n.b.: Este relato não é ficção e é rigorosamente verídico.
Um ponto de encontro. Um espaço de cultura. Um local onde falamos do concelho de Oeiras, de Portugal e do Mundo.
terça-feira, 28 de outubro de 2008
a degradação hodierna da sociedade oeirense - subsídios para o seu estudo I
n.b.: Este relato não é ficção e é rigorosamente verídico.
Milú zangada ... enfurecida ... descontrolada...
Os professores não desistem... e a Milú não aceita tamanha manifestação de dignidade !
Cascais homenageia mulheres do jazz
Comemorações dos 80 Anos de Jazz em Cascais - Câmara distingue vozes femininas de jazz
Por deliberação unânime, a Câmara Municipal de Cascais decidiu atribuir a Medalha de Mérito Cultural a Maria Viana e Maria João, no âmbito das comemorações dos “80 anos de Jazz em Cascais”. Uma distinção que realça o papel activo destas duas vozes femininas e o seu forte contributo para a história deste género musical em Portugal. ler mais...
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Chrysalis
Chrysalis, um filme de Julien Leclercq. Com Albert Dupontel, Marie Guillard, Estelle Lefébure, Mélanie Thierry et Marthe Keller. Ano de produção: 2008. Data de estreia: 2008-10-30
É um filme francês '3 em 1'; policial, suspense e ficção científica no campo das experiências médicas onde se manipula a memória dos pacientes. Com as habituais cenas de 'pancada' e golpes estranhíssimos de muita violência, um polícia duro, uma polícia loura mais humana e nada burra, a dicotomia os bons e os maus, um ambiente escuro um bocado sinistro mas muito actual no campo da decoração HiTech e algumas memórias que não são manipuláveis... Excelente a fotografia.
Piada da Semana
Bagão Félix
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
domingo, 26 de outubro de 2008
Jazz no OL
ELLA FITZGERALD - "HOW HIGH THE MOON"
Biografia
Sátira aos Homens quando estão com gripe
Pachos na testa, terço na mão,
Uma botija, chá de limão,
Três aspirinas, creme na pele
Grito de medo, chamo a mulher.
Ai Lurdes que vou morrer.
Mede-me a febre, olha-me a goela,
Cala os miúdos, fecha a janela,
Não quero canja, nem a salada,
Ai Lurdes, Lurdes, não vales nada.
Se tu sonhasses como me sinto,
Já vejo a morte nunca te minto,
Já vejo o inferno, chamas, diabos,
anjos estranhos, cornos e rabos,
Vejo demónios nas suas danças
Tigres sem listras, bodes sem tranças
Choros de coruja, risos de grilo
Ai Lurdes, Lurdes fica comigo
Não é o pingo de uma torneira,
Põe-me a Santinha à cabeceira,
Compõe-me a colcha, Fala ao prior,
Pousa o Jesus no cobertor.
Chama o Doutor, passa a chamada,
Ai Lurdes, Lurdes nem dás por nada.
Faz-me tisana e pão de ló,
Não te levantes que fico só,
Aqui sózinho a apodrecer,
Ai Lurdes, Lurdes que vou morrer.
Parquestejo - Vandalismo no Largo da Lagoa
Hoje um fiscal da Parquestejo afirmou que os parquímetros foram vandalizados (ver anexo). É estranho o conceito de “vandalizado” tido por esse individuo. Vejamos:
• A acção da Parquestejo e CMO perturba toda a harmonia da zona do Largo da Lagoa e arredores criando problemas onde os mesmos não existiam.
• A Parquestejo e CMO provocam um profundo sentimento de revolta na população e empresas.
• A Parquestejo e CMO faltam ao respeito à Escola, professores, funcionários, alunos e respectivos pais.
• A Parquestejo e CMO violam todos os bons princípios a troco de uns tostões.
• A Parquestejo e CMO conseguem esvaziar os locais mais adequados para estacionamento sacrificando outras zonas até agora mais aliviadas.
• A Parquestejo e CMO fazem as suas “acções de fiscalizam” brutais multando e bloqueando as viaturas em simultâneo sem qualquer tolerância de tempo.
• A Parquestejo e CMO estão-se nas tintas para os utentes e empresas do Largo da Lagoa e arredores.
• A Parquestejo e CMO ignoram por completo um abaixo assinado de 600 assinaturas.
• A Parquestejo e CMO evidenciam um forte comportamento anti-democrático viciando o interesse e bem estar dos cidadãos.
• A Parquestejo e CMO retiram competências à Junta como represália da mesma ter tomado uma posição de apoio às pessoas e interesses de Linda-A-Velha obrigando a junta a “mudar” de posição para poder funcionar normalmente. (Não o queremos afirmar mas existe quem chame a isto chantagem)
Mas afinal quem são os vândalos aqui?
Esta comissão sempre defendeu todas as formas pacíficas e democráticas de protesto contra o feroz ataque a que formos sujeitos. A verdade é que as diversas iniciativas tidas não têm tido resposta da CMO e Parquestejo. Preferem ignorar-nos e assim levar avante o seu encapuçado golpe.
Nas últimas semanas vimos com satisfação uma forte presença policial, (corpo de intervenção), na zona. Sempre tivemos problemas de roubos e vandalizações diversas. E só pena esta presença policial, por pura coincidência, suceder após o que pareçam ser algumas acções populares contra os parquímetros.
O aparecimento da policia de intervenção deu-se logo após os parquímetros aparecerem pintados. Isto é quase como um convite a esse tipo de acções já que da mesma resulta uma grande vantagem para a zona, o seu policiamento.
Dois parquímetros apareceram agora fortemente danificados. Qual a surpresa? Se a generalidade dos utentes era contida por ver alguma acção organizada de diálogo qual o sentimento agora de todas estas pessoas após a ignorância dada pela CMO e Parquestejo às pessoas?
A CMO cometeu um erro ao instalar os parquímetros em algumas zonas de Linda-a-Velha e em particular no Largo da Lagoa e arredores. O erro é de tal forma evidente que não acreditamos que mesmo as pessoas em questão não o percebam. Porque não tomar a posição inteligente de assumir o erro e retirar os parquímetros?
Que sentido faz tomar uma posição de força contra tudo e contra todos?
Existem alguns interesses ocultos que não temos conhecimento?
Diz a história que quem não faz as mudanças necessárias a tempo arrisca-se a sofrer uma revolução!
CLCP
Comissão de Luta contra os Parquímetros
sábado, 25 de outubro de 2008
Coisas de Algés - XXIV
Inauguração em Algés
Informação de última hora!
Eu sabia, eu sabia. Não vos contei (Coisas de Algés XXII – 5 do corrente) da pressa da CMO em receber parecer da Junta de Freguesia de Algés sobre a sua decisão de atribuir o nome do Arq. Francisco Caldeira Cabral ao Parque Urbano de Miraflores?
Pois, ontem foi colocado na vitrina da Junta de Freguesia uma informação que hoje, dia 25 – 100 anos do nascimento deste arquitecto – era inaugurada a placa que oficializa esta atribuição. E o site da Junta também lhe dá o respectivo destaque.
Era bom que a CMO tivesse a mesma pressa em decidir no arranjo dos buracos do asfalto e dos passeios.
Dia Nacional da Prevenção do Cancro da Mama

Na próxima 3ªfeira, dia 28 de Outubro, realiza-se uma conferência de imprensa ás 11h no Auditório da Junta de Freguesia Santo Condestável, (Rua Azevedo Gneco, 84 – Lisboa, Telefone 21 39331300) onde estarão presentes sócias fundadoras e figuras públicas para a apresentação desta acção solidária. A entrada é livre.
A banca nacionalizou o Governo

Ricardo Araújo Pereira
Quando, no passado domingo, o Ministério das Finanças anunciou que o Governo vai prestar uma garantia de 20 mil milhões de euros aos bancos até ao fim do ano, respirei de alívio. Em tempos de gravíssima crise mundial, devemos ajudar quem mais precisa. E se há alguém que precisa de ajuda são os banqueiros. De acordo com notícias de Agosto deste ano, Portugal foi o país da Zona Euro em que as margens de lucro dos bancos mais aumentaram desde o início da crise. Segundo notícias de Agosto de 2007, os lucros dos quatro maiores bancos privados atingiram 1,137 mil milhões de euros, só no primeiro semestre desse ano, o que representava um aumento de 23% relativamente aos lucros dos mesmos bancos em igual período do ano anterior. Como é que esta gente estava a conseguir fazer face à crise sem a ajuda do Estado é, para mim, um mistério.
A partir de agora, porém, o Governo disponibiliza aos bancos dinheiro dos nossos impostos. Significa isto que eu, como contribuinte, sou fiador do banco que é meu credor. Financio o banco que me financia a mim. Não sei se o leitor está a conseguir captar toda a profundidade deste raciocínio. Eu consegui, mas tive de pensar muito e fiquei com dor de cabeça. Ou muito me engano ou o que se passa é o seguinte: os contribuintes emprestam o seu dinheiro aos bancos sem cobrar nada, e depois os bancos emprestam o mesmo dinheiro aos contribuintes, mas cobrando simpáticas taxas de juro. A troco de apenas algum dinheiro, os bancos emprestam-nos o nosso próprio dinheiro para que possamos fazer com ele o que quisermos. A nobreza desta atitude dos bancos deve ser sublinhada.
Tendo em conta que, depois de anos de lucros colossais, a banca precisa de ajuda, há quem receie que os bancos voltem a não saber gerir este dinheiro garantido pelo Estado. Mas eu sei que as instituições bancárias aprenderam a sua lição e vão aplicar ajuizadamente a ajuda do Governo. Tenho a certeza de que os bancos vão usar pelo menos parte desse dinheiro para devolver aos clientes aqueles arredondamentos que foram fazendo indevidamente no crédito à habitação, por exemplo, e que ascendem a vários milhares de euros no final de cada empréstimo. Essa será, sem dúvida nenhuma, uma prioridade. Vivemos tempos difíceis, e julgo que todos, sem excepção, temos de dar as mãos. Por mim, dou as mãos aos bancos. Assim que eles tirarem as mãos do meu bolso, dou mesmo.
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Paço de Arcos 3

Já há uns anos, o serviço de esplanada era feito “às três pancadas”. Estavam mais voltados para restaurante. Falei nisso numa reunião pública da CMO. Não terá melhorado nada e depois foi estiolando até que fechou.
Na última reunião pública - 22/10 - da CMO voltei a pedir para resolverem este assunto: o Jardim de Paço de Arcos precisa que o seu Café, a sua Esplanada funcionem. Do que disseram percebi: é preciso cumprir as regras instituías para que haja transparência. As regras não podem ser atropeladas, há prazos e procedimentos… Ainda invoquei o Simplex, mas há regras e pronto.
Se calhar, dada uma certa desertificação da baixa desta freguesia, este Café terá pouco lucro mas tendo presente o valor social de algumas instituições, a CMO poderia pensar na adjudicação mais como ancora de ponto de encontro e menos para equilibrar as suas finanças. Estarei a explicar-me bem?
Claro que dantes eram outros tempos e aquele espaço estava cheio de criançada que ali brincava livre: só precisava de ir perguntando as horas no Café ou na mercearia do Sr. Freitas para rumar a casa na hora certa.
Imagem: Guia de Oeiras
Se o Mundo Votasse nas eleições dos EUA...
Vote também e veja os resultados a nível nacional e mundial.
É este o site, é só clicar:
http://www.iftheworldcouldvote.com/
O misterioso desaparecimento do caixotinho do Oeiras Local
Temos que ser uns para os outros e lá fui de manhã dar uma ajuda na compra de um caixotinho que pudesse servir as necessidades dos leitores. O que me pareceia ser uma tarefa fácil revelou-se uma tarefa hercúlea. «Caixotes, viste-los!»; estava tudo esgotado. Até os empregados das lojas de bairro, e em especial o meu amigo Sr. António Manuel da Drogaria, estranhavam a grande procura pois parece que não foi só cá na casa que os caixotes desapareceram. Por fim, e muito relutantemente, porque eu cá dou prioridade ao pequeno e honesto comerciante que luta todos os dias pela subsitência contra os gigantes do capital, lá fui a um Hiper. Espanto dos espantos caixotes também não havia! Para remediar, a simpática menina que me atendeu, certamente honesta e natural do Concelho de Oeiras, sugeriu-me que trouxesse um saco. Tive sorte, era o último, tal tem sido a procura! E como 2009 está a chegar esperam não ter de renovar o stock.
