professor. Quando, no caso da signatária, até podia continuar a ocupar esse tempo com a investigação em áreas e temas que interessam ao país.
O senhor jornalista recria um novo conceito de justiça. Não castiga o delinquente, mas faz o justo pagar pelo pecador, neste caso o geral dos professores penalizados pela falta dum colega. Aliás, o senhor jornalista insulta os professores, todos os professores, uma casta corporativa com privilégios que ninguém conhece e que não quer trabalhar, fazendo as tais aulas de substituição.
O senhor jornalista insulta, ainda, todos os médicos acusando-os de passar atestados, em regra falsos. E tal como o Ministério, num estranho regresso ao passado, o senhor jornalista passa por cima da lei, neste caso o antigo Estatuto da Carreira Docente, que mandava pagar as aulas de substituição.
Aparentemente, o propósito do jornalista Miguel Sousa Tavares não era discutir com seriedade. Era sim (do alto da sua arrogância e prosápia) provocar os professores, os médicos e até os juízes, três castas corporativas. Tudo com o propósito de levar a água ao moinho da política neoliberal do governo, neste caso do Ministério da Educação.

Dalila Cabrita Mateus,
professora, doutora em História Moderna e Contemporânea».

domingo, 28 de janeiro de 2007

Reabilitação do Palácio do Egipto


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Portal do Palácio do Egipto cerca de 1986

O Palácio do Egipto é um edifício que data do séc. XVIII.
Este era a casa nobre da Quinta de Nossa Senhora do Egipto, a qual ia desde o local onde se encontra o palácio até Sto. Amaro de Oeiras, por uma área hoje completamente urbanizada.


Quinta do Egipto cerca de 1643

Foi residência de António Rebelo de Andrade (1696-1763), benemérito de Oeiras, que contribuiu grandemente com o seu patrocínio para as obras da Igreja matriz, na qual está sepultado, e que terá ampliado o primitivo palácio que tinha herdado.
Depois do Palácio do Marquês e paralelamente ao do Arriaga, seria certamente em importância e grandeza a segunda casa nobre de Oeiras.

Conserva, da primeira metade do séc. XVIII, belos conjuntos de azulejos seriados Joaninos, albarradas nos dois átrios e padronagem na escadaria
De grande relevo e efeito é também o seu curioso pórtico em forma de arco asa de cesto, com volutas, coroado por uma concha.


Átrio do Palácio do Egipto em 29 de Julho de 2006

Passou por muitas vicissitudes que o degradaram substancialmente, nomeadamente no período em que nele funcionou a sede da A.D.O. e um restaurante/casa de fados.
Muitas agressões foram feitas ao edifício, que viu destruídos vários dos frescos vegetalistas que decoravam parte das suas paredes e tectos e delapidada uma grande parte dos seus belos painéis de azulejos.

O Palácio do Egipto, pela sua importância para a História de Oeiras, merece ser dignificado e reabilitado, sem dúvida. Estamos entre os primeiros a defendê-lo. Mas vejam AQUI, fazendo o download do PDF, o que vai ser feito. Muito MAL, na nossa opinião.


Mais um ATENTADO ao castigado
Centro Histórico de Oeiras.



fotografias: ©2007 Fernando Júlio Batista / josé antónio / comunicação visual.
mapa: pormenor da Carta dos Arredores de Lisboa, Folha 1 [Oeiras], 1643-1646 in "Cartografia de Oeiras 4 séculos de representação do território (do século XVI ao século XX)", coord. Joaquim Boiça, CMO, 2003, p. 64.

CLIQUE NAS IMAGENS PARA AMPLIAR
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Estão em funcionamento, desde o passado dia 15 de Outubro, duas linhas telefónicas gratuitas de apoio a donos de animais de companhia, uma iniciativa da Câmara Municipal no âmbito do projecto de Gestão Integrada e Bem-Estar Animal.

Através de uma chamada telefónica para um dos números, 800 201 205 ou 800 910 110, é agora possível obter informações e também denunciar situações de abandono ou maus-tratos a animais, permitindo à Câmara Municipal actuar, sancionando os autores da violência. Outra vertente deste projecto diz respeito à criação de "pontos de encontro" para animais errantes, locais onde seja possível, a qualquer pessoa, alimentar os animais, com as necessárias condições de higiene e salubridade.


sábado, 27 de janeiro de 2007

um certo tipo...

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"Os barretes servem a quem os enfia"
ou
"Chapéus há muitos..."

um certo tipo de leitor-comentador do Oeiras Local, felizmente mais raro do que ele próprio pensa, o que não é de estranhar dada a sua natureza:


ou ainda... "O cómico de serviço!"
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sexta-feira, 26 de janeiro de 2007

TLEBS

Nova Terminologia Linguística suspensa
Governo afasta temporariamente experiência pedagógica

O Governo vai suspender a aplicação nas escolas da nova Terminologia Linguística para o Ensino Básico e Secundário (TLEBS) numa portaria que será publicada no próximo mês de Fevereiro, disse esta quinta-feira o secretário de Estado Adjunto da Educação, Jorge Pereira. ...

quinta-feira, 25 de janeiro de 2007

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Estatísticas mundiais em tempo real!

terça-feira, 23 de janeiro de 2007

Novo Serviço Blogger

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Informam-se os leitores que a passagem do serviço "Blogger" a "Blogger beta" continua a causar problemas vários, nomeadamente o não envio por e-mail dos comentários de leitores não registados. Na impossibilidade de ler a toda a hora todo o blogue, muitos desses comentários só por mero acaso são encontrados.

Marcelo Rebelo de Sousa, "Assim Não"!

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domingo, 21 de janeiro de 2007

ROBÔPROF MULTIFUNÇÕES


reminiscências

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Existem reminiscências de tempos antigos (não muito...), com as quais nos vamos cruzando por aí, no concelho de Oeiras, e que nos transportam a um tempo em que havia menos casas, poucos prédios, diversas quintas, e muitas das ruas de hoje ainda eram estradas, caminhos ou azinhagas. Conduzem-nos ao passado, quando nos apercebemos da sua presença, pois o nosso ritmo actual é veloz demais para acompanhar a sua vigilante quietude. É necessário caminhar devagar e calmamente para as notar e é incontornável parar para as observar.

Aqui ficam quatro exemplos com os quais me cruzei. Muitos outros por aí permanecem, plácidos e indiferentes ao progresso e à nossa passagem.
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R. Marquês de Pombal
(notar a coroa monárquica)




Passeio pedonal do Picadeiro




Av. D. José I




Av. da República




imagens: ©2007 comunicação visual/josé antónio CLIQUE PARA AMPLIAR

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TLEBS

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«Quando um produto é perigoso para a saúde pública, logo as autoridades o mandam retirar. A situação é parecida. A TLEBS é um composto de alta perigosidade para a «saúde pública» escolar»

2007/01/03 21:52

Vasco Graça Moura em artigo de opinião no Diário de Notícias

«Nos últimos meses de 2006 ficou amplamente demonstrado que a TLEBS [Terminologia Linguística para os Ensinos Básico e Secundário] é um crime contra a língua portuguesa e contra o ensino e a aprendizagem dela».


Pais unem-se contra nova gramática

2007/01/19

Petição lançada na internet já foi assinada por mais de 4 mil pessoas.
A Confederação Nacional das Associações de Pais (CONFAP) manifestou-se hoje contra a nova Terminologia Linguística para o Ensino Básico e Secundário (TLEBS), considerando não entender em que medida a sua introdução é benéfica para os alunos. A notícia é avançada pela Lusa.

Envolta em polémica, a nova terminologia, aprovada pelo Ministério da Educação (ME) em 2004, começou este ano a ser leccionada de forma generalizada no 3º, 5º e 7º anos. Só em 2009 deverá abranger todo o sistema de ensino, com o objectivo de uniformizar os termos gramaticais ensinados na escola. ...