sábado, 2 de outubro de 2010

Outsourcing nos espaços verdes

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Via Jornal da Região - Oeiras, 28 de Setembro a 4 de Outubro 2010

31 comentários:

Anónimo disse...

As respostas de Isaltino e Madalena Castro são INVERDADES. Ainda que invocada a necessidade de + 200 jardineiros (o que é uma verdadeira atoarda e que que só ser dita por pessoas irresponsáveis e até ao momento politicamente inimputáveis), em 10 anos a CMO não teve tempo para contratar mais 200 jardineiros? Era bom que alguém investigasse este negócio dos jardins, de parques e jardins, sobretudo os de Linda-a-Velha, pois há muitas pontas soltas.

Ferreira Fernandes disse...

É verdade esta questao dos jardins de oeiras ao uma mina para as empresas e descapitalizam a câmara. Estes negócios de milhoes precisam de ser investigados.

Anónimo disse...

Os sinais dos últimos dias, oriundos do interior da Câmara Municipal de Oeiras, são extremamente preocupantes: Isaltino está em pânico, não conseguiu vender, pela 2.ª vez, os terrenos postos em hasta pública em Junho/Julho passado. De um encaixe inicial de 27 milhões de euros, Isaltino baixou a fasquia para 23 milhões; nem assim apareceu um único licitante. Se são menos uns milhões para espatifar, tal vai causar graves prejuízos a fornecedores e, esperemos, que os trabalhadores não venham a ser afectados. AS quebras brutais de arrecadação de IMI, a fuga para a frente (sim, Oeiras mais à Frente...para o abismo), os cortes do Governo, atiraram a Câmara para a falência. Está por dias a paragem da 2.ª fase do Parque dos Poetas, o "aeroporto de Oeiras", pois se a sua conclusão é uma necessidade, nesta altura do campeonato é uma acto de insanidade mental. Isaltino bem se pode juntar a Sócrates na irresponsabilidade, na demagogia, na mentira. As empresas de manutenção estão diariamente a ligar para a Câmara, procurando receber tranches de centenas de milhar de euros. A questão é só uma: NÃO HÁ DINHEIRO! Ninguém prende esta gente?

Francisco Ferreira disse...

"Câmara de Oeiras não consegue vender nenhum dos 10 terrenos em hasta pública
A Câmara de Oeiras não conseguiu vender nenhum dos dez terrenos que estavam esta quinta-feira em hasta pública, que trariam à autarquia, no mínimo, cerca de 24,7 milhões de euros, Grandes Opções da autarquia”.
Em declarações à agência Lusa, o presidente da Câmara de Oeiras, Isaltino Morais, admitiu baixar a base mínima de licitação dos terrenos, de modo a colocar estes imóveis novamente à venda em hasta pública, que deverá acontecer em Setembro.
“É um montante importante para a Câmara e obviamente que se não fizermos estas vendas, temos de questionar as Grandes Opções do Plano (GOP, porque este dinheiro [quase 25 milhões de euros] é essencial para as realizarmos”, disse Isaltino Morais.
O autarca disse à Lusa que esta foi a primeira vez, numa hasta pública realizada pela autarquia, que “não se vendeu um único imóvel”.
“Isto revela uma de duas coisas: ou os lotes estão caros, ou as pessoas não têm dinheiro”, disse Isaltino Morais, lembrando a crise económica que o país atravessa.
A venda em hasta pública refere-se a um conjunto de seis lotes situados no Almarjão, em Linda-a-Velha, com uma área de 14 363 metros quadrados, um lote na Portela com uma área 1 392 metros quadrados, um terreno no centro histórico de Oeiras 12 921 metros quadrados, um terreno na Quinta de São Mateus, no Dafundo, 1 768 metros quadrados e um terreno sito em Vila Fria com 5 154 metros quadrados.
Os seis lotes do Almarjão seriam alienados em conjunto e tinham como base de licitação 20,240 milhões de euros, o terreno da Portela seria vendido por um preço mínimo de 626,8 mil euros, o imóvel de Oeiras tinha como preço base 3,276 milhões de euros, o lote no Dafundo apresentava como base de licitação 221,088 mil euros e, por fim, o terreno de Vila fria seria alienado por um mínimo de 348,715 mil euros.
Destes 10 imóveis, apenas o conjunto de seis lotes em Linda-a-Velha era destinado a habitação, todos os outros estavam destinados à construção de equipamentos."
Esta notícia, também abordada no OL, respeita ao mês de Junho. Na 2.ª tentativa realizada, salvo erro, no passado dia 22 de Setembro, Isaltino não conseguiu vender. Ele está à rasca, a deixar á rasca os fornecedores e os funcionários. Cheira-me que a batata quente vai passar para Paulo Vistas, que tanto quer ser Presidente. Pode Isaltino desmentir esta notícia para sossegar fornecedores e funcionários?

Anónimo disse...

É impressionante a campanha de desinformação que se está a montar contra a CMO. Os cortes do governo nas transferências para as câmaras têm pouco impacto na CMO visto que esta recebe muito pouco do Fundo de Equilíbrio Financeira e do Fundo Social Municipal.

Anónimo disse...

Quedas do IMI? Não se estará a referir ao IMT? É que o IMI tem de ser pago todos os anos. Se a receita está a cair é porque os munícipes andam a fugir às suas obrigações. O IMT é decresce devido ao ritmo muito menor dos negócios imobilários.

Anónimo disse...

“É um montante importante para a Câmara e obviamente que se não fizermos estas vendas, temos de questionar as Grandes Opções do Plano (GOP, porque este dinheiro [quase 25 milhões de euros] é essencial para as realizarmos”, disse Isaltino Morais.
Foi ele que disse, não fui eu.
Os munícipes não estão a fugir ás obrigações, pura e simplesmente não estão a pagar as casas aos bancos e, em consequência, não pagam IMI. O IMT segue o mesmo caminho, e ainda bem, que é para não se continuar coma campanha de betanização do concelho. Já chega de construir. Como alguém disse dias atrás, em Portugal está tudo construído, é preciso recuperar e requalificar o que está feito, tal como a CMO, e bem, está a fazer nos centros históricos. Quer um exemplo: qual o destino do quartel velho dos bombeiros de Paço de Paço d'Arcos?
Campanha de desinformação: fale com a Director Municipal de Finanças, Maria Emília Xavier e pergunte-lhe se há dinheiro para pagar aos fornecedores, que todos os dias lhe vão bater à porta. Desinformação? Não será irresponsabilidade do Presidente avançar com a 2.ª fase do Parque dos Poetas numa altura destas? A crise agravou-se no final do Verão de 2008 e Isaltino continuou a esbanjar sem cuidar do futuro. O que alguém chama de desinformação eu chamo de IRRESPONSABILIDADE e DEMAGOGIA.

Anónimo disse...

Se calhar os lotes não interessam porque há muito ainda em construção e muito construido que não conseguem vender. Por um lado não há assim tanta gente à procura de casa por isso nem comprar para rendimento ou valorização. Depois esta crise leva alguns a continuarem em casa dos familiares e as casas vazias assim continuam. Haverá talvez mercado na área da construção de reabilitação mas isso não enche o olho aos grandes construtores de Oeiras.
De Tercena

Anónimo disse...

Aqueles que aqui defendem com unhas e dentes Isaltino Morais fazem-me lembrar o Ministro dos Estrangeiros de Saddam Hussein: os americanos já estavam em Bagdad, ele a dar a conferência de imprensa e os espectadores a verem os carros de combate americanos a rolarem nas costas do Ministro. A Câmara de Oeiras está atolada em compromissos, não os pode cumprir e à sempre os defensores isaltinistas a dizerem que vivemos no melhor dos mundos, como se Oeiras não fizesse parte do planeta Terra, da UE e deste Portugal abismado (à beira do abismo). Nalguns casos compreendo, é o fundamentalismo formatado na imagem de Isaltino, como se fosse um Profeta e se nos desviarmos corremos o risco das nossas crenças desabarem. Muitos não querem acreditar que Isaltino é um cidadão como muito outros, que omoletas se tiver ovos e agora os não tem. Se me derem as centenas de milhões que ele recebeu, como Presidente da CMO, desde Janeiro de 86, também eu teria feito muita obra. No tempo das vacas magras, Isaltino, de idolatrado, passa a cidasão comum, a comum dos mortais. Como disse Mao Tse Tung, aplicando-se a Isaltino Morais, este é um "tigre de papel". Utilizou a comunicação social a seu bel prazer e esta serviu-o fielmente, como hoje serve Sócrates.

Anónimo disse...

Caro anónimo de Tercena: "Depois esta crise..." Ninguém sabe quando vamos sair desta crise. Ouviu o mentiroso do Sócrates a dizer que em 2011 não vai ser necessário aplicar medidas adicionais? Ele nao disse SEMPRE a mesma coisa até vir desdizer o que dissera no dia anterior? E aquele de que o mundo mudou num fim de semana? Sócrates aprendeu com Isaltino. Quando este anunciar a paragem do Parque dos Poetas, 2.ª fase, também vai dizer que Oeiras mudou com o PEC III. Estão bem um para o outro.

Anónimo disse...

A câmara não pode parar a 2ª fase do parque dos poetas. Tudo o que está adjudicado terá de avançar. Parar a obra iria custar muito mais dinheiro em indemnizações. Não podem é lançar mais concursos até regularizarem os compromissos assumidos. É evidente que ninguém gosta de pagar aos fornecedores a 180 e a 360 dias mas agora não há nada a fazer. Temos de nos aguentar à bronca e fazer o saneamento financeiro da câmara.

Anónimo disse...

" Não podem é lançar mais concursos até regularizarem os compromissos assumidos." Já nos começamos a entender. Mas Isaltino continua a lançat concursos. Sabe muito bem que não vai haver saneamento financeiro até final do mandato e que o novo presidente, em 2013, vai receber um fardo muito pesado. A governação IOMAF, tirando uma outra actuação que confirma a excepção à regra, tem sido duma irresponsabilidade quase total: viaturas de recolha de lixo paradas por falta de manutenção, jardins abandalhados entregues a empresas externas, o lixo acumulado nas ruas (ver fotos deste blogue), pois os ecopontos e outros equipamentos são excelentes para se depositar lixo na rua e mantê-lo mais ou menos escondido. De toda esta irresponsabilidade alguém se salvará? Só se for para a Patagónia!

Isabel Magalhães disse...

De Tercena;

Os seis lotes do Almarjão, em Linda-a-Velha, custam uma fortuna. Quanto rondará o preço por metro quadrado de cada apartamento?

Marquês disse...

No meu tempo o Reino não vendia terras, comprava-as. Don Isaltino Morales quer vendê-las para quê? Para ir à Patagónia? No deseamos un conflicto diplomatico con el Reyno de Castilla.

Anónimo disse...

E ainda ninguém falou da tragédia que vão ser para Oeiras as parcerias publico privadas (isto se alguma das obras chegar ao fim) e da tragédia que é o SATU. Os parolos dos oeirenses(alegadamente concelho com o maior número de licenciados...) correram com a Teresa Zambujo(que pagava a 30 dias) agora temos todos de aguentar e pagar a factura desta gestão danosa da IOMAFI. Quanto ao IMI está a começar o incumprimento generalizado do seu pagamento face à brutalidade que o mesmo representa para as famílias oeirenses.

Viva Oeiras, viva o PSD e viva a liberdade

expressodalinha disse...

Como é?

Anónimo disse...

Não foi a mesma Zambujo que perdeu 25 milhões de euros em fundos comunitários para as obras do PROQUAL?

Anónimo disse...

Os Isaltinistas andam muy nerviosos.

Marquês disse...

Alguém falou aqui em desinformação contra a CMO. Quando se diz que Teresa Zambujo perdeu (?) 25 milhoes do PROQUAL esta afirmaçao é que é DESINFORMAÇÃO. Vamos comparar as duas personagens: Isaltino Morais, demagogo, populista, com discurso "à político"; Teresa Zambujo, competência técnica indiscutível que coomo n.º 1 de Isaltino e pelos anos passados em Bruxelas desbloqueou muitos milhoes para Oeiras. Em 2005, Teresa Zambujo quis ser o que não lhe está no sangue: política, e na altura deveria ter visto que "Oeiras dá o exemplo" em honestidade não era o que os oeirenses queriam, como se comprovou em 2009. Quanto mais falcatruas se fizerem, quanto mais de endividar um município, quantas mais obras megalómanas se fizerem ainda que saiba que não será Isaltino a pagar, quantas mais parcerias público-privadas se fizerem em claro prejuízo da Câmara Municipal de Oeiras melhor para muitos do séquito isaltinista. Teresa Zambujo quis ser aquilo que não é - política - e Isaltino quis e quer ser aquilo que também não é, um técnico competente.

Anónimo disse...

Isaltino Morais fez obra quando esteve rodeado de equipas competentes o que não acontece desde 2005.

Anónimo disse...

Madalena Castro, a ex-secretária, dixit: "está em curso mais um estudo...".

Mais dinheiro para o bolso de alguém...

Esta malandragem não pára!

Anónimo disse...

Sr. Marquês, cinjamo-nos aos factos.

A CMO, durante a presidência da Dr. Teresa Zambujo, deixou expirar 24 milhões de euros de fundos comunitários do PROQUAL. Existe uma carta da CCDR-LVT data de Dezembro de 2001 que diz isso mesmo.

"Na altura, o argumento que a doutora Teresa Zambujo deu, quando foi questionada
pela Câmara por que razão é que tinha sido assim e por que é que estavam consignados vinte e
quatro milhões de euros se sabia que não iam ser recebidos pela Câmara, porque os fundos
comunitários já não estavam disponíveis e a CCDR tinha comunicado isso mesmo por escrito e a
doutora Teresa Zambujo respondeu que (está em acta) estava confiante que embora não houvesse
recurso através dos fundos comunitários, eventualmente poderia haver um contrato-programa
com o Governo, como se o Orçamento do Estado fosse abrir mão de vinte e quatro milhões de
euros, até porque seria um escândalo a nível nacional para a Câmara Municipal de Oeiras."

Que grande gestão da Dr. Teresa Zambujo. Lançou as obras sabendo que estas não iriam ter comparticipação comunitária e por isso teve de ser a CMO a pagá-las na totalidade. Aliás, esses 24 milhões correspondem ao défice de tesouraria encontrado por Isaltino Morais quando chegou à CMO em 2005.

Podem ver aqui a acta, está na página 76: http://www.cm-oeiras.pt/municipio/BolMunOnl/actdel/ActasDeliberacoes/Actas_CMO_2010/ACTA_12_R_09_06_10_Ord.pdf

Quanto às Parcerias Público Privadas, estou à espera de provas em como elas são danosas para o interesse municipal.

Qual seria o diferencial de custos das PPP vs os custos do método tradicional. Isso é que importa discutir mas não vejo ninguém a apresentar argumentos sólidos e baseados em evidências técnicas.

Anónimo disse...

A Drª Teresa Zambujo e o PSD fizeram o que existe do PARQUE dos Poetas e o Porto de recreio. A seguir veio o deserto. Esses 24 milhões já fazem lembrar os 2 submarinos...que o Guterres mandou comprar...Isaltino está a provar que sem o apoio das pessoas competentes e credíveis do PSD é uma nulidade.

Isabel Magalhães disse...

Resposta [3 de Outubro de 2010 13:39];

Disse 2001? Sabe quem presidia à CMO em 2001?

Teresa Zambujo foi presidente da CMO entre 2002 e 2005 quando Isaltino Morais aceitou ser ministro.

Anónimo disse...

Anónimo das 12:55
Grande Verdade. A CMO teve a sorte de ter tido grandes autarcas desde a Comissão Administrativa que estavam mesmo interessados em tornar Oeiras um Municipio de referência, mas pouco a pouco foi-se instalando outras mentalidades e há meia duzia de anos a qualidade tem descrecido muito. Os interesses que minavam têm conseguido o "deles" e muita coisa é fachada carissima.
De Tercena

Laranjina C disse...

Anónimo das 12:55 tem toda a razão: a CMO teve vereadores e dirigentes competentes até 2005, altura em que tomou posse essa equipa de inquestionável qualidade e competência: IOMAF.
Desde aí, mete dó as decisões que se tomam e a gestão danosa que existe neste momento na CMO!
Essa Vereadora Madalena Castro, que sabe-se lá porquê "insistiu" em ficar com o pelouro dos espaços verdes, quando este pertence ao Ambiente, pelouro de Ricardo Barros, vem agora dizer que "está em curso em estudo"!! como é possível?? que eu saiba os estudos fazem-se ANTES de se tomarem determinadas opções, precisamente para atestarem da viabiliadde técnica e económica das mesmas!! Essa senhora que não tente deitar areia para os nossos olhos. Está bem à vista o seu interesse em manter estes outsourcings manhosos e de muito difícil explicação. Demitam-se todos!

Marquês disse...

As parcerias público-privadas da CMO não vao ser diferentes das SCUT que, como disse Cravinho em 97, eram de borla, que se pagavam a si mesmo. A factura chegou agora. Em Oeiras não vai ser diferente. Aliás esquece-se o digno defensor da PPP do excelente exemplo do Hospital Aamadora-Sintra (Fernando Fonseca), excelente negócio para o Grupo Mello e ruinoso para os cofres do Estado? Tal como foi referido pela gestora deste blogue em 2001 quem presidia era Isaltino.

Marquês disse...

É mentira que esteja em curso um estudo. Madalena Castro e Isaltino Morais quando se sentem acossados fogem para a frente. Há interesses, não há estudos. Madalena Castro nunca fez estudo algum, nem mandou fazer. Um dia, em 2008, acordou e viu o concelho sujo, lixo por recolher: promoveu um concurso público internacional para entregar a recolha de lixos de Oeiras, em vez de chamar o director municipal, Luis Melo, a directora do ambiente, Zalinda Campilho e e chefe dos serviços de limpeza e recolha, Ana Ribeiro, e os responsabilizar pela lixeira e estes pedirem contas ao encarregados. Hoje Oeiras está novamente transformada numa lixeira a céu aberto, por falta de civismo de munícipes e por incompetência das pessoas acima indicadas, com o vereador do ambiente, Ricardo Barros, à cabeça. A questão dos lixos e dos jardins tem a ver com a pessoas INCOMPETENTES que dirigem os serviços: na hierarquia da incompetência quem está abaixo das chefias mais incompetente é. Os critérios de escolha são: ser bufo, ser engraxador, nao perceber nada do assunto e ter aptidão para capataz.

Anónimo disse...

"Município garante que opção por empresas é solução mais barata." Prove, Sr. Presidente, prove, Sra. Vereadora Madalena Casro, PROVEM-NO!
Nao existirão outros "esquemas", outros "interesses"?

Anónimo disse...

Ora aqui está um ótimo tema para cortar despesas. Espeo que o gabinete de estudos do PSD veja este blog. Aprenderá aqui onde cortar despesas.

Anónimo disse...

Este assunto foi enviado para o GE do PSD, para o site "cortardespeas.com" Este problema também passa em Lisboa, município com mais de 2000 (dois mil) jardineiros e estão a contratar empresas para fazerem o trabalho. Pagamento de favores eleitorais? Quem souber que responda, agora que é estranho é.