sexta-feira, 16 de fevereiro de 2007

escovas de sanitário...


PINÓQUIO!


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8 comentários:

Unknown disse...

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Muito giras, sem dúvida.

"Escovas de sanitário" é o politicamente correcto, ou já é coisa da TLEBS? É que no meu tempo eram PIAÇABAS mesmo!

Mas vamos às questões:

1. Fazem-me lembrar um certo primeiro ministro... será intencional?

2. Também servem para escovar os dentes?

3. Só 3 cores. Antidemocráticas, portanto. Onde andam o amarelo, o carmim e o laranja?

4. Onde é que se põem as pilhas para funcionarem como vibradores? (estes têm a vantagem de serem anticoncepcionais e não colocarem a questão do aborto)

5. O Pinnochio era um rapazinho. Será que diviso aqui uma vil malícia pedófila?

6. Podem-se adquirir online?

Cumprimentos

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Anónimo disse...

Será pertinente continuar a chamar 'piaçaba' às escovas fabricadas com material plástico?

piaçá. s.m. (Red. de piaçaba). O m. que piaçaba.

piaçaba. s.m. (Do tupi pi'a a'saba). 1. Bot. planta tropical da família das palmáceas (Attalea funifera, Mart.), existente no Brasil, que produz fibras utilizadas em cordoaria, no fabrico de vassouras e de outros objectos. 2. Fibra dessa planta. 3. Vassoura feita com fibra dessa planta. Vassoura de piaçaba.

oeiras local disse...

Exmo. Senhor J.A.Baptista;

Grato pela atenção que se dignou conceder ao meu humilde post, venho pelo presente informar V.Exa., que estará, certamente, imbuído das melhores intenções, e também porque mais leitores manifestaram dúvidas em relação a outros assuntos 'em blog', o Oeiras Local não dispõe de consultores técnicos, políticos, ou jurídicos.

Assim, e dentro das minhas possibilidades, tentarei ajudar nos pontos possíveis.

1. Fica ao critério e imaginação de V. Exa.

2. Pode V. Exa. usá-las para o fim que mais lhe convier.

3. Tem V. Exa. muita razão. No entanto gostaria de o informar que o 'carmim' encontra-se representado pelo vermelho.

4. Solicito a V. Exa. o favor de aguardar enquanto vou buscar a 'bolinha vermelha' para pôr no canto superior direito.

5. iden, iden!

6. Lamento não poder informar dado que também não dispomos de gabinete de 'marketing'.

Muito grato a V.Exa. pela atenção que dispensou ao assunto, sou, com a mais elevada estima e consideração.

O.L.

Unknown disse...

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Caro O.L.

Agradeço a prontidão nas respostas às questões em blog.
Lamento que algumas tenham ficado no ar mas, quem sabe?, talvez a equipa do blog seja um dia destes ampliada com a presença de especialistas nessas áreas que citou.

A Bem de Oeiras!
Respeitosos cumprimentos

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Unknown disse...

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Caro anónimo

Deixe-me começar por lhe dizer que muito 'pertinente' e interessante é a sua questão, não no conteúdo mas na forma.
Deixe-me ainda dizer-lhe, para já, que a minha resposta - opinião pessoal - é SIM.
Essa sua consulta de dicionário também eu a fiz, antes de colocar o comentário. Não tanto com o objectivo de avaliar a origem semântica do vocábulo, mas para garantir que o escrevia com correcção. :)

O que diz é rigorosamente verdade. O termo advém da matéria-prima utilizada no fabrico do objecto.
Mas deixe-me colocar-lhe uma questão correlata para que compreenda porque lhe respondo que SIM.
A nossa Língua, e provavelmente também as estrangeiras, está prenhe de centenas de casos similares, em que o nome dum objecto está relacionado com a matéria do qual é feito.

Acha que seria correcto, e mesmo exequível e justificável, 'pegarmos' em todos esses nomes e alterá-los todos, por os objectos já não serem fabricados com a matéria-prima original que lhes deu a designação?

Não acha que com isso iríamos perder muito da beleza estética, da poesia, da herança cultural, da nossa Língua, transformando-a numa 'coisa' tecnicista, quase morta e de fraca expressividade? Empobrecendo-a?


Acrescento, apenas a título de curiosidade, um outro aspecto da Língua que com este se pode relacionar quanto à génese de vocábulos.
É o das marcas que se impõem no mercado e que com o tempo se transformam em designações de objectos - designações genéricas, nominais, substantivadas, nomes.

Dou-lhe o exemplo da GILETE. Advém da marca, ainda existente no mercado, Gillette. A designação com que o objecto foi publicitado nos seus primórdios foi de 'máquina de barbear'. Mas como foi inventado por aquela marca, rapidamente o objecto se identificou com a marca e hoje quase ninguém se lembra da designação com que foi lançado no mercado. É habitual referir o objecto como 'gilete', independentemente da marca. Hoje em dia, até a Bic já as faz.
Outro exemplo são as canetas ROTRÏNG, as quais foram lançadas com a designação de 'canetas estilográficas' ou 'estilógrafos'. São fabricadas por diversas marcas, mas o inventor impôs-se e toda a gente fala de 'caneta rotrïng' quando se quer referir ao estilógrafo, mesmo que este seja de outra marca. Molin, por exemplo, que é uma marca que até já nem existe.

Enfim, coisas da língua.

Cumprimento

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Rui Freitas disse...

Perdoe-me a "ousadia", Isabel (Ih! Ih! Ih!), mas gostava que me respondesse a duas simples questões:
Existe esse modelo em "cor-de-rosa"? Aplicava-se melhor ao fim em vista;
Necessita de "consultores técnicos" na área da "porcaria"? Posso indicar-lhe alguns e algumas jovens promissoras.
De repente, lembrei-me de Algés e de Gaia, não sei porquê!?!?!?

Isabel Magalhães disse...

Caro Rui Freitas;

Quanto ao utensílio em questão talvez o OL lhe possa responder, mas a avaliar pelo que já foi dito ao J. Baptista estou em crer que não.

Quanto ao resto, se é para o bem dos cidadãos e do partido, venham de lá todas as informações que tiver. :)

bom fim de semana
um abraço.

Anónimo disse...

Com escovas destas até dá vontade de limpar a retrete! lol