Um ponto de encontro. Um espaço de cultura. Um local onde falamos do concelho de Oeiras, de Portugal e do Mundo.
quarta-feira, 14 de novembro de 2007
terça-feira, 13 de novembro de 2007
AULAS DE ESPERANÇA
A violência dos tratamentos não permite ter sempre os mesmos alunos, é um desafio também para os professores
Na grande Lisboa há cerca de 300 crianças internadas, maioria com cancro, para quem o único contacto com a escola se faz com recurso à tecnologia. Estão doentes, mas a vontade de aprender não está.
São miúdos que estão internados em hospitais ou recolhidos em casa que encontram no computador em rede a sala de aula e uma janela para o mundo. Aprendem a matéria por videoconferência, fazem exames e contactam outras crianças numa escola sem paredes, feita à sua medida. É o materializar do princípio da igualdade de oportunidades no acesso à educação, embora ainda haja um longo caminho a percorrer. Exemplo disso? Além destas crianças, há muitas outras espalhadas pelo país, em iguais circunstâncias, mas a quem a tecnologia ainda não chegou e a ida à escola é um sonho impossível.
Um desafio diário
Ganhou a Gaspar Correia, mas o IPO prometeu a desforra. Terminada a aula, os alunos de ambas as escolas apoderam-se do “olho mágico” e aproveitam o intervalo para conversar entre si. Conhecem-se. Já são amigos. Sabem quem está do outro lado e qual a importância desta forma de aprender. Uns interiorizam o real valor da palavra ajuda. Outros, agradecem a amizade e este contacto com o mundo lá fora.
“O nosso papel é ajudar o aluno a manter o seu rendimento escolar, a continuar o seu projecto de vida académico, minimizando o impacto deste afastamento físico da escola” , explica Ana Margarida. Cada um dos professores colocados nos hospitais mantém uma relação de cooperação com as escolas de referência da zona em que está localizado o hospital. Escolas essas que asseguram o estabelecimento de ligações por videoconferência e a realização das "tele-aulas" semanais “feitas com base num projecto educativo definido no inicio do ano lectivo que envolve todas as disciplinas”, esclarece a professora.
A “tele-aula” chega a cinco hospitais, da Área Metropolitana de Lisboa: Instituto Português de Oncologia (IPO), Hospital D. Estefânia, Hospital de Santa Maria, Hospital Garcia da Orta e Centro de Medicina e Reabilitação de Alcoitão. O programa tem âmbito regional e é gerido pelo Centro de Avaliação em Novas Tecnologias de Informação e Comunicação (CANTIC), integrado na Direcção Regional de Educação de Lisboa (DREL).
Cada hospital trabalha com uma, ou duas, escolas de referência da sua área geográfica e há neste momento apenas sete docentes ao serviço do CANTIC, nos cinco hospitais/escola da região de Lisboa. Todos eles, explica a coordenadora Eulália Cordeiro, “dependem de destacamentos anuais. Estão colocados em escolas da região, mas destacados para prestar serviço nos hospitais”.
O número é ainda residual, mas Eulália adianta que “está em estudo na DREL uma proposta de alargamento da abrangência deste projecto a todos os hospitais da sua área educativa, que atendam crianças ou jovens em idade escolar”. Uma proposta possível de materializar e da qual poderiam beneficiar não só os alunos, mas também os milhares de professores que se encontram fora do sistema educativo por não terem colocação.
É no IPO de Lisboa que se concentra o maior número de professores (três), mas também o maior número de crianças. A contabilização real é difícil. Uns regressam a casa outros são traídos pela doença. Mário Chagas, Director do Serviço de Pediatria do IPO de Lisboa, explica que “tem havido um grande progresso no diagnóstico e tratamento das doenças oncológicas em pediatria, muito embora existam alguns tipos de patologia que são hoje mais incidentes do que há alguns anos. Hoje, é possível tratar cerca de 70% das crianças, graças aos progressos da quimioterapia, da cirurgia e da radioterapia”.
Contudo, por maiores que sejam os avanços da ciência, ainda não é possível eliminar o efeito psicológico que esta “doença de adultos” gera nas crianças e adolescentes. Razão pela qual, o director da unidade de pediatria do IPO, enfatiza a importância da escola e das tele-aulas no serviço que tutela. “Aqui temos jovens em idade escolar que permanecem em internamento, por vezes, quatro semanas seguidas. Esta ligação com a vida lá fora é muito importante não só do ponto de vista pedagógico, mas sobretudo psicológico”. Mário Chagas confessa que, paralelamente, à cura o IPO procura fomentar a ligação da criança com a realidade extra-hospital, tendo como meta minimizar o impacto futuro da doença na criança e assegurar o seu rendimento escolar.
Uma tarefa nem sempre fácil. Todos os dias, a escola abre as portas, mas os alunos nem sempre são os mesmos. A violência dos tratamentos atraiçoa muitas vezes a capacidade física para sair do quatro. E é por isso que Mário Chagas quer instalar na unidade de pediatria do IPO um sistema de Internet sem fios, que possibilite às crianças em isolamento aceder – a partir do seu quatro – à aula daquele dia, mas também comunicar com a sua escola de origem e com os seus amigos. Tudo, porque o factor psicológico é um remédio poderoso neste tratamento.
Mas o trabalho da professora Ana Margarida e dos seus colegas do CANTIC não se fica pelas aulas do IPO. Aos docentes cabe também a tarefa de realizarem o contacto com as escolas de origem das crianças internadas para que eles possam fazer todos os trabalhos, testes e fichas que fariam com a sua turma se pudessem frequentar a sua escola. As professoras remetem depois ao director de turma todos os trabalhos dos alunos, para que estes possam ter uma avaliação contínua. Ana Margarida assegura que “a grande maioria dos meninos que aqui estão conseguem passar de ano e ter aproveitamento”.
Uma vitória que não é fácil de materializar pois as dificuldades são muitas. “O espaço é pequeno, a afluência de meninos é grande, a irregularidade da sua presença na escola é maior ainda, já que cada dia temos crianças diferentes e são meninos que podem estar bem para vir à escola de manhã, mas à tarde não poderem vir”, conta Ana Margarida.
Ao abrigo do CANTIC, as crianças e jovens são acompanhadas desde o 1º ciclo ao 12º ano, em todas as disciplinas. Mas o trabalho deste centro não se restringe aos hospitais/escola. Embora em menor número, há crianças que recebem este apoio em casa. São apenas 22 crianças e nestes casos, estabelece-se uma ligação directa entre a casa do jovem e a sua turma de origem, existindo também um professor que visita o aluno dando-lhe apoio.
Nestas situações, o CANTIC intervém também noutros domínios. Há casos em que a família da criança não tem condições financeiras para assegurar os meios técnicos, como equipamento e ligações à Internet e nessas situações, o CANTIC procura encontrar patrocinadores que o viabilizem. Eulália Cordeiro lamenta a inexistência de uma linha governamental de apoio a estes casos, mas esclarece que nenhum aluno deixará de ir à escola por isso. Até lá o centro não se poupa a esforços. Entre as várias entidades com quem tem protocolos destacam-se a PT, a UMIC ou a Fundação Gil. Eulália tem um sonho: gostaria de ver o projecto que coordena "expandir-se a todos os hospitais que acolham crianças". É natural, até porque o acesso à educação é um direito. Porque uma escola não tem, forçosamente, de ter paredes. E porque não há muralhas maiores do que a vontade.
(com os devidos agradecimentos ao Jornal Expresso)
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
VERGONHOSO: PROFESSORES DAS AEC NÃO RECEBEM
VERGONHOSO: PROFESSORES DAS AEC NÃO RECEBEM
Que vergonha!!!
Amigo dos McCann denuncia lóbi poderoso da família

domingo, 11 de novembro de 2007
Junta as tuas meias às minhas... e torna os dias e as noites mais quentes!
As Meias deverão ser entregues ou enviadas para:
Rua Domingos Bomtempo, nº 7
O correio dos leitores
Caros amigos do Oeiras Local
A pretexto dos espaços ainda ocupados por hortas no nosso Concelho remeto algumas fotografias que fiz recentemente.
A recolha foi feita num Domingo de manhã, apesar da data. Assim se explica o trânsito numa via normalmente tão concorrida .
As imagens começam junto às novas instalações dos Bombeiros de Paço de Arcos e acabam junto da ponte que atravessa a ribeira perto de Paço de Arcos, de onde se pode divisar o cultivo de hortas em socalcos.
Trata-se de hortas...mas não só, pelo que sugiro uma reflexão.
À vossa consideração,
Fernando Lopes


sábado, 10 de novembro de 2007
efeméride
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
FEIRA DE SÃO MARTINHO

Realiza-se nos próximos dias 09 a 18 de Novembro, a Feira de São Martinho no Antigo Quartel de Linda-a-Velha.
Numa realização da Junta de Freguesia de Linda-a-Velha, reúnem-se no espaço do Antigo Quartel mais de uma centena de intervenientes, naquela que pretende ser a maior Feira da zona de Lisboa, sobre o artesanato e os produtos naturais, pretendendo mostrar o que de melhor se faz em determinadas zonas do país.
Desde o chocolate e ginjinha de Óbidos, aos fumeiros e queijos de Fornos de Algodres, passando pelo mel do Alentejo e produtos naturais da Quinta Pedagógica local, a partir de 6ª. Feira, dia 09 de Novembro, todos os caminhos vão dar a Linda-a-Velha no concelho de Oeiras.
Esperamos por si, nomeadamente para nas noites de 09.10 e 11, a partir das 21.30 horas, assistir às Grandes Noites de Fado.
Seja bem-vindo ao S. Martinho em Linda-a-Velha
ASSEMBLEIA DE FREGUESIA EXTRAORDINÁRIA
Pela primeira vez na freguesia de Linda-a-Velha, teve lugar uma assembleia de freguesia extraordinária com o tema das acessibilidades e mobilidade como ordem de trabalhos.
Pela primeira vez também, houve a possibilidade de ter a presença de mais de meia centena de munícipes que decidiram participar de forma activa na referida reunião, que se realizou na passada 3ª. Feira, dia 6.11, pelas 21.00 horas no Auditório Lourdes Norberto, no Edifício Pirâmide.
O desenvolvimento dos trabalhos, começou com o período antes da ordem do dia, onde diversos membros da Assembleia, focaram em especial a implementação do estacionamento tarifado na zona envolvente ao Largo da Lagoa e Av. Carolina Michaelis. Em resposta, foi possível ao presidente da Assembleia, Joaquim dos Reis Marques, esclarecer os presentes dos termos legais em que foi aprovada tal deliberação e sua publicação em diário da república.
Neste contexto, o presidente José Barroco e, o tesoureiro Luís Boto, membro do executivo eleito pelo PS, tiveram oportunidade de esclarecer e divulgar qual a posição da Junta de Freguesia quanto a esta matéria: a gratuitidade do dístico aos residentes, a revisão da tarifação dada a reduzida rotatividade do estacionamento no local e a necessidade de implementação de zonas definidas para cargas e descargas, bem como, para estacionamento temporário, nomeadamente para melhor servir os comerciantes e respectivos clientes locais.
De seguida o Executivo realizou a apresentação de um pequeno vídeo abrangente da realidade local.
De realçar as temáticas desenvolvidas e apresentadas pelos diversos munícipes: a criação de uma nova acessibilidade à A5 e a Queijas e Carnaxide, na zona poente da freguesia, – proposta já realizada pela Liga dos Amigos de Linda-a-Velha – a necessidade de acompanhamento da urbanização do Alto do Almarjão, vulgarmente conhecido como zona da antiga Pedreira dos Húngaros e Alto dos Marinheiros, - apresentada pela munícipe Carmen Silva – e quanto ao estudo de mobilidade municipal, foi possível contar com a participação da Dra. Daniela Carvalho.
Dentro desta temática, importa realçar as intervenções realizadas no que respeita à deficiente rede e serviço de transportes, que agrava tanto mais a utilização do veículo privado como meio por excelência de deslocação.Como conclusão, importa referir que a adesão da população é sinónimo do seu interesse pelas questões locais e que estão lançadas as bases para uma discussão séria e construtiva sobre a eventual e por demais oportuna revisão do Plano Director Municipal, no que respeita nomeadamente à freguesia de Linda-a-Velha.
Executivo da JF Linda-a-Velha
[Foto Isabel Magalhães]
O correio dos leitores
Se servir para alguma coisa, disponha como lhe aprouver.
PASSADEIRAS PARA PEÕES
Existem passadeiras para peões sinalizadas de várias maneiras: riscas brancas largas chamadas de “zebras”, que dão prioridade ao peão; semáforos e no asfalto duas riscas brancas delimitando o espaço que dará segurança ao peão durante o sinal verde. Mas existem também zebras junto a semáforos que muitos peões pensam que lhe dá prioridade e arriscam-se a levar com um carro que tem para ele informação de poder avançar (semáforo verde) e ainda há dois riscos brancos no asfalto sem semáforo para peões.
Em que ficamos? De quem é a responsabilidade de mandar pintar as passadeiras para peões? Porque não existem apenas dois critérios: zebras e semáforos sem uns misturados uns com os outros?
E ainda existem passadeiras colocadas em curvas que peão e automobilista não se vêem, não dando um mínimo de segurança nem a peões nem a condutores. Lanço um apelo a quem manda nestas coisas: Parar, reflectir e actuar já, para bem da segurança de todos.
Maria Clotilde Moreira
Algés
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Publicado no Jornal de Oeiras em 22/11/2005
PASSADEIRAS PARA PEÕES
Existem passadeiras para peões sinalizadas de várias maneiras: riscas brancas largas chamadas de “zebras”, que dão prioridade ao peão; semáforos e no asfalto duas riscas brancas delimitando o espaço que dará segurança ao peão durante o sinal verde. Mas existem também “zebras” junto a semáforos que muitos peões pensam que lhe dá prioridade e arriscam-se a levar com um carro o qual dispõe de verde, portanto de informação que pode avançar e ainda há dois riscos brancos no asfalto sem semáforo para peões.
Em que ficamos? De quem é a responsabilidade de mandar pintar as passadeiras para peões? Porque não existem apenas dois critérios: zebras e semáforos sem uns misturados uns com os outros?
E ainda existem passadeiras colocadas em curvas que peão e automobilista não se vêem, não dando um mínimo de segurança nem a peões nem a condutores.
Aqui em Algés já coloquei o assunto à Junta de Freguesia que me informou que só tem autorização para avivar as já existentes, não podendo alterar a sua colocação. E assim continuamos com deficiente colocação e sinalização no asfalto e falta de novas passadeiras noutros locais.
Lanço um apelo ao Município de Oeiras e a quem tem autoridade para decidir nestas coisas: Parar - Reflectir - e Actuar já e correctamente, para bem da segurança de todos.
Maria Clotilde Moreira
TERTÚLIA - O Legado Islâmico em Portugal
recebido por e-mail:
(...) Junto programa do 1.º Encontro Espaço e Memória (16-Nov), que terá como orador Abdalah Kawli, professor, autor e investigador do Legado Islâmico em Portugal. Oportunidade a não perder.
A vossa inscrição poderá ser feita na Junta de Freguesia de Oeiras (...) IMPORTANTE QUE SE INSCREVAM E INDIQUEM O PRATO (1, 2, 3 ou 4) ESCOLHIDO, o mais tardar até dia 15, o que nos permitirá encomendar um número exacto de refeições por prato. O pagamento será feito no dia 16 de Novembro, no restaurante "O Solar do Marquês" (...)
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
O correio dos leitores
E vocês preocupados com a Câmara de Lisboa...
Leiam isso:
http://www.jornaldenegocios.pt/default.asp?Session=&CpContentId=305227
Juva Batella
www.blaguedojuva.blogspot.com
terça-feira, 6 de novembro de 2007
O correio dos leitores
“OS PÉSSIMOS SERVIÇOS DE APOIO AO CLIENTE TVCABO ou NETCABO”
O relato que faço está documentado em e-mails enviados aos respectivos serviços:
Temos uma dificuldade , ligamos para um daqueles telefones 707…………; estamos 10/15/20 minutos à espera que nos atendam ouvindo “música” [pagando €0,10 no 1º minuto e depois €0,01(?) /segundo];
Vem o 1º operador a quem expomos o problema e ele diz-nos “obrigado pelo seu contacto” vou passar ao operador que o pode ajudar; MAIS MÚSICA; aparece o 2º e repete-se a situação!!!
Cheguei a estar 70 minutos ligado, acabando por não receber qualquer ajuda, nitidamente pela má formação de quem nos atende. Depois de 3 ou 4 situações destas DESISTI de tal apoio(?).
Passei a enviar reclamações por e-mail; recebi respostas automáticas em que me diziam:
Na sequência do seu contacto, que desde já agradecemos, comunicamos que a situação reportada se encontra em análise e que iremos contactá-lo no prazo máximo de 24 horas para o nº96…………
O contacto telefónico preferencial que consta nos nossos registos é 96………. Caso o mesmo tenha sofrido alteração, reenvie-nos este e-mail com o seu nº de contacto preferencial.
Ficamos à sua inteira disposição para qualquer esclarecimento adicional, através do nosso Serviço de Apoio ao Cliente pelo e-mail cliente@netcabo.pt. Poderá, em alternativa, contactar-nos via telefone para:
707 299 499 - Informações gerais e Facturação
707 266 466 - Apoio técnico TV Cabo
707 288 488 - Apoio técnico NetCabo
707 255 455 - Apoio técnico Voz
808 200 400 - Informações comerciais
Agradecemos a sua preferência e apresentamos os nossos melhores cumprimentos.
Serviço de Apoio ao Cliente
Tiago Moura”””
Nada recebi em resposta!!! Nem a este, nem aos demais [muitos] mails que enviei.
Hoje [05/OUT/2007] contactei por outra via [pelo menos, neste, não tenho que pagar as exorbitâncias da via telefónica]: por um “chat” no Assistente NetCabo:
ESTIVE CERCA DE 130, SIM!! CENTO E TRINTA MINUTOS, esperando por um operador disponível [tenho o documento comigo e já o enviei via Internet para a TvCabo]””
E DIZEM ESTES SENHORES QUE, PELO 3º ANO CONSECUTIVO, FORAM ELEITOS O MELHOR SERVIDOR NET PORTUGUÊS!!!
Eleitos por quem?
Aos pacientes Leitores apresento minhas desculpas pela extensão da minha carta de hoje.
Um Abraço e obrigado
FR
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
QUINTA PEDAGÓGICA - Freguesia de Linda-a-Velha
Objectivos:domingo, 4 de novembro de 2007
Lido no "O JUMENTO"

Com quatro atropelamentos diários na capital há motivos suficientes para questionar se a autarquia tem prestado ou está a prestar a devida atenção à segurança rodoviária. Vemos radares a gerar fortunas em multas instalados em vias onde não se registam acidentes, vemos um batalhão de polícias atarefados a bloquear e rebocar carros mal estacionados, mas nunca vi um automobilista ser multado por não respeitar uma passadeira ou por andar em excesso de velocidade numa rua de um qualquer bairro de Lisboa.
A verdade é que para a autarquia da capital o sucesso da prevenção rodoviária é medido pelas receitas das multas arrecadadas.
A partir de amanhã o Jumento passará a contar com uma secção de "coices na CML" para alertar e protestar contra o que se passa na cidade de Lisboa.
sábado, 3 de novembro de 2007
VIII Encontro de História Local
Vai decorrer em 21, 22, 23 e 24 de Novembro de 2007, no Auditório da Biblioteca Municipal de Oeiras, a oitava edição do já tradicional Encontro de História Local. A edição deste ano está subordinada ao tema:
AS QUINTAS E OS PALÁCIOS DE OEIRAS E ZONAS ENVOLVENTES
1.º Módulo (21, quarta)
POLÍTICAS E PRÁTICAS PATRIMONIAIS
moderador - Isabel Soromenho
2.º Módulo (22, quinta)
CARACTERIZAÇÃO DAS QUINTAS E PALÁCIOS DE OEIRAS E ZONAS ENVOLVENTES
moderador - Jorge Miranda
3.º Módulo (23, sexta)
CASOS DE ESTUDO - APRESENTAÇÃO DE CASOS DAS AUTARQUIAS PARTICIPANTES
moderador - Rodrigo Dias
4.º Módulo (24, sábado)
VISITAS GUIADAS
INSCRIÇÕES:
Contacte os serviços abaixo mencionados para informação mais pormenorizada sobre pré-inscrição, inscrição, pagamento, etc.
PREÇOS:
Público em geral - 10.00 €
Estudantes, professores, funcionários da CMO e mais de 65 anos - 5.00 €
INFORMAÇÕES:
Câmara Municipal de Oeiras, Sector de Acção Cultural
21 440 85 87 / 21 440 85 52
maria.fernandes@cm-oeiras.pt
www.cm-oeiras.pt
LOCAL:
Auditório da Biblioteca Municipal de Oeiras:
Av. Francisco Sá Carneiro 17, Urbanização Moinho das Antas, Oeiras
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ATÉ QUE ENFIM!
«Apresentámos um protesto veemente devido ao teor ofensivo e insultuoso do artigo e pedindo [à comissão para as queixas sobre a imprensa britânica] que tome medidas adequadas», revelou hoje à agência fonte diplomática da representação portuguesa em Londres.
Em causa está uma crónica no diário «Daily Mirror» publicada na segunda-feira onde o autor qualifica declarações do embaixador português no Reino Unido, António Santana Carlos, sobre o «caso Madeleine» como «estúpidas e desnecessárias». ...
Exposição: Arquitectura portuguesa em destaque nos EUA
Ítaca, Nova Iorque, 02 Nov (Lusa) - A Universidade de Cornell, nos EUA, inaugurou quinta-feira em Ítaca uma exposição sobre a arquitectura contemporânea portuguesa, denominada "Portugal Now", cujo objectivo é mostrar as novas tendências arquitéctónicas nacionais.
A exposição sobre a arquitectura contemporânea portuguesa é a terceira desenvolvida pela Universidade de Cornell e encontra-se inserida num ciclo de conferências e exposições que o departamento de Arquitectura, Arte e Planeamento dessa universidade tem vindo a promover. »»»
A Sra Ministra acha excessiva a preocupação do Sr PGR.
Governo prepara-se para reagir
Violência escolar sem castigo
















