quinta-feira, 23 de outubro de 2008

A entrevista da "recandidatura"






17 comentários:

Anónimo disse...

adorei aquela de nunca ninguém ter criticado a câmara... hahaha!

este sujeito mente com quantos dentes tem na boca.

Al Cardoso disse...

Voces que residem ai o que e que opinam?

Desculpem nao vir por ca mais vezes.

Um abraco azul e branco do dalgodrense.

Anónimo disse...

Diz uma das fotos: "Isaltino no seu gabinete, numa reunião com vereadores" - esta legenda está errada; são colaboradores da CMO e não vereadores.

al cardoso pergunta "...que opinam?" - Resposta: Pois!... Gostava que a linguagem fosse menos rude.

meninaidalina disse...

Esta entrevista é absolutamente esclarecedora da personagem Isaltino Morais, e de uma forma de fazer política, aliás muito comum, em Portugal.
Como eleitor do concelho, considero inadmissível que um processo onde um cidadão no exercício de cargos públicos é constituído arguido por alegados crimes de corrupção passiva, participação em negócio e abuso de poder, ainda não esteja terminado porque, confirme-se ou absolvam-se os mesmos , como eleitor tenho o direito e exijo saber a verdade.
Uma democracia não pode funcionar com um sistema de justiça que impede o esclarecimento da situação, e favorece todos aqueles que praticam actos ilícitos. A justiça deve condenar e aplicar pena a todos os actos ilícitos praticados. Eu enquanto cidadão, condeno socialmente todos aqueles que se “aproveitam” das suas funções públicas. E sou intransigente nesta apreciação. Mais, socialmente enquanto cidadão, acho imoral e levanta-me muitas suspeitas que alguém tenha contas na Suiça em nome de um familiar e não se “lembre” das mesmas, nem informe, conforme o seu dever, o Tribunal Constitucional.
Percebe-se também, o incómodo e a agressividade manifesta de Isaltino Morais quando questionado sobre a matéria, não lhe querendo dar importância, porque a ambivalência permite-lhe a manipulação. Mas eu percebo e identifico essa manipulação. E não gosto. Mais, eticamente até considero que é um dever ético de qualquer político, em situações semelhantes, suspender o seu mandato e EXIGIR que a justiça em tempo útil esclareça todas as alegadas acusações. Mas, temos de reconhecer nunca nenhum governo deste país tentou resolver a morosidade da Justiça, já que poderiam eventualmente ser " apanhados em tempo útil ". Assim, prefere-se recurso em recurso até à prescrição final.

Isabel Magalhães disse...

Amigo Al Cardoso, from U.S.A.;

Pois... 'longtime no see'! Não tem problema, eu sei que é 'longe da vista mas não do coração'. ;)

Em resposta à sua pergunta a leitora 'Anunciação' expressa lindamente o que eu penso sobre o assunto.

Também gostaria que a Justiça funcionasse em tempo útil, - disse-o muito recentemente aqui no blog - e que os cidadãos tivessem possibilidade de provar a inocência se fosse caso disso ou serem sentenciados pelos seus actos quando provados culpados. Gostaria, principalmente, que não pudesse exercer cargos públicos quem está nesta situação independentemente da obra feita.

No caso em apreço, se em 2003 (?) a divulgação do assunto nos 'media' conduziu à demissão do cargo de Ministro das Cidades, não entendo a ambivalência em relação ao cargo de PCMO que insiste em manter e ao qual vai recandidatar-se.

Um abraço azul e branco de Linda-a-Velha

Clotilde Moreira disse...

Realmente todo este processo é triste. Os V/ comentários são muito pertinentes. A Justiça... a Vergonha... são coisas que não funcionam.
Clotilde

antonio manuel bento disse...

Senhora Maria da Graça Torres,

Então, perdeu a voz?, já consegue perceber a indignação que os oeirenses sentem por todas estas vilidades cometidas continuamente?, já estará por certo arrependida de ter vindo morar para Oeiras...

António Manuel Bento, um cidadão ao serviço da comunidade

Anónimo disse...

AVISO

Todos os potenciais candidatos a munícipes deste concelho deverão consultar primeiro o Oeiras Local e as doutas informações do sr Bento, António Manuel, um cidadão ao serviço da comunidade.

Anónimo disse...

Cara Clotilde,

Quem acha que Isaltino Morais é um homem digno, com competências e com sentido moral e ético, para desempenhar o cargo que foi instituído pelo povo deste concelho.

Só não se compreende, como há pessoas que votam neste tipo de homens, ou de políticos, completamente despidos de sentimentos humanos.

Isaltino Morais foi eleito por pessoas de fora do concelho, que aqui estão recenseadas apenas, só pode ser assim, muitos dos seus eleitores são imigrantes, a maioria estrangeiros até.

Em todos estes anos, aquilo que Isaltino Morais fez, foi explorar a Nossa terra com fito nos lucros, ele nunca se preocupou com os povos e gentes naturais destes lugares. Toda essa gente continua a viver nas mesmas condições de miséria e precariedade. O nosso património está destruído, as nossas vilas e lugares, estão em ruínas, sem nenhuns melhoramentos, não possuímos infra-estruturas, nem de saúde nem sociais, nem de educação e formação de conhecimento, para vivermos, temos de continuar a trabalhar fora deste concelho.

Os nossos filhos e netos, mais de 90% deles, desde os tempos do salazarismo, tem de emigrar para fora do concelho, porque aqui nunca conseguiram adquirir uma habitação. A habitação que se fez e faz, é para imigrantes, muitos estrangeiros e outros ricos, não existe uma política de habitação. E as casas dos imigrantes, foram construídas, para desafectar os terrenos onde depois se construíram casas dos riscos e condomínios privados, vejam esses terrenos da fábrica da pólvora de Mira Flores?

Só não vê estas verdades quem é cego, o Povo de Oeiras é gente digna.

O objectivo de Isaltino é explorar, colonizar e como se soube depois, era roubar, o povo e o país.

Anónimo disse...

Se acusassem a senhora Isabel Magalhães de algo que não fez, acha que era justo impedi-la de fazer o que esta a fazer? A lei diz que todos são inocentes até que se prove o contrário. Tem é que se pôr a justiça a funcionar mais rápido.
Se o seu familiar professor fosse acusado de pedofilia ou outra acusação grave, acharia justo que tivesse que deixar de exercer as suas funções durante anos?
Falar é muito fácil, só quem está na pele de acusado é que sabe.

Isabel Magalhães disse...

Ó anónimo 'André Canas', essa 'elegância' toda vem-lhe do berço ou é alguma virose que apanhou em pequenino? Sabe o que isso revela? Falta de conhecimentos, falta de cultura porque com cultura o chá vem por arrasto. Informe-se melhor, peça que alguém lhe explique a diferença entre comentar e agredir, entre discutir ideias e discutir pessoas... e olhe que não é assim tão transcendente, sabia?
Aliás, a sua raiva aos professores, sem saber minimamente o que está em causa porque a sua capacidade não lho permite perceber, deve ser resultante dos 'chumbos' sucessivos e do precoce abandono escolar.
Faça um favor a si próprio; mude de atitude ou procure outra latitude blogosférica porque essa conversa sempre igual já enjoa.
Por último, que culpa tenho eu que 'acordasse' tarde e tivesse perdido o 'comboio'?

Passe bem.

Anónimo disse...

O anónimo [24 de Outubro de 2008 18:43] sabe o que significa ambivalência? Hummmmm... não creio!

Anónimo disse...

Realmente esta entrevista é sinistra e está de acordo com este mandato no qual nada se fez nem vai fazer. A falta de tempo para ir ao parque dos poetas e ao passeio marítimo (cadê eles?) é um pormenor delicioso.....da entrevista.

Anónimo disse...

A senhora não tem capacidade para realmente responder.
Não percebeu o que lhe foi perguntado, ou não lhe apetece responder?
Tenho mais competências que a senhora, que só sabe fazer riscos na horizontal.
O meu filho de 5 anos faz desenhos iguais aos seus.

Isabel Magalhães disse...

Para o anónimo 'andré canas';

As minhas FELICITAÇÕES pelo talento do seu filho. Já considerou contactar uma galeria que esteja interessada em expor-lhe o 'trabalho'?

(Quanto ao resto... I rest my case! A sua 'competência' não lhe permite entender o que está verdadeiramente em causa ou aceitar opiniões diferentes da sua.)

Anónimo disse...

o Sr. André Canas deitou foguetes e não gostou de ter de apanhar as canas ....

Sabe, essa história de quando não sabemos o que responder perante uma evidência , no campo das ideias, argumentamos com questões pessoais é velha e muito usada por quem não apresenta um discurso articulado, consistente e coerente. Mais discursos auto- laudatórios também são caracteristicos de personagens muito inseguras .
Olhe .. dito em resumo e em linguagem corrente para perceber e não haver ruídos de comunicação " VEXA nem percebeu o que leu" ... mas, também com tanta competência em matérias várias, o português e a sua correcta interpretação foi sendo descurada....



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Anónimo disse...

Ao "André Canas...dito ex-agricultor do Concelho (será)"

Tem toda a minha solidariedade. De facto ser acusado um detentor de um cargo público e "não ser julgado"...brada aos céus.

A última notícia sobre este assunto fala-nos de um dos acusados no processo que recorreu por qualquer razão, certamente ponderosa. Há algum tempo, segundo os jornais, era o principal acusado que era admoestado pelos juízes relativamente às estratégias da defesa. Caramba é demais.

A propósito…não foram os nossos ancestrais (romanos) que disseram que …”à mulher de César não lhe basta ser séria!”. É verdade que desde essa altura já passaram mais de 2000 anos. Os tempos já não são o que foram.

Como diz uma ilustre comentadora…justiça e vergonha não andam de par. De facto a justiça demora a ser aplicada aos poderosos (endinheirados) e estes perderam a vergonha. Também é verdade que deixamos que tudo isto aconteça…

DURA LEX SED LEX...JÁ FOI