
Via CMO
Um ponto de encontro. Um espaço de cultura. Um local onde falamos do concelho de Oeiras, de Portugal e do Mundo.


O Cronista Indelicado
Eu sempre critiquei o patriotismo de trazer por casa de uma certa esquerda portuguesa, que acha que a Alemanha tem a obrigação solidária de pagar pelo descalabro financeiro dos países em crise, porque isto é uma União e é suposto sermos todos amigos.
(...)

A Câmara Municipal de Oeiras associa-se novamente à Semana Europeia da Mobilidade e ao Dia Europeu Sem Carros, encerrando a Avenida Marginal ao trânsito automóvel, entre Caxias e a Praia da Torre.
Assim, Oeiras proporciona uma vez mais um conjunto de actividades diversificadas – saúde, actividade física, ambiente e mobilidade, com o objectivo de sensibilizar os munícipes para a utilização de formas alternativas de mobilidade e transporte, como a utilização da bicicleta, de transportes públicos - comboio e autocarro - ou fazendo percursos a pé, inibindo a utilização automóvel e a respectiva poluição.
Deixe o carro em casa
pegue na sua bicicleta ou chegue a pé
aproveite os transportes públicos e venha
divertir-se na Avenida Marginal!
Informação de trânsito e de estacionamento:
- Constrangimentos de trânsito:
• Encerramento da Avenida Marginal, entre Oeiras e Caxias, das 9H30 às 13H00, no dia 19 de Setembro, excepto acesso por Carcavelos à Praia da Torre e ao Porto de Recreio de Oeiras.
- Interdição de locais de estacionamento:
• Parque junto ao restaurante “Mónaco”
• Parques junto à Praia de Caxias
• Curva dos Pinheiros
• Parque junto ao Jardim de Paço de Arcos
• Parque da Praia velha de Paço de Arcos (Centro Náutico)
• Parque junto ao restaurante “Saisa”
Informações:
CM Oeiras - Divisão de Desporto
tel. 214 408 540, mexa-semais@cm-oeiras.pt
O SATU - em www.oeinerge.pt ficamos a saber o actual tarifário que entrou em vigor em 8 de Agosto, conforme Edital n.º 236/2011 de 21/07/2011,
- Ida: 1,15 €
- Ida e volta: 1,65 €
- Um dia: 2,85 €
- 10 viagens: 6,50 € (bilhete de famílias ou grupos)
- 20 viagens: 11,00 €
O Cronista Indelicado
A forma como o ministro da Economia tem sido tratado pela comunicação social diz muito sobre um dos nossos piores defeitos: exigir que tudo seja diferente para depois criticar qualquer diferença. Neste momento é impossível saber se Álvaro Santos Pereira é bom ou mau ministro.
Por: Por João Miguel Tavares (jmtavares@cmjornal.pt)
Pode vir a ser péssimo, mas ainda não fez nada de significativo, para além de anunciar passes sociais. Mas quem lê jornais e ouve comentadores já terá com certeza reparado que Santos Pereira, com o seu ar patusco, está a ser transformado numa espécie de alívio cómico do governo.
Porquê? Por um lado, porque é um professor universitário vindo lá do Canadá, e que portanto não percebe nada da realidade portuguesa, ao contrário de tantos governantes que percebem imenso da realidade portuguesa e que tão bem têm feito a Portugal ao longo dos últimos anos. Mas, sobretudo, porque o ministro chegou e cometeu o pecado mortal de pedir que fosse tratado apenas por "Álvaro". A partir daí, passou a ser não "Álvaro" mas "o Álvaro", como se fosse um qualquer Ambrósio ao serviço daquela senhora que queria Ferrero Rocher.
Este modo de apoucar alguém só porque tentou ser amável e informal seria apenas deselegante se não fosse tão sintomático de uma certa forma de estar. Toda a gente critica o país dos doutores, mas depois gozamos com o doutor que diz que apenas quer que o tratem pelo nome próprio. Tal como toda a gente diz que é preciso reduzir a despesa do Estado, mas depois classificamos como corte selvagem cada medida que é tomada. Já cantava António Variações: "Só estou bem aonde não estou/ /porque eu só quero ir aonde não vou."
Vox Pop
A primeira reforma do Estado espera poupar 40 milhões de euros, reduzindo 52% do número de cargos nas câmaras municipais. Está também prevista a alteração da lei eleitoral local, com a redução dos vereadores. A questão que colocamos aos portugueses é a seguinte: será que o número de deputados da Assembleia da República também poderia diminuir?
CMO / Divisão de Cultura e Turismo / Centro Cultural Palácio do Egipto.

Investigação
Parque Expo
Estado pagou seis milhões aos administradores nos últimos nove anos. Pavilhão Atlântico privatizado, Oceanário fica no sector público.
Lisboa: Empresa desinfestou 200 autocarros desde Maio
A Carris desinfestou, desde Maio, 200 autocarros devido à presença de baratas, encontrando-se ainda vinte viaturas em fase de limpeza. O Correio da Manhã sabe que, antes deste processo de desbaratização, a empresa tentou aplicar um método de pulverização no ar condicionado dos veículos, técnica que não resolveu o problema.
Por: Débora Carvalho
Vários utentes queixaram-se nos últimos meses da presença de insectos rastejantes no interior das viaturas, que se encontravam, maioritariamente, nos autocarros mais antigos. "A nossa frota é sujeita a desinfestações programadas trimestralmente, durante os meses de Fevereiro, Maio, Agosto e Novembro. Sempre que ocorre alguma situação anómala, a mesma é corrigida no mais curto espaço de tempo", explicou ao Correio da Manhã Luís Vale, porta-voz da empresa.
Os autocarros, sujeitos à eliminação de insectos por parte da empresa, "vão sendo limpos periodicamente", pelo que "vinte dos 200 autocarros ainda se encontram por limpar", admitiu o porta-voz. Além das desinfestações programadas, a Carris também faz intervenções pontuais. "Estão previstas mais acções. Sempre que é detectada a presença de insectos rastejantes nas viaturas, estas são de imediato substituídas."
A desbaratização ocorreu nas oficinas de Miraflores (Oeiras), um dos terminais da empresa de transportes. A frota da Carris conta actualmente com 748 autocarros.
Nos meses de Verão, a Carris disponibiliza menos carreiras aos utentes e como a desinfestação dos autocarros é realizada por fases, esta situação não deverá afectar o normal funcionamento da rede de transportes, assegura a empresa.
Muitas pessoas queixam-se de ver baratas a subirem pelas paredes, mas hoje na Rua Luís Camões perto do nº 45 o chão estava cheio de baratas – umas já mortas e outras ainda a passearem.
Tinham estado por ali uns funcionários a abrir as tampas e a deitarem um produto que fez com que elas viessem passear para a rua e umas pessoas foram-nas matando. Algumas tampas parece que são vedadas com umas fitas mas outras ficam sem nada.
Até vi uma gordinha a subir pela parede acima. Parecia que se estava rindo do nosso desconforto.
Buracos
Continua a cruzada contra os buracos e é com satisfação que se vê o seu arranjo e – imaginem – não ficam com quilos de terra em cima como acontecia anteriormente.
Parqueamento
Apesar de haver menos carros e até lugar nos parques o parqueamento perigoso continua porque ninguém actua convenientemente para desincentivar as más práticas. E lá continuam muitos em curvas e em sítios perigosos.
Mas fiquei muito contente porque no blogue A Nossa Terrinha está uma reportagem sobre o estacionamento em Lisboa que faz com que Algés até não esteja assim tão mal. Muitos sabem que já tem havido situações no Concelho de Oeiras em que foi muito difícil os Bombeiros contornarem os obstáculos criados pela má actuação das suas gentes.
Sem Rodeios
Os clubes de futebol estão a demonstrar que não aprenderam nada com o país e que teimam em andar em contramão.
Por: Luís Marques Mendes, Ex-líder do PSD