segunda-feira, 31 de março de 2008

A governança de Rosto Humano...

Se, por acaso, lhe pareceu que alguns "monges Tibetanos" eram muito violentos...

Beijing orchestrating Tibet riots
[Chineses a orquestrar/manipular tumultos no Tibete]

SE AINDA NÃO ASSINOU...

Petição a favor da aprovação pela Assembleia da República de uma moção que condene a Violação dos Direitos Humanos e da Liberdade Política e Religiosa no Tibete

Fundação Marquês de Pombal



Galeria de Arte Fundação Marquês de Pombal
Dia 5 de Abril de 2008 pelas 18:00 horas
Palácio dos Aciprestes, Av. Tomás Ribeiro, 18 - Linda-a-Velha
Telefone 21 415 8160

Simão César DÓRDIO GOMES - 1890/1976
gadanheiro - ceifeiro

Com os meus agradecimentos a

Barcarena

www.adade.pt


Associação de Pais pinta instalações da escola

A Associação de Pais, efectua as pinturas necessárias à conservação das instalações da velha escola de Barcarena. Foi o executivo da Junta de Freguesia de Barcarena que ofereceu as tintas, mas tiveram de ser os pais e efectuar as pinturas de manutenção do espaço onde funciona o ATL da escola EB1 Manuel Vaz de Barcarena, uma velha escola com mais de 75 anos de actividade educativa.

domingo, 30 de março de 2008

A PRAGA DOS CONDOMÍNIOS

A propósito do artigo intitulado "Sinto-me inseguro" de Mário Crespo, postado por Isabel Magalhães (ver), nomeadamente quando diz... "Quando vejo as cidades portuguesas encherem-se de condomínios fechados, sinto-me inseguro." Gostava de ser optimista e não pensar que esta moda é passageira e não fruto de tempos difíceis em matéria de sentimentos e situações de insegurança experienciadas.

"Condomínios fechados são um tipo de organização habitacional em que diversos prédios e casas numa vizinhança cercam e fecham, sob sistema de vigilância, o terreno à sua volta.
A construção de condomínios fechados é prática comum em subúrbios, cidades de veraneio e áreas de aberrações urbanísticas como a Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro."



Também as cidades romanas foram reforçadas com muralhas quando o Império começou a sentir-se ameaçado pelas invasões de outros povos. A cidade reduz progressivamente a sua área, a urbe é substituída pelas "vilae", depois pelo burgo, a caminho dos castelos e das cidades fortificadas da Idade Média (época por excelência de insegurança).

Uma cintura de muralhas rodeava completamente a povoação a que os romanos chamaram Barcino (actual Barcelona); tinham nove metros de altura e 3,5 de largura e um comprimento de 1270 metros.

(ver)

A cidade de Conímbriga, cujas ruínas podemos observar em baixo, é fundada cerca de 138 aC e só cerca de 260 dC, com o início das primeiras invasões, é construída a muralha.
Um exemplo de "condomínio étnico" (!)

A DUQUESA VERMELHA E PORTUGAL

Mapa de Andaluzia (para vêr mais clique aqui)

Em 1641, ocorreu na Andalucía uma conspiração nobiliárquica contra o reinado de Felipe IV.
Nem sempre temos presente que a nossa independência ocorre num momento em que outras partes da Espanha Filipina procuram alcançar a sua própria autonomia e independência. Ou seja, não será fácil compreender 1640, sem relevar a aliança entre as Casas de Bragança e Medina Sidónia, pelo casamento do Duque de Bragança, D. João, com D. Luisa de Gusmán (irmã do Duque de Medina Sidónia) e a conspiração que ocorre após a aclamação D. João IV. Do mesmo modo as revoltas na Catalunha e possessões italianas, as guerra com a Holanda, França e Inglaterra, acabariam por desviar o esforço bélico e fazer pender para outro lado o reforço das opções hegemónicas de Madrid.

Actual bandeira do país andaluz (ver) . Eram estas as cores dos revoltosos à época de 1641

Vem esta nota a propósito do recente passamento (07.03.2008) de D. Luisa Isabel Álvarez de Toledo, Duquesa de Medina Sidónia, Grande de Espanha, lutadora contra o franquismo, defensora das causas populares e ambientais, escritora e historiadora, foi também organizadora de um dos mais importantes arquivos europeus. À perseguição da ditadura e ao seu carácter insubmisso se ficou a dever o epíteto de "Duquesa Vermelha". Polémica em vida ainda o será na hora e depois da sua morte.



Ver aqui um post interessante

Perguntarão alguns, o que tem este assunto a ver com Oeiras. Só indirectamente, admito. Sabemos que esta senhora viveu e privou com a família real espanhola no Estoril, aqui perto.
Se por um lado recordamos a sua pessoa e o contributo voluntário ou involuntário dos seus ancestros para a afirmação da nossa "autonomia", também, por outro, reavivamos a nossa memória relativa ao contributo do nosso Concelho para a causa da independência. Porque falamos da Restauração, não podemos esquecer o papel do sistema de defesa costeira, reforçado ou melhorado, ao longo da margem ribeirinha, de que realçamos a Fortaleza de S. Julião da Barra, "A Chave do Reino".
Como vemos, o mundo é pequeno e a História é uma trama que envolve, quantas vezes, tudo e todos...

Foto do autor do post obtido no decurso de um passeio organizado pela Associação Cultural de Oeiras Espaço e Memória

JUSTIÇA, DEMOCRACIA E CIDADANIA


Jornal Público 17 de Março de 2008

Sinto-me inseguro

8:00 Segunda-feira, 17 de Mar de 2008

QUANDO UM ACONTECIMENTO desportivo em tempo de paz mobiliza mais meios de segurança que a defesa do perímetro de Cabora Bassa na guerra colonial, sinto-me inseguro.

Quando vejo a tolerância dos clubes de futebol pelos seus grupos organizados de agitadores, sinto-me inseguro.

Quando um colega meu é atacado por um bando de marginais de cara tapada à entrada do meu local de trabalho, sinto-me inseguro.

Quando a principal artéria da capital de Portugal é encerrada para deixar passar hordas fanatizadas de claques de futebol que marcham entoando cânticos javardos, sinto-me inseguro.

Quando vou na rua e em vez de um polícia vejo um tipo com uma camisola e um capuz sinto-me inseguro.

Quando tenho de meter combustível a meio da noite e sou forçado a romper uma barreira de cabeças rapadas e embuçados que se acotovelam frente a um caixa sitiado atrás de grades, sinto-me inseguro.

Quando tenho que esgrimir o direito de arrumar o meu carro com gente esquisita que embrulha um instrumento afiado num jornal e me tenta guiar para onde não quero ir, sinto-me inseguro.

Quando tenho que pagar ao parquímetro e ao drogado, sinto-me inseguro. Quando ando na rua e vejo um grupo a injectar-se indiferente a quem passa, sinto-me inseguro.

Quando o meu governo me diz que não há cura para os vícios das drogas, sinto-me inseguro.

Quando o organismo do Estado encarregado do combate à droga se chama Instituto da Droga, sinto-me inseguro.

Quando na página deste organismo dedicada aos jovens leio nas perguntas e respostas "P: É possível acabar com a droga? R: Talvez não", sinto-me inseguro.

Quando se mata a tiro à porta de casa, na rua e nos parques de estacionamento, sinto-me inseguro.

Quando mensagens tribais de morte, ameaça e injúria aparecem da noite para o dia pintadas nos muros da minha terra, sinto-me inseguro.

Quando vejo as cidades portuguesas encherem-se de condomínios fechados, sinto-me inseguro.

Quando vejo as empresas de segurança privadas a cumprir funções de que a ordem pública abdicou, sinto-me inseguro.

Quando não conheço ninguém que não tenha na família uma história de assalto, de roubo, de brutalidade no trato quotidiano, sinto-me inseguro.

Quando oiço o responsável pelo Gabinete Coordenador de Segurança do governo dizer que as estatísticas mostram que as coisas estão muito melhores, aí, sinto-me mesmo muito inseguro.

Deixámos de ver no que nos estamos a tornar.

Mário Crespo


[Enviado pela Leitora M.A.R.]

Deus dá a roupa conforme o frio?


sábado, 29 de março de 2008

LAVEIRAS - ESPAÇOS E MEMÓRIAS

Vista parcial de casa térrea, com portal de entrada para pátio interior



Casa de dois pisos, com portal de entrada e acesso ao pátio interior de onde se vislumbra uma escada exterior que conduz ao piso superior.
As casas em cima são representativas da arquitectura popular (saloia) e estão situadas nas imediações do Largo Conde de Rio Maior, no Centro Histórico do Lugar de Laveiras, Freguesia de Caxias. A existência de pátios e portais traduz uma expressão típica desta arquitectura e aponta para o estatuto social e económico do proprietário.
Dizem-nos os especialistas João Pedro Cabral e Guilherme Cardoso em Actas do VI Encontro de História Local do Concelho de Oeiras, já aqui mencionados, que "...o pátio constitui o centro do quotidiano da casa onde decorrem as actividades rotineiras e resguarda a intimidade do proprietário, garantindo-lhe a sua segurança." Mais adiante, dizem-nos estes conhecedores que "...a arquitectura popular é também a simbiose com a natureza, encontrando soluções para o seu enquadramento, conferindo ao espaço do aglomerado características singulares."
Que falta nos faz hoje esta perspectiva da arquitectura, diria eu!

COERÊNCIA OU FALTA DELA


[Clique na imagem para aumentar]

ELEIÇÕES NA SCMO

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Venceu a LISTA E


PARABÉNS à lista vencedora e à
SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE OEIRAS

quinta-feira, 27 de março de 2008

LISBOA - Livro de Bordo


Praça de D. Pedro IV - 1944
CARLOS BOTELHO


“Que fazemos nós, Lisboa, os dois aqui
Na terra em que nascemos e eu nasci”

Perguntava Alexandre O’Neill, de ombro na ombreira, a olhar o Imperador Maximiliano do México que está na estátua do Rossio a fingir que é o Dom Pedro IV de Portugal.
Hoje da Igreja de Arroios já não voam anjos sobre os bêbados, mas há mistérios que continuam a animar a cidade e o Dom Pedro do Rossio é um deles. Verdade ou mentira, ainda se está para saber porque razão é que o escultor francês encarregado de figurar o nosso rei em bronze de primeiríssima não esteve com mais aquelas e despachou para Portugal um Maximiliano qualquer que tinha lá para um canto do atelier.
Enigmas destes comprometem a paisagem e, muito sinceramente, não só caem mal nas pessoas de sentimentos como são difíceis de desculpar à luz da inteligência. Os eruditos, então, ainda hoje perdem o sono com este parágrafo da nossa História e quando passam pela estátua do falso rei baixam os olhos num silêncio de pudor que só lhes fica bem.
O lisboeta corrente é que não se deixa embrulhar em desmandos desta espécie, o lisboeta corrente tem cá uns traquejos e um deixa-andar que lhe permitem dar a volta aos azares de estremeção e às complicações mais solenes. Se levanta a cabeça e vê o imperador transviado a escorrer verdete lá do alto, até é capaz de achar graça. Dom Pedro? Dom Maximiliano? Que se lixe, seja o Dom Pedro, porque não? Assim como assim, o país fica na mesma e o Rossio ainda ganha mais um caso para entreter.
O’Neill reagiria tal e qual, estou mesmo a vê-lo, um riso pronto, um bocejar, e ia à vida porque de monumentos errados e escultores de mão canhestra está a nossa capital a transbordar (...)

José Cardoso Pires

Reestruturação do Combus


Jornal da Região - OEIRAS, 25 a 31 Março 08

O FIM DA FUNDIÇÃO

Jornal da Região - OEIRAS, 25 a 31 Março 08

O FIM DA FUNDIÇÃO - Jornal da Região /OEIRAS

Há uns que dizem que sim,
Há outros que dizem que não,
Mas eu… Ou vai ou racha
Fica Lisboa no meio do chão!


Sabem quando e onde isto foi dito, sabem a propósito de quê???

Bem a Fundição vai abaixo porque há muita falta de casas no Concelho de Oeiras e porque vamos concorrer ao recorde da betão “per” metro quadrado. Gostava de saber quantas casas estão vazias – novas acabadas de construir, velhas em bom estado e velhas em maus estado. Será que o n/ Município sabe? E o parque escritório: quanto está vazio. E.. já agora: quantos alvarás, projectos, parcerias publico/privadas … etc… estão a ser trabalhadas avidamente para depois, se alguém reclamar, dizerem que tinha potencial para ser construído no hipotético valor de X milhões, que são direitos!!!! Adquiridos e devidamente autorizados.



É o meu contributo para a dor do fim da Fundição que foi a alegria de tantos trabalhadores.

Clotilde Moreira, Algés

quarta-feira, 26 de março de 2008


Novos cartoons do Workshop da Ar.Co,
dirigido por Nuno Saraiva
Tibete © Vasco Martins
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SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE OEIRAS

Lista E