quinta-feira, 23 de outubro de 2008

José Sócrates é «lambe-botas» de Hugo Chávez

Parlamento Europeu

José Sócrates é «lambe-botas» de Hugo Chávez, diz Ribeiro e Castro

José Ribeiro e Castro acusou hoje o Governo de José Sócrates de ser «lambe-botas» de Hugo Chávez e de prosseguir uma «política externa de cócoras». O eurodeputado falava, em Estrasburgo, num debate do Parlamento Europeu sobre as perseguições políticas na Venezuela



O eurodeputado do CDS Ribeiro e Castro afirmou hoje em Estrasburgo, durante uma sessão do Parlamento Europeu, que José Sócrates é um «lambe-bota» de Hugo Chávez e que o Governo prossegue uma «política externa de cócoras», refere uma nota do gabinete do deputado.

Enquanto falava num debate sobre a situação na Venezuela, em que «listas de nomes de opositores ao regime de Hugo Chávez têm sido usadas para impedir candidaturas às eleições regionais», segundo o comunicado, Ribeiro e Castro considerou fundamental que a Europa adopte uma resposta mais clara e eficaz e não mostre «indiferença, senão cumplicidade» diante deste tipo de situações.

Na sequência deste «desafio aos deputados, nomeadamente de imaginarem o que seria se nos seus países as pessoas fossem arbitrariamente proibidas de se candidatarem em actos eleitorais e vítimas de perseguição política», Ribeiro e Castro teceu fortes críticas ao Governo português.

O debate centrou-se nas demissões de funcionários com base em listas negras, no impedimento arbitrário de cerca 300 cidadãos poderem candidatar-se às próximas eleições regionais e locais, na expulsão do representante da Human Rights Watch e no assassinato do líder estudantil Julio Soto, que Ribeiro e Castro considerou «uma clara vítima do discurso de violência e intolerância do actual poder venezuelano».

A Venezuela vai a votos no próximo dia 23 de Novembro, em eleições regionais e municipais, tendo-se crescido nas últimas semanas denúncias de perseguição política. A resolução de condenação foi aprovada, em Estrasburgo, quase por unanimidade.

emanuel.costa@sol.pt

António Lobo Antunes em Oeiras

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recebido via email:


CONFIRMADO

29.Outubro - 21h30
Biblioteca Municipal de Oeiras




António Lobo Antunes vai estar de regresso, no final do mês, à Biblioteca Municipal de Oeiras para mais uma conversa com Carlos Vaz Marques a propósito do seu último romance intitulado “O Arquipélago da Insónia”, publicado pela Dom Quixote! Esperamos por si!

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Feliz Aniverstrumpfe!

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Os Schtroumpfs (Estrumpfes em Portugal, Estrunfes no Brasil) comemoram hoje o seu 50º aniversário.

A essa imensa e divertida 'tribo', que nasceu a 23 de Outubro de 1958, na revista Spirou, pelas mãos do seu criador belga Peyo (1928-1992) e que tantas alegrias nos tem dado, o Oeiras Local apresenta os mais sinceros

PARABÉNS!!


Saiba mais AQUI
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A entrevista da "recandidatura"






PONTOS DE VISTA






SÓ UM PRÉMIO?...


Os Serviços Municipalizados de Água e Saneamento de Oeiras e Amadora foram, recentemente, segundo lemos na Imprensa, agraciados com o prémio “Boas Práticas na Administração Local”. Em apreço estiveram os resultados do desenvolvimento do programa “Passo a Passo, Adquira Novas Competências”, que visa conferir uma qualificação académica aos seus funcionários, no quadro da avaliação dos criados Centros de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências.
Congratulamo-nos com o interesse dos Serviços Municipalizados em promover a institucionalização do nível cultural e de competência que os seus funcionários, ao longo dos anos, foram adquirindo. É um estímulo e poderá constituir, em alguns casos, uma alavanca para um novo rumo no futuro. A oportunidade e o mérito são de inegável valia. O prémio afigura-se-nos merecido.
Mas se a atribuição do prémio de “Boas Práticas na Administração Local” a esta iniciativa foi justo, parece-nos que também deveria ser “galardoada” a subtileza com que esta mesma instituição “fintou” a Lei, recente, que anula a aplicação da taxa de aluguer de contador. Nas facturas de consumo de água já consta, a onerar a débil economia doméstica, a “taxa” que, intrigantemente, se denomina “quota de disponibilidade”. Se o Governo, ponderadamente com certeza, entendeu tornar caduca essa taxa, é porque não havia fundamento ético de sustentabilidade. Então, como é possível manter a prática, mudando apenas o rótulo, sem que haja impugnação?
Mudam-se as moscas, somente… E tudo continua impávido e sereno no… melhor dos Mundos.

Jorge Miranda
jorge.o.miranda@gmail.com
O Oeiras Local agradece ao Autor e ao Jornal da Costa do Sol a cedência do artigo. Agradece também à revista municipal Oeiras Actual a utilização da foto.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

As Bodas de Canaan


2008-10-20

Portugal reúne todas as condições para ser o study-case da política europeia que os nossos dirigentes, de vez em quando, sugerem que já é. Estamos muito mais endividados do que aquilo que ganhamos (é o que diz a nossa dívida externa) e não estamos a pagar as prestações do que devemos (é o que diz o défice).
Somos o parente pobre daquelas famílias ricas que às vezes é divertido, conta anedotas e diz "porreiro, pá" em festas onde se bebe muito, mas é incómodo porque não quer trabalhar. "O tio deu-lhe um bom emprego e ele continua a gastar tudo em mulheres e agora foi comprar um carro descapotável".
A continuar assim, Portugal poderá ser protagonista da resposta a uma pergunta histórica: será que a União Europeia deixará falir um país membro pelo acumular de erros de gestão, ou o "nacionalizará" como fazem aos bancos que, por ganância, incompetência e pilhança caem no vermelho? Se nos deixarem falir ficamos como o Kosovo. Um antro de oportunistas, traficantes e vigaristas tolerados na vizinhança por correcção política, a cujos filhos se dá um eurito de vez em quando com um "portem-se bem", mas onde queremos a Polícia de choque a manter as coisas longe de nós. Se nos nacionalizarem, a condição para a solvência é mandar para cá gestores profissionais que, tal como a força de paz do Kosovo, dialogam pouco.
Apenas dizem aos locais quais as ruas onde se pode transitar em sentido único, nos dois sentidos ou onde o trânsito está interdito. Depois, esses gestores vão transformar a nossa banca privada em balcões de um banco público pan-europeu de capitais mistos com sede regional na Culturgest, que reporta directamente a Berlim, Londres e Paris.
Vamos deixar de nos preocupar com coisas como o Orçamento de Estado, essa obra literária anual cujo estilo ainda não se conseguiu definir em três décadas de democracia porque hesita de ano para ano entre o absurdo e a ficção. Este ano, os dois géneros ombreiam em íntimo concubinato. Na área do absurdo, ressalta a proposta de transformar o crédito imobiliário malparado em sisudas parcelas de arrendamento que os devedores passariam a honrar com a religiosidade que já não temos. A proposta é tão mais absurda quanto diz que só é candidato a este milagre quem não tiver "mais de três meses" de incumprimento na prestação. Ou seja, o que o Orçamento de Estado para 2009 diz é o seguinte: Não pague durante três meses a prestação da casa porque o Estado socialista toma conta da sua dívida e vai poder continuar a saldá-la em suaves prestações de cerca de metade daquilo que hoje o esmaga e não o deixa dar largas à sua expressão pessoal tão bem traduzida em plasmas, playstations, telemóveis e tunning de automóveis baratos. E a casa continua sua. E ninguém diz para onde vai o resto da dívida nem quem é que a vai pagar.
Na área da ficção, o Orçamento prevê crescimentos para além de tudo o que já crescemos e diminuições de défices para aquém de tudo o que já descemos. E tudo isto no ambiente da maior crise financeira da historia da humanidade em que o dólar vale menos do que o bíblico shekel, que serviu de moeda de troca às tribos judaicas durante o êxodo. E é esta gente republicana e laica. Tanta fé no futuro não se via desde as bodas de Canaan.

lançamento editorial - adenda

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Para complementar a informação que avançámos aqui, o porosidade etérea enviou-nos o seguinte email:

Dia 29 de Outubro, quarta-feira, na Rua do Possolo, 7 a 9 (Grupo Dramático e Escolar "Os Combatentes") às 21horas lançamento do novo livro de poesia de Luís Filipe Maçarico,
"Cadernos de Areia".

O autor é antropólogo e nasceu em Évora há 56 anos.
Apresentação pela antropóloga Dra. Ana Machado.

Haverá leitura de poemas de outros livros do autor por Esmeralda Veloso e pelos actores Álvaro Faria, Flávio Gil e Nádia Nogueira.

O professor de árabe Tiago Bensetil dirá 3 poemas do novo livro, naquela língua.
Música por Manuel Correia Fernandes.

A sessão é enriquecida por uma primeira parte, onde será apresentado outro livro de poesia
"Gardunha: Silêncios de Granito",
de Paula Lucas da Silva.

A autora é natural de Alpedrinha e é professora de filosofia no Cacém, onde reside.
Traz-nos a magia de uma serra e de um povo que vive em casas de granito, cenário propício a uma poesia que vem de dentro, do sangue, da vivência desses caminhos onde o silêncio mora entre cerejais e castanheiros... Poesia da alma.

Traz outro(s) amigo(s) também...

Ao porosidade etérea e à sua autora e gestora, Inês Ramos, o Oeiras Local agradece o generoso esforço de divulgação da Poesia portuguesa.
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Biblioteca Nacional de Portugal

Prémio Branco Rodrigues

No dia 20 do corrente foi entregue na Sala do Conselho da Biblioteca Nacional de Portugal o Prémio Branco Rodrigues ao Dr. Fernando Abreu Matos, autor da publicação "Financiamento de Organizações Tiflológicas no Dealbar do Século XXI", que galardoou o trabalho científico de indiscutível mérito, cujo autor é uma Pessoa com Deficiência Visual.
Este prémio não era atribuído desde 2000 por falta de provisão, mas com a colaboração dos Lions Clube Lisboa Benfica e de sete escritores, o produto da venda de um livro de histórias – sete histórias com o título Feliz Natal - deu novo alento a este prémio.
Numa cerimónia simples fomos informados pelo Director da Biblioteca e pelo responsável da Área de Leituras Especiais, Dr. Isidro Rodrigues, dos projectos que a BNP tem para assinalar no próximo ano de 2009, as datas referentes a Luís Braille e Branco Domingos duas referências na reabilitação e dignificação da pessoa com deficiência visual. Também o Dr. Fernando Abreu Matos chamou a atenção para a necessidade urgente de ser criada uma autoridade para a escrita Braille.
Com a velocidade com que o mundo se movimenta, assuntos como este passam-nos muito ao lado, mas às vezes basta um pequeno movimento nosso e alguma coisa podia ser melhor.

terça-feira, 21 de outubro de 2008

lançamento editorial

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O porosidade etérea enviou-nos o seguinte email:

De: Porosidade Etérea
Data: 21 de outubro de 2008 17:01:51 GMT+01:00
Para: Mailing Porosidade etérea
Assunto: Convite para lançamento de dois livros de poesia

Amigos:

Solicito divulgação e participação. Apareçam e tragam mais amigos!

Luís


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segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Em águas de bacalhau!

ou ... " de molho em águas correntes " !

JAMBOREE uma celebração universal, pela primeira vez em Barcarena


JAMBOREE é a denominação dada aos acampamentos internacionais efectuados pelos movimentos de Escuteiros / Escoteiros e Guias / Bandeirantes, que se realizam periodicamente. Foi criado em 1920 por Baden- Powell (o fundador do Escotismo), quando imaginou um encontro de amizade e de perícias Escotistas.

Foi no Jamboree realizado em 1957 que seria introduzido por diversos amadores da Rádio, o conceito do J.O.T.A - Jamboree On The Air (Jamboree no Ar), o que permite reunir através das radiocomunicações os Escoteiros de todo o mundo.

Com o advento das tecnologias digitais, surge a comunicação massiva, e em 1996, entusiastas da Internet criaram o J.O.T.I. - Jamboree On The Internet (Jamboree na Net), com o mesmo propósito de construir a paz e a fraternidade, mas através das ligações da rede de Internet, ou seja, pelos meios das telecomunicações comerciais.
Ambos os eventos tem lugar todos os anos no terceiro fim-de-semana de Outubro.
Veja a notícia em:

GRANDE NOVIDADE!

Caso das contas na Suiça
Processo de Isaltino suspenso

O julgamento de Isaltino Morais está suspenso. Um dos arguidos - Floripes, a irmã do presidente da Câmara de Oeiras - apresentou um recurso ao Tribunal Constitucional, que tem efeitos suspensivos imediatos. Isaltino deveria começar em breve a ser julgado por corrupção, abuso de poder, branqueamento de capitais e fraude fiscal


Floripes, a irmã do presidente da Câmara Municipal de Oeiras, remeteu, hoje mesmo, um recurso para o Tribunal Constitucional, alegando ter existido violação da lei fundamental no despacho de pronúncia, proferido, já por duas vezes, pelo Tribunal Central de Instrução Criminal de Lisboa.

O recurso agora apresentado tem efeitos suspensivos imediatos sobre o andamento do processo, que já tinha sido encaminhado para o Tribunal de Oeiras, onde Isaltino Morais e os outros quatro arguidos deveriam começar a ser julgados no início de 2009.

A entrada deste recurso no TC impede, agora, que seja marcado o julgamento, devendo qualquer decisão sobre o futuro do processo ter de aguardar pela decisão do Constitucional, que não tem prazos-limite para responder.

Recorde-se que, por exemplo, o processo do chamado ‘caso dos sobreiros’ está ‘à espera’ de uma decisão semelhante do Tribunal Constitucional há cerca de um ano, não tendo, por isso, também, sido marcado o respectivo julgamento.

O recurso agora interposto diz respeito a matéria que já tinha sido alvo de contestação pela irmã de Isaltino tanto para o TCIC como para o Tribunal da Relação, mas que, em ambos, fora recusada.

O seu advogado arguira um conjunto de nulidades no despacho de pronúncia, que nem o juiz de instrução nem o da Relação de Lisboa aceitaram. Agora, Floripes invoca uma violação da Constituição na leitura que ambos os magistrados fizeram da lei, quando responderam assim aos seus anteriores recursos.



Contas bancárias na Suiça indiciam corrupção

Isaltino começou a ser investigado em 2003, quando se descobriu que tinha contas bancárias na Suiça com rendimentos não declarados, tendo sido acusado em 2006 pelos crimes de corrupção, participação económica em negócio, branqueamento de capitais, abuso de poder e fraude fiscal.

O processo tem outros quatro arguidos: para além da irmã, o jornalista Fernando Trigo e os empresários João Algarvio e Mateus Marques. Os mesmos arguidos foram todos pronunciados em Junho deste ano pelos mesmos crimes.

Tudo indicava, entretanto, que o julgamento iria começar nos primeiros meses de 2009, em Oeiras, podendo estar a decorrer quando se dessem as próximas eleições autárquicas.

Isaltino apresentou a sua candidatura à Câmara de Oeiras na semana passada, não tendo feito qualquer referência ao processo. No entanto, sempre disse querer ser julgado o mais depressa possível.

«O processo chegou aonde nunca pensei, pois nunca pensei ser acusado, nunca pensei ser pronunciado, mas é preferível um julgamento do que um arquivamento duvidoso» , declarou à agência Lusa, quando foi pronunciado, acrescentando: «Sempre disse que quanto mais depressa melhor, porque vou ter a oportunidade de responder a perguntas que nunca me fizeram».

Na mesma altura, sublinhou que nunca praticou os actos que lhe são atribuídos, alegando que «tudo não passa de suposições, não há uma única prova contra mim. Se alguém tiver provas, que as apresente em tribunal», disse.

graca.rosendo@sol.pt

Fundação Marquês de Pombal





Ontem, o concerto do 3º domingo do mês na FMP, teve sala mais que cheia. Muitas pessoas de pé, outras sentadas nas escadas de acesso à galeria superior assistiram a uma excelente exibição dos solistas da OCCO desta vez com a presença do acordeonista Gonçalo Pescada. As obras executadas com 3 violinos, um violoncelo, um contrabaixo e o acordeão do Gonçalo Pescada deram uma atmosfera diferente à sala da Fundação com os habituais aplausos e 'encore'.

quando o serviço é bom...

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... a comida melhor ainda, bem confeccionada, com fartura e bom preço...

... quando saio com a sensação de BEM ter 'enchido a mula'...

... a consequência pode ser esta:

AO LADO DO AMORA FUTEBOL CLUBE

A carne à casa (à portuguesa) dava para um regimento;
os carapaus estavam de comer e chorar por mais;
os lombinhos ( inhos !? ) tinham um palmo de comprimento;
o vinho da casa (Poceirão) nem vos conto;
os empregados e empregadas, uma simpatia de gente;
esplanada para fumadores;

o melhor mesmo é passarem por lá!

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o leão mostra a sua raça

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para os adeptos leoninos de RAÇA


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domingo, 19 de outubro de 2008

Prémio para reutilização de água nos autoclismos

19.10.2008
PÚBLICO

Um produto inovador adaptado por cinco alunos universitários que reutiliza a água dos lavatórios nos autoclismos das casas de banho foi o grande vencedor do concurso de empreendedorismo da Universidade Nova de Lisboa (UNL).
A ideia de adaptar o sistema Aqus, da norte-americana WaterSaving Technologies, à realidade portuguesa nasceu durante o ano lectivo, quando o docente de Marketing pediu a todos os alunos da turma que definissem um plano empresarial para uma tecnologia existente no estrangeiro. Cinco alunos juntaram-se e começaram uma pesquisa na Internet em busca de um produto inovador para apresentar. Depois de terem apresentado o projecto, tiveram conhecimento de que a UNL estava a promover a primeira edição do concurso E-Teams, sobre ideias de negócio inovadoras, e decidiram participar com a sua ideia. Arrecadaram um prémio de 2000 euros. A ideia premiada consiste na instalação de um reservatório de água por baixo dos lavatórios das casas de banho - com uma capacidade de 15 a 20 litros - que, por meio de uma bomba eléctrica e de uma tubagem, bombeia o líquido para o receptor do autoclismo. Esta tecnologia, que utiliza apenas dois tubos, não implica qualquer tipo de obras ou canos especiais e pode ser utilizada em qualquer casa de banho, apesar de o mercado alvo apontado pelos jovens serem os edifícios públicos.
Lusa

Fundação Marquês de Pombal

Concerto
19 de Outubro às 17.00h
Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras
Palácio dos Aciprestes

Linda-a-Velha

"Os Sons do Acordeão"

Programa

G. Beytelmann “Encontro”
P. Jorge Ferreira “Improvisata”
A. Piazzola “Five Tango Sensations”

Gonçalo Pescada- acordeão

Solistas da Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras


Fundação Marquês de Pombal

PONTOS DE VISTA






OS FRANCESES… FORAM-SE?


No ano passado, as câmaras de Cascais e Oeiras decidiram assinalar os duzentos anos sobre as Invasões Francesas, numa iniciativa conjunta integrada nas Jornadas Europeias do Património. Assim, entre Setembro e Outubro, realizou-se o ciclo de conferências “Repensar as Invasões Francesas”, uma sessão de história ao vivo com a recriação de uma batalha da Guerra Peninsular e visitas guiadas às Linhas de Torres. A avaliar pela afluência de participantes, poder-se-á considerar que o programa realizado foi bem sucedido.
Mas esta foi, apenas, a primeira fase que “era parte integrante de um programa evocativo mais vasto […] que se prolongará até 2009”, conforme se escreveu no folheto de divulgação da iniciativa. No entanto, contrariando este grato propósito, e com o ano de 2008 quase a terminar, até agora nada se realizou nem consta que se vá concretizar. E, nesta perspectiva, será que, mesmo em 2009, se reata a iniciativa?
Há o compromisso assumido pelas duas câmaras – divulgado publicamente, sob a forma escrita – de desenvolver no triénio um programa evocativo. Não acreditamos – nem podemos acreditar – que a decisão tenha sido imponderada. Então, há que dar uma explicação para a falta de cumprimento do proposto.
Se o programa não se cumprir é deveras lamentável. Se, por lado, revela a inconsequência de certas decisões e coloca mal os autarcas envolvidos, coarcta ou limita, por outro, a possibilidade de se avançar na investigação da memória histórica deste período, neste espaço.
E não nos afirmem, como o fizeram, aquando do ciclo de conferências de 2007, que pouco há de relevante a assinalar nestes concelhos, em ligação com as Invasões Francesas. A intervenção de um dos participantes, que se ateve ao local, no último dia do encontro, evidenciou o contrário: demonstrou haver muitas “pontas” para desenvolver. Assim haja espaço, estímulo e apoio que é o que se nos afigura competir às autarquias, pelo menos, se não pretenderem ou não souberem ir mais além.
Será que o programa ficou só pelo desenvolvido em 2007? Então, a expectativa criada ruiu: os franceses… foram-se antes do previsto.

Jorge Miranda
(jorge.o.miranda@gmail.com)
O Oeiras Local agradece ao Autor e ao JCS a cedência do artigo
Foto: Oeiras Actual

slow concepcional...

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A concepção dum ser humano tem sempre um começo, é claro, mas às vezes tão remoto, que nem nos lembramos dele.

Este tema foi o princípio de muitos zigotos...


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