segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Leitura para a Eternidade...

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O Eterno é a Própria Vida

Segundo a expressão de Lavelle, a morte dá «a todos os acontecimentos que a precederam esta marca do absoluto que nunca possuiriam se não viessem a interromper-se». O absoluto habita em cada uma das nossas empresas, na medida em que cada uma se realiza de uma vez para sempre e não será nunca recomeçada. Entra na nossa vida através da sua própria temporalidade. Assim o eterno torna-se fluido e reflui do fim ao coração da vida. A morte já não é a verdade da vida, a vida já não é a espera do momento em que a nossa essência será alterada. O que há sempre de incoactivo, de incompleto e de constrangedor no presente não é já um sinal de menor realidade.

Mas então a verdade de um ser já não é aquilo em que se tornou no fim ou a sua essência, mas o seu devir activo ou a sua existência. E se, como Lavelle dizia em tempos, nos julgamos mais perto dos mortos que amámos do que dos vivos, é porque já nos não põem em dúvida e daqui para o futuro podemos sonhá-los a nosso gosto. Esta piedade é quase ímpia. A única recordação que lhes diz respeito é a que se refere ao uso que faziam de si próprios e do seu mundo, o acento da sua liberdade na incompletude da vida. O mesmo frágil princípio faz-nos viver e dá ao que fazemos um sentido inesgotável.

Maurice Merleau-Ponty, in 'O Elogio da Filosofia'

sarcófago de Infanta portuguesa
Capela de Santa Ana, Sé de Lisboa
. clique na foto para ampliar -



texto: Citador
fotografia: 04 OUT 2008 17:13, © josé antónio / comunicação visual
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Carnaxide - Altos dos Barronhos

[Da caixa de comentários]

2008/11/3 Anónimo

Anónimo deixou um novo comentário na sua mensagem "Exposições":

Este asssunto já se arrasta há tantos anos que até faz confusão. Estas mensagens são de 2006, estamos em 2008, e o Alto ods Barronhos, continua com deficiência a nível de limpeza, pois os caixotes continuam a ser poucos, além da falta de civismo das pessoas que é uma realidade. Penso que a solução começa por multar os automobilistas que insistem em estacionar pessimamente os automóveis. Eu também tenho automóvel e por vezes tenho que o estacionar longe, pois não à lugar, mas nunca perturbo os "desgraçados" que todos os dias penam para recolher o lixo. Até já chamei a PSP, por diversas vezes, pois não consigo entender as pessoas. Ainda tem mais um problema que é o café na Rua Inácio Duarte, que não é suportável o barulho à 11h da noite, a má educação dos seus utentes e como são porcos. Aquele passeio mete nojo....... Não sei porque a câmara não acaba com aquilo, já que a policia não aparece.

Publicada por Anónimo em OEIRAS LOCAL a 3 de Novembro de 2008 10:16

O ROSSIO DE PORTO SALVO



Pelo Edital 17/2008 assinado pelo Presidente da Assembleia Municipal de Oeiras acabamos de ser informados da SESSÃO EXTRAORDINARIA nº. 5/2008 – 1ª Reunião que terá lugar no dia 6 de Novembro – 5ª feira pelas 20h30 nas instalações da SIMPS.

Ordem de Trabalho - Apreciação do PLANO DO ROSSIO DE PORTO SALVO

domingo, 2 de novembro de 2008

Eu não diria melhor !

in Jornal Público de 02-11-2008

(clique na imagem para ampliar)

Bartoon - Luís Afonso

in Público de 02-11-2008

JAIME ISIDORO - A História de Um Olhar

"a arte não é o tema, mas sim o homem e, em princípio, revolução."

Horizonte; 2001; 82 x 59 cms; Aguarela s/ papel

Mar; 1999; 150 x 100 cms; Aguarela s/ papel

MAR; 1998; 190 x 134 cm; Aguarela s/papel


"Fui um jovem privilegiado. Aos 24 anos, o Museu de Arte Contemporânea de Lisboa adquiriu-me um quadro e o Museu Nacional de Soares dos Reis, outro. Nesse ano de 1948, obtive o Prémio "Rocha Cabral" da Academia Nacional de Belas-Artes de Lisboa. Em 1950 conheci Vieira da Silva e Arpad Szenes e fizemos longa amizade. Visitava-os sempre que ía a Paris, e tantas vezes os vi pintar.
Relacionei-me, entre outros artistas, com Almada Negreiros, Antóno Soares, António Cruz, Portinari, Saura, Tàpies, Lúcio Muñoz, Canogar, Eugénio Ionesco, Robert Filliou e Serge III.
(...)
Conheci pessoalmente Beuys, como se sabe dos mais importantes artistas da segunda metade do século XX, que me ofereceu um catálogo autografado. A sua obra levou-me a entender que a arte não é o tema, mas sim o homem e, em princípio, revolução. A pintura passou a resumir-se na procura da minha própria expressão: é a minha vida, intensamente vivida, que me motiva a um percurso experimental e criativo durante longos anos, numa luta de incertezas, dúvidas e indecisões para encontrar a verdade, o senso universal. A ambição de ser artista."
Jaime Isidoro

Na minha estante


"Na vida existe um valor que fica muitas vezes invisível para os outros, mas que o homem escuta no fundo da sua alma: é a fidelidade ou a traição ao que sentimos como um destino ou uma vocação para cumprir.
O destino assim como tudo o que é humano, não se manifesta em abstracto, encarna-se numa qualquer circunstância, num pequeno lugar, numa cara amada ou num nascimento paupérrimo nos confins de um império.
Nem o amor, nem os encontros verdadeiros, nem sequer os profundos desencontros são obra de causalidades, estão-nos, sim, misteriosamente reservados. Quantas vezes na vida me surpreendi por nos cruzarmos, entre as multidões de pessoas que existem no mundo, com aquelas que, de alguma maneira, possuíam as tábuas do nosso destino, como se tivéssemos pertencido à mesma organização secreta, ou aos capítulos de um mesmo livro! Nunca soube se os reconhecemos porque já os procurávamos ou se os procuramos porque estavam perto dos confins do nosso destino."

Biografia de Ernesto Sabato

A crise, versão do costume

Opinião
2008-10-31



Não deixa de ser surpreendente que, estando nós, como está o Mundo, a braços com uma crise que se deve, na essência, a desvarios de gestores milionários (no dialecto dos próprios, diz-se "deficientes análises conjunturais"), haja quem encontre disponibilidade mental para se indignar com um aumento de 24 euros no salário mínimo nacional (SMN).

O suficiente, se quisermos usar de demagogia em saldo, para adquirir dois pacotes médios de fraldas para bebé ou pagar uma refeição para duas pessoas, num restaurante pacato. Por mais que as decisões do Governo possam ter como referência o ciclo eleitoral de 2009, parece-me de elementar justiça que quem esteja a sofrer mais na pele os efeitos deste turbilhão seja ajudado. E, sobre este princípio, todos - patrões, sindicatos e partidos - deviam estar de acordo. Mas assim não sucede.

Os patrões, que já em 2005 agitaram o fantasma do desemprego, voltaram a recorrer ao expediente. O raciocínio versa assim: é preferível não mexer nos salários do que arriscarmos um aumento de 24 euros e, dessa forma, engordarmos o monstro do desemprego. Ou, como sintetizou Manuela Ferreira Leite, na entrevista de anteontem, à SIC-Notícias, os portugueses têm de optar: ou o emprego ou o salário mínimo.

Pelo meio - e num bem sucedido esforço para não ajudar em nada à discussão -, Augusto Morais, presidente da Associação Nacional das Pequenas e Médias Empresas, produziu o seguinte pensamento: "A associação [...] vai determinar junto dos associados que não renovem os contratos [a termo]". Trocado por miúdos, o que este senhor fez foi uma ameaça velada de que, por sua vontade - e, até prova em contrário, das empresas que por ele se deixam representar -, mais de 43 mil trabalhadores que ganham 426 euros não vão ver os contratos renovados em 2009. Chantagem rasteira que tem o óbvio propósito de ganhar terreno reivindicativo na Concertação Social - a mesma Concertação Social que, em 2006, aceitara o valor destes aumentos.

Lamentavelmente, o tecido empresarial português continua a ser liderado por gente que enche a boca com palavras como "formação profissional", mas que faz da política de baixos salários a sua formatação profissional.

Há que reconhecer, todavia, que aumentar o rendimento mensal de milhares de trabalhadores pode ser um pau de dois bicos. Há analistas económicos que acham que as empresas vão ser forçadas a despedir; e há outros para quem a medida não tem efeitos nocivos na taxa de desemprego e na saúde da economia e que até contribui para sedimentar a ligação do trabalhador ao posto de trabalho.

Mas, achemos o que acharmos, não podemos é pedir aos mais fracos para pagarem a factura. Quem gere o dia-a-dia com pouco mais de 400 euros não quer saber da conjuntura ou do défice orçamental. Porque, para esses, a crise não é de agora. A crise não é parte de um ciclo económico. A crise é parte da vida.

sábado, 1 de novembro de 2008

Fui a Linda-a-Velha de carro



Fui avisada que a Rua João Chagas ia estar em obras (Algés/Linda-a-Velha). Desde quarta-feira que vou e que faço o desvio junto ao Elefante Azul até aos semáforos da Rua Francisco José Vitorino inicio da Av. Tomás Ribeiro e vice-versa. Nada de especial, dirão. Pois!

Mas venho dar esta informação porque, para meu grande espanto, as várias vezes que tenho ido tenho sempre visto polícia tanto no inicio deste desvio como na Av. Tomás Ribeiro, o que me dá segurança. De quem terá sido esta boa ideia?

Gostava de saber o que estão a fazer exactamente para haver necessidade de cortar o trânsito. É que a berma norte da Ruas João Chagas está tão sobrecarregada de construções que, como já disse anteriormente, qualquer dia este percurso só é possível de Asa Delta.

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Lugar aos Poetas III

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Migalhães
- Poema de Luís Costa


Lá vem pelo avelar
O filho do Manel João
Vem do centro escolar
Cansado de palmilhar
A caminho da povoação

Não há médico na aldeia
E a antiga escola fechou
Não tem carne para a ceia
Nem petróleo para a candeia
Porque o dinheiro acabou

O seu pai foi para França
Trabalhar na construção
E a mãe desta criança
Trabalha na vizinhança
Lavando pratos e chão

Mas o puto vem contente
Com o Migalhães na mão
E passa por toda a gente
Em alegria aparente
De quem já sabe a lição

Um senhor muito invulgar
Que chegou com mais senhores
Veio para visitar
O novo centro escolar
E dar os computadores

E lá vem o Joãozinho
No seu contínuo vaivém
Calcorreando o caminho
Desesperando sozinho
À espera da sua mãe

Neste país de papões
A troco de dois vinténs
Agravam-se as disfunções
O rico ganha milhões
E o pobre Migalhães

recebido via email.
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magalhães móvel

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recebido via email:

MAIS UMA INVENÇÃO DO SÓCRATES... O HOMEM NÃO PÁRA...

Prevê-se até ao fim do próximo ano, produzir e vender 1.000.000
destes maravilhosos descapotáveis.

Para quem se inscrever pela Internet, o valor do Magalhães Móvel é
99 €  !!!

Aproveite esta nova oportunidade!!!

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divulgação

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recebido via email:


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Ministra vai ao Parlamento explicar fim dos chumbos

Educação
O Parlamento aprovou hoje por unanimidade a audição da ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, e do Conselho Nacional de Educação sobre a proposta para acabar com as reprovações de alunos no ensino obrigatório


O requerimento aprovado hoje foi apresentado pelo CDS-PP. O deputado democrata-cristão José Paulo Carvalho disse à Lusa que o objectivo é esclarecer qual a posição do ministério face a um parecer do Conselho Nacional de Educação que recomenda ao Governo que estude soluções alternativas às repetições de ano.

Os deputados aprovaram também a audição dos dois relatores do documento do Conselho Nacional de Educação, órgão consultivo do Governo.

José Paulo Carvalho afirmou concordar que os alunos com mais dificuldades tenham mais acompanhamento desde que «isso não signifique que se generalize um sistema de passagens administrativas».

De acordo com a edição de quarta-feira do Diário Económico, um projecto de parecer do Conselho Nacional de Educação recomenda que o Ministério da Educação estude «soluções adoptadas noutros países que encontraram alternativas às repetições, obtendo bons desempenhos por parte dos alunos e resolvendo os problemas do insucesso».

Em declarações ao Público, o secretário de Estado da Educação, Valter Lemos, explicou que o Governo não quer proibir os chumbos, mas pretende reforçar «as estratégias e as medidas de apoio à recuperação de alunos, de forma a que a retenção e a repetição de ano deixem naturalmente de acontecer».

Lusa / SOL

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Orçamento de Estado 2009: não li, mas quero ver o filme

Opinião
Ricardo Araújo Pereira

Quem ficou mais chocado com o sucedido? O Governo, que fez a proposta, ou a oposição, que viu e calou? Neste momento, uns e outros estão de tal forma chocados que julgo não ser possível resolver o empate técnico de choque a que se chegou


O Orçamento de Estado de 2009 provocou nas pessoas as reacções do costume. Trata-se de um documento fascinante, cujo articulado, evidentemente, excita as emoções de todos. Algumas pessoas ficaram indignadas, outras ficaram desiludidas, outras ficaram receosas. Até agora, julgo ser o único a ter ficado comovido. Creio que é por isto que a VISÃO me paga: por ser o único cidadão suficientemente sensível para se emocionar com documentos oficiais do Estado. E a verdade é que, este ano, embora as Grandes Opções do Plano não me tenham tocado como é habitual, o Orçamento falou-me ao coração como nunca.
Fico sempre à beira das lágrimas quando testemunho um acto de bondade anónima. (Ou um acto anónimo de bondade? Não sei. Felizmente, não consigo distingui-los, pelo que me comovem igualmente.) Foi o que aconteceu no Orçamento de Estado deste ano: alguém alterou as regras do financiamento dos partidos permitindo, entre outras coisas, que os partidos políticos pudessem receber donativos em dinheiro vivo – o que era ilegal. Em ano de várias eleições, aqui estava uma inovação muito proveitosa. Perante isto, os partidos adoptaram uma conduta politicamente irrepreensível: todos tinham especialistas a analisar minuciosamente o Orçamento e no entanto nenhum assinalou a modificação; quando os jornais descobriram a marosca, todos condenaram, de forma especialmente veemente, o Governo.
O Governo, que redigiu o Orçamento com particular cuidado, por causa da crise, foi apanhado de surpresa por esta alteração que seria magnífica se não fosse flagrantemente ilegal. O mais interessante é que ninguém sabe quem foi o responsável pela proposta que teria sido extraordinariamente útil, mas que afinal era um lamentável lapso. O benfeitor anónimo permanecerá anónimo, e os responsáveis pela revisão do documento, que deixaram passar a mudança que viria mesmo a calhar se não fosse proibida, também.
Entretanto, assim que os jornais divulgaram o assunto, o Governo voltou atrás. E teve lugar o pequeno campeonato que costuma realizar-se nestas alturas: quem ficou mais chocado com o sucedido? O Governo, que fez a proposta, ou a oposição, que viu e calou? Neste momento, uns e outros estão de tal forma chocados que julgo não ser possível resolver o empate técnico de choque a que se chegou. O Governo penitenciou-se, mas garante que tudo não passou de um lapso cometido não se sabe por quem. E se apanham o tipo que lhes andou a mexer no orçamento enquanto eles estavam distraídos, não lhe perdoam. De ser nomeado para uma secretaria de Estado não se safa, esse bandido.

Ciclo de Jazz Oeiras Local V

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Este é um daqueles posts que me dá um prazer especial fazer. Confesso que sinto uma pontinha de orgulho...
O músico/compositor que hoje vem aqui tocar é da minha criação e meu amigo pessoal dos tempos de liceu - ainda recordo quando, pelos nossos 16 ou 17 anos estivemos prestes a comprar a meias uma prancha de surf - e é em simultâneo um filho de Oeiras. Quem não se recorda do pai dele, o Bica, inaudito, inefável, árbitro de hóquei em patins da nossa terra?





o video foi extraído DAQUI
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Petição IVA COM RECIBO



Alvo da petição: Ministério das Finanças

TERMINA HOJE, PELAS 24 HORAS

(ainda está a tempo de assinar, caso pretenda fazê-lo)

É importante para as PME'S Portuguesas, o apoio a este movimento.

Ver aqui:

http://www.pnetpeticoes.pt/ivacomrecibo/


Alteração da data de exigibilidade do IVA, para que este imposto passe a ser devido ao Estado apenas após recebimento da factura e não após a sua emissão.

Proposta

- Que o IVA seja apenas devido ao Estado após o efectivo recebimento da factura

- Que por cada dia de atraso do pagamento dessa factura, exista uma taxa de juro obrigatória por lei nacional e de implementação automática.

PONTOS DE VISTA por JORGE MIRANDA






DECISÃO TÁCTICA


Isaltino Morais, a um ano das próximas eleições autárquicas, já anunciou, em conferência de imprensa que se converteu em sessão de apoio, tal o número de munícipes que acorreu, a sua inabalável candidatura à presidência da Câmara de Oeiras, com o estatuto de independente e no quadro do movimento “Oeiras mais à frente”.
Numa perspectiva estratégica, encetou uma táctica assertiva de presença, de marcação do “seu” território, de forma a intimidar ou fazer diminuir a esperança aos eventuais competidores. E fê-lo pela afirmativa, com convicção ganhadora, apresentando projectos com os quais se propõe encerrar, em beleza, o seu ciclo de governação e lançar as bases de nova caminhada que outros poderão aproveitar. Mas este encerrar de fase será seu. A sua intenção é, decerto, pela grandiosidade do projecto, desmobilizar, secar a iniciativa aos concorrentes.
A fasquia ficou colocada demasiado alta. O eleitorado, que conhece já a capacidade de realização de Isaltino Morais, não irá regatear o seu voto. Em bem pior situação se encontrava ele há três anos e, mesmo assim, ganhou as eleições.
O que poderá neutralizar esta estratégia e provocar uma inversão no desfecho será a conclusão do processo judicial que coloca Isaltino Morais na condição de réu, especialmente do crime de corrupção. Se imediatamente antes das eleições for ditada a sentença ou, mesmo sem esta ainda proferida, no decurso do julgamento, forem afirmadas situações gravosas, os seus efeitos podem desencadear um movimento de rejeição, suficientemente amplo que esvazie a candidatura.
A bem da democracia e da limpidez dos costumes, a Justiça teria de andar depressa e de ser feita antes do processo eleitoral. Tem apenas um ano.

Jorge Miranda
jorge.o.miranda@gmail.com
Com os nossos agradecimentos ao Autor e ao Jornal da Costa do Sol pela cedência do artigo, assim como à Revista Municipal Oeiras Actual pela utilização da foto.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

SMAS - Campanha da Água proibida pelo ICAP

Jornal de Oeiras, Nº 225, 28.10.2008

ALGÉS - Parque Anjos

Jornal de Oeiras, Nº 225, 28.10.2008

o Sócrates é porreiro, pá...

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Cimeira Ibero-Americana: Sócrates distribui Magalhães

O primeiro-ministro português, José Sócrates, vai oferecer computadores Magalhães aos Chefes de Estado e de Governo dos 22 países que participam a partir de hoje na XVIIII Cimeira Ibero-Americana, na capital de El Salvador.
ler mais...


E nós a pagarmos as negociatas...
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