sexta-feira, 15 de julho de 2011

Mistérios do nosso concelho - (3)


Jardim Infantil O BAMBI - IPSS da freguesia da CQD (aqui).


A terminar mais um ano lectivo e os pequeninos do BAMBI, com idades entre os 2 e os 5 anos, continuam sem equipamento de jardim. As tentativas feitas neste blogue, assim como outras, não deram qualquer resultado. O meu amigo Paulo Freitas do Amaral, presidente da JFCQD, mostrou-se interessado no assunto mas, ao que consta, parece que não teve feedback da Sra. Provedora da SCMO. As minhas tentativas junto da CMO também não tiveram resultados práticos...

Não haverá por aí um mecenas - ou vários - que possam oferecer um par de escorregas e dois ou três baloiços a esta IPSS?

Talvez o nosso leitor Nuno Campilho, presidente da JFPA e alto quadro dos SMAS - que tão bons resultados apresenta com a ajuda da factura de todos nós - possa / queira ser generoso e contribuir com algum equipamento...

Fica o meu pedido público.

Imposto sobre subsídio rende 1025 milhões

Haveria - certamente - outra forma de não penalizar sempre os mesmos.




Sobretaxa de 3,5%

Imposto sobre subsídio rende 1025 milhões

Trabalhadores por conta de outrem e pensionistas suportam maior parte da factura: 840 milhões de euros até 23 de Dezembro deste ano.

Lagar de Azeite de Oeiras

O interesse pelo Património Molinológico em Portugal é cada vez maior, congregando em si as preocupações ecológicas e a procura pela cultura tradicional que actualmente se assumem como tendências da nossa sociedade.

Desta forma, os moinhos, sejam eles de vento, de água, ou de maré, representam um ponto de encontro com a tradição, com a natureza e com a tecnologia

Em Oeiras, o Largar do Azeite do Palácio do Palácio do Marquês de Pombal, datado possivelmente, da segunda metade do séc. XVIII, foi um peça fundamental na primeira Exposição Agrícola e Industrial de 1776 de Portugal, promovida pelo Marquês de Pombal.

Construído com tecnologia de ponta, e com os melhores matérias e técnicas acessíveis à época, incluindo madeiras exóticas de grande dimensão, durabilidade e resistência.

Constituído por uma atafona tradicional, duas prensas de varas em casa ampla, situa-se no extremo poente dos jardins, tendo a montante o alambique, cuja caldeira certamente serviria para destilar aguardente, com recurso ao combustível extraído dos materiais sobrantes da produção do azeite do Lagar.

Esta tipologia apresenta todavia vários elementos dissonantes, como a grade de madeira com quatro eixos de galgas, de pedra e um eixo vertical igualmente de madeira de onde parte a almanjarra, grande trave transversal para atrelagem do macho (normalmente um burro), e a trave traseira.

Tratava-se de uma unidade de produção integrada na quinta mas com capacidade industrial no contexto dos secs. XVII e XIX, com as duas prensas a evidenciar forte investimento e capacidade produtiva. Assim, o Lagar de Azeite do Palácio do Palácio do Marquês de Pombal, além da produção para consumo interno, poderia ainda trabalhar para o mercado regional, assegurando serviços aos lavradores da região.

Venha Visitar-nos.


Câmara Municipal de Oeiras

Divisão de Património Histórico e Museológico

DPHCB/DMDSC

Edifício Atrium

Rua Coro de Santo Amaro de Oeiras, 4A

2780-379 Oeiras

Tel. 21 440 83 00 - Ext. 52188

7 21 440 48 33

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Assembleia Municipal de Oeiras


Clique para ampliar

28 – Algés – 2011

Mau estacionamento consentido







Não é só Linda-a-Velha, penso até que é uma característica do Município de Oeiras, os carros em locais impróprios como em cima das passadeiras. O cruzamento da Rua António Granjo com a Av. dos Combatentes é muito concorrido. E as autoridades? Não deviam ter um papel sensibilizador junto dos prevaricadores?

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Assim mesmo é que é!


Clique para ampliar


27 – Algés – 2011

- 2 de Julho – Música no Jardim Parque Anjos


A Banda tocou e encantou – foi a banda do Centro Cultural da CMO e SMAS.

É uma pena que não possa ser mais vezes.



- Sobre o Alive

O barulho não chegou aqui ao Largo Comandante Augusto Madureira mas às 16h00 de sexta-feira e manhã de sábado não se podia estar no Jardim de Algés. Foram as minhas tentativas de ir lá tomar uma bica.

Quanto aos carros, os meus arredores estiveram cheios a partir do fim das tardes.

Uma curiosidade: O ano passado as barreiras de entrar no Parque da Ribeira foram partidas. Este ano, aqui há uns dez dias, foram retiradas com indicação que estavam em manutenção mas que o parque continuava taxado. Ontem vieram colocar as barreiras. (Um à parte: terão retirado nesta altura para não serem partidas? Os carros que encheram o parque à noite terão pago taxa?)



- Os 30 Dias de Julho/Agosto

Desde o princípio do mês que tentei encontrar esta revista, mas nem na Junta de Freguesia nem no SADafundo nem na Livraria Espaço. Só em 11 do corrente se teve acesso a esta informação, apesar de informar a CMO que esta revista andava desaparecida.



- Árvores



No fim da Rua Manuel Arriaga há uma linda árvore que dá frutos como estes que se vêem na foto. Acontece que se esborracham e acaba o chão por ficar uma imundice. Desta espécie há muitos exemplares na Av. dos Combatentes o que origina que parte dos passeios estejam muito feios e só lavados com escovas e detergentes adequados talvez voltassem a ficar limpos.

A CMO sabe certamente que os frutos sujam mas continua a plantá-las. Não seria sensato guardá-las para uma zona de pomares e optar por espécies decorativas?



Pensamento:

"Paciência e tempo podem mais que força e raiva." (Jean de La Fontaine)


Já falou acordês hoje?


Segunda-feira 4 Julho 2011

Em Público


Há dias, na televisão, duas doutas meninas diziam, sorridentes, que os professores estão "inevitavelmente receptivos" ao Acordo Ortográfico (AO). Não espantaria se dissessem, em seguida, que os antigos condenados também estavam "inevitavelmente receptivos" ao patíbulo. O sorriso nos seus rostos dizia tudo. Recordam-se da TLEBS, aquela coisa cujo nome lembrava algo a cair por umas escadas abaixo? Pois a TLEBS foi dar ao AO. O que até faz sentido: TLEBS, AO. Primeiro a queda, depois o grito. O pior virá quando as doutas meninas tiverem de enfrentar as pequenas feras da sua aula. "S'tôra, porque é que quem nasce no Egito se chama egípcio e não egitiano?" Ou: "Porque é que eu escrevo concessão e leio concessão e escrevo conceção e leio concéção?
E porque é que temos de escrever conceptual se conceção [a palavra mãe] não tem p?" "O que é corréu, é alguém que corre muito e foi parar ao tribunal por causa disso?" E logo as meninas, inevitavelmente "recetivas", dirão: "Cale-se, menino. É assim mesmo, é a lei."
Com o passar do tempo, porque a ortografia serve a fonética, sinalizando os vãos e desvãos da fala, ouviremos coisas destas: "A menina vai ao esp'táculo?" "Não, q'rido, o âtor é pouco conc'tivo e o esp'táculo tem pouca âção, uma má persp'tiva. E os bilhetes são para um s'tôr péssimo, não se vê nada." "Mas ao menos vai à reç'ção antes, não?" "O quê, com aquelas coisas penduradas no têto, com a sala com aquele aspêto? Vá sozinho, tenho outras opções." "Opções? Mas esse pê não é contra a nova ortografia?"
Em 1988, num interessante ensaio intitulado Que Futuro para a Língua Portuguesa em África?, o emérito africanista Manuel Ferreira escrevia que "os Cinco" [países africanos] partiam "do princípio de que a língua é um facto cultural", transformando o português "no plano da oralidade e no plano da escrita". Para ele, o futuro seria assim: "A língua não é de nenhum para ser de todos. Não há por conseguinte um patrão. Todos são patrões. E se há uma língua, que é a língua portuguesa, há várias normas e logicamente umas tantas variantes: a variante da Guiné- Bissau, a variante de Cabo Verde, de São Tomé e Príncipe, a variante de Angola, Moçambique, do Brasil, da Galiza, de Timor-Leste, a variante de Portugal." Isto escreveu um homem culto e inteligente.
Nessa altura já se discutia por aí o desastre que mais tarde a ignorância fez lei: o trambolhão nas escadas (TLEBS) e o grito na queda final (AO). A língua feriu-se. Ou pior. Quando Olavo Bilac escreveu que a língua portuguesa era a "última flor do Lácio, inculta e bela", sendo "a um tempo, esplendor e sepultura", adivinhava a propensão dos vindouros para a sepultura (a unificação falsa) em detrimento do esplendor (a diversidade óbvia, respeitadora das diferenças evolutivas). Assim está a flor do Lácio moribunda, porque a fizeram rejeitar todas as suas filhas legítimas (aquelas de que falava Manuel Ferreira) e trocá-las por um bastardo analfabeto. Porque não é português de Portugal (o europeu), nem do Brasil (essa variante viva e criativa), nem das Áfricas ou longínquos Orientes. Chamemos-lhe acordês, mescla intragável a que nunca estaremos "recetivos".

Nuno Pacheco
Jornalista

3 - Linda-a-Velha - 2011


Linda-a-Velha - Estacionamento selvagem


Av. D. Pedro V - Passadeira de peões existente junto ao nº 17



Há sempre alguém que estaciona e impede a circulação dos peões. Até quando? Talvez até que a JF mande proceder à colocação dos necessários pinos como já existem no lado sul da 'praceta'.


Pode ler mais em
2 - Linda-a-Velha - 2011

Imagem: IM

Medidas para uma nova politica para animais em Vila Franca de Xira

Campanha Esterilização Cães e Gatos


Julho 12, 2011 por campanhaesterilizacaoanimais

Na sequência da luta contra a proibição de alimentar animais errantes em Vila Franca de Xira e da apresentação, por um grupo de munícipes, de um conjunto de medidas em relação aos animais do concelho (ler aqui), a CMVFX ACEITOU IMPLEMENTAR O PROGRAMA RED (Recolha, Esterilização e Devolução) que se vai iniciar em Setembro numa primeira colónia de gatos.

Quem luta sempre alcança!



--
Campanha de Esterilização de Animais Abandonados
http://campanhaesterilizacaoanimal.wordpress.com/

Os 3 pilares da Campanha:
1.Os canis municipais devem esterilizar obrigatoriamente todos os animais que dão em adopção .
2. As Câmaras devem celebrar protocolos com as associações de defesa animal que actuam no concelho para a esterilização dos animais abandonados que estas recolhem,
3. As Câmaras devem proporcionar aos munícipes com recursos limitados a esterilização gratuita dos animais que possuem.

Ricardo Rodrigues vai ser julgado por atentado à liberdade de imprensa - Sociedade - PUBLICO.PT


Furto de gravadores a jornalistas da Sábado

Ricardo Rodrigues vai ser julgado por atentado à liberdade de imprensa

12.07.2011 - 21:03 Por PÚBLICO


O deputado socialista Ricardo Rodrigues vai responder em julgamento pelo crime de atentado à liberdade de imprensa, por ter furtado dois gravadores a jornalistas da revista Sábado durante a realização de uma entrevista em 2010.
Rodrigues sustentou que os gravadores não eram necessários à actividade jornalística
Rodrigues sustentou que os gravadores não eram necessários à actividade jornalística (Daniel Rocha)


Segundo avança a revista na sua edição online, a acusação do Ministério Público foi confirmada esta terça-feira pelo Tribunal de Instrução Criminal (TIC) de Lisboa.

O também vice-presidente da bancada socialista na Assembleia da República incorre numa pena que pode ir de três meses a dois anos de cadeia ou a uma multa de 25 a 100 dias.

Segundo a Sábado, Ricardo Rodrigues sustentou a sua defesa que os gravadores de que se apoderou não eram necessários à actividade jornalística e por outro lado, afirmou que agiu “em acção directa, uma vez que pretendia preservar uma prova do conteúdo da entrevista” para posteriormente apresentar uma providência cautelar no sentido de impedir a publicação. As premissas foram rejeitadas pelo TIC.

“Se os gravadores não fossem necessários à actividade jornalística, os jornalistas não os usariam”, pode ler-se no despacho de pronúncia citado pelo Sábado.

No que respeita ao exercício da “acção directa” e respectiva finalidade, o juiz acrescentou: “Não pode considerar-se que a situação em causa o justificasse, em primeiro lugar, porque a acção não era indispensável ao exercício do direito, isto é, o arguido podia, perfeitamente, sem os gravadores, recorrer aos tribunais (...) e, em segundo lugar, porque havia a possibilidade de em tempo útil recorrer aos meios coercivos normais, fosse a instauração de uma providência cautelar, fosse até o recurso à polícia.”

O PÚBLICO tentou, sem êxito, contactar Ricardo Rodrigues.

País condenado 15 vezes por não dar liberdade de expressão - Portugal - DN

É o controlo dos média feito pelos governos socialistas.



País condenado 15 vezes por não dar liberdade de expressão - Portugal - DN


11 Julho 2011

Portugal já foi condenado 15 vezes, desde o ano 2000, por atentado à liberdade de expressão, princípio consagrado no artigo 10.º da Convenção Europeia dos Direitos do Homem.

"Essencialmente, os casos são à volta de condenações de jornalistas que proferiram críticas políticas, utilizando expressões violentas, como aldrabão ou grotesco", explicou Francisco Teixeira da Mota, especialista em direito da comunicação.

"São expressões criminalizadas pelos tribunais portugueses, mas que o TEDH considerou protegidas pela liberdade de expressão tendo em conta que foram proferidas em contexto de debate político", adiantou.

terça-feira, 12 de julho de 2011

O sitemeter é como o algodão: não engana!

Este blogue deve fazer "urticária" a muita gente. E também é preciso um considerável grau de BURRICE para, ao fim de 5 - cinco - 5 longos anos, ainda não terem percebido que não é com terrorismo de meia-tigela que me / nos fazem desistir.

Temos ainda alguns outros casos dignos de registo e estudo do foro da psicopatia. São os masoquistas de serviço que - assumidamente - não gostando do blogue insistem na visita diária, várias vezes ao dia. E, não contentes, ainda deixam pseudo comentários impublicáveis, na forma e conteúdo, comentários esses que deixam muito mal colocada a 'mãezinha' de quem os escreve. Para compor o ramalhete, há também quem nos escreva e-mails a criticar o layout e a exigir outra linha editorial. A blogosfera é vasta... não gostam não venham cá! Tão simples quanto isso!




Adenda: Faltou um pequeno detalhe. Todos os referidos "corajosos" vêm ao blogue comentar muito convenientemente instalados no conforto do anonimato. São uns VALENTÕES!


Em Agosto não há café

Aqui em Algés, no Jardim entre a linha de eléctrico e a Marginal, havia outrora três pavilhões onde se tomaram milhares de bicas. Há registos dos lisboetas que nas tardes de Domingo vinham de eléctrico (uns carros abertos de bancos corridos com paredes de lona para proteger do sol) passar uma tarde diferente neste Jardim.

Hoje restam memórias e recordações que ainda vão servindo de conversa entre os mais velhos. As antigas estruturas foram sendo “modernizadas” e restam dois pavilhões com essa finalidade. Restam, quer dizer: restavam porque o Ribamar – onde muitos estudaram durante anos – mudou para Marquês e agora até fechou. Como o Caravela d’Ouro deve fechar, como costuma, em Agosto para descanso das suas gentes, limpezas e obras, havia o Marquês durante estes dias de calor. Mas com o seu fecho não vai haver café no Jardim de Algés durante o mês de Agosto.

Também em Paço de Arcos (estou sempre a dizer a mesma coisa, mas enquanto não resolverem este problema não me calarei) o antigo Lima continua a só abrir nos fins-de-semana para sardinhadas, explorado pelos Bombeiros e não há café naquele Jardim.

Se calhar foi a troika que impôs ao Município de Oeiras estes fechos cirúrgicos como exemplos de como se pode poupar uns trocos ou será falta de tempo para resolver estas pequenas coisas… Ao menos poderiam colocar umas roulotes como nas feiras, não para vender farturas, mas para servir uns cafés, águas e refrigerantes.



Maria Clotilde Moreira / Algés


Artigo publicado hoje no Correio dos Leitores do JO


segunda-feira, 11 de julho de 2011

Governo passa à lupa as nomeações de Sócrates dos últimos anos


Publicado em 11 de Julho de 2011 | Actualizado há 4 horas

Quem, onde, o que faz e se é útil. São estas as questões que os ministérios vão ter de responder sobre todas as nomeações do anterior executivo desde 2005



Passos Coelho prometeu, durante a campanha eleitoral, não levar os boys do PSD para o governo, mas, aparentemente, o primeiro-ministro também não está disponível para manter os boys de Sócrates no poder. Num dos primeiros Conselhos de Ministros deste executivo, foram dadas indicações precisas para que todos os ministérios fizessem o levantamento de todas as nomeações socialistas, desde o início do primeiro governo de José Sócrates (2005). A radiografia completa engloba toda a orgânica do executivo: ministérios, secretarias de Estado, direcções--gerais e regionais, institutos, gabinetes e departamentos. Quem, onde trabalha, o que faz e se é útil nas funções que desempenha. São estas as questões às quais os ministérios vão ter de dar respostas sobre todas as nomeações desde 2005 e, preferencialmente, até ao final desta semana. A radiografia pode parecer pidesca, mas é profundamente necessária, garante ao i fonte do executivo de Passos.

Alguns ministérios mais pequenos, como a Cultura (actualmente secretaria de Estado) ou a Defesa, estão prestes a concluir o inventário. Mais atrasados estão a Economia e o Emprego, as Finanças e a Segurança Social. "Milhares de nomeações" foi o número até ao momento apurado e avançado ao i.

O período de caça ao boy socialista foi aberto no dia da tomada de posse do novo governo. Passos Coelho anunciou na altura a exoneração dos governadores civis: "O Estado dará o exemplo de rigor e contenção para que haja recursos para os que mais necessitam. E o meu governo será o líder desse exemplo, como, de resto, a decisão de não nomear novos governadores civis já sinaliza."

Mais tarde, já durante a discussão do programa do governo na Assembleia da República, foi a vez de Paulo Portas retomar o discurso de combate ao clientelismo e anunciar o fim dos directores adjuntos distritais da Segurança Social. "Para acabar com os jobs for the boys, o melhor é mesmo acabar com a profusão de jobs", afirmou o ministro dos Negócios Estrangeiros no parlamento. Tendo em conta dados do executivo, a extinção destes cargos permite poupanças anuais de 1,1 milhões de euros.

Esta radiografia está a ser feita ao mesmo tempo que o executivo prepara a orgânica dos diferentes ministérios e tem na mira a necessidade de extinção e fusão de serviços.

Há ainda um objectivo moralizador por trás deste trabalho que vai ao encontro de uma preocupação mais alargada de despartidarização do aparelho do Estado manifestada pelo governo. No programa do executivo, Passos Coelho compromete-se "a promover o mérito no acesso aos cargos" e a preparar uma nova legislação que estabeleça um sistema independente de recrutamento e selecção. O governo quer ainda "despolitizar os processos de recrutamento dos cargos dirigentes mais importantes, atendendo às melhores práticas internacionais na matéria".

José Gomes Ferreira é MUITO CLARO!

Vejam o que diz quem sabe:



domingo, 10 de julho de 2011

Uma agência de LIXO cortou o rating a Portugal! (2)

Veja o vídeo e divulgue:

http://youtu.be/OzLJzYlpGqs



A 5 de Julho de 2011, a Moody's considerou Portugal "LIXO".

Na sequência disso, Pedro & Hugo, uma dupla de criativos, aproveitou um tempo livre entre o seu trabalho na BBDO e mandou uma carta para a sede da Moody's em Nova Iorque. Uma carta com um pedaço de Portugal como ele é visto pela Moody's.

Só para que saibam que estamos a trabalhar para elevar o nosso rating.

Experimente fazer o mesmo. Siga as instruções: http://lixoparaamoodys.com/

Pedras duras

A Voz da Razão


A maléfica Moody’s não acredita que os portugueses sejam capazes de mudar de vida. Uma coisa é lançar impostos para tapar buracos.

  • 0h30

Por: João Pereira Coutinho, colunista

Outra é cortar na despesa (e no desperdício) da Saúde, das empresas públicas – e, claro, das regiões e das autarquias. Infelizmente, o governo que se indigna com a Moody’s é o mesmo que parece disposto a dar-lhe razão. Não apenas ao carregar nos impostos como todos os governos anteriores – o subsídio de Natal, o IVA, o IMI, os automóveis, etc. Mas ao chutar para a estratosfera as medidas difíceis que aliviariam o assalto corrente aos contribuintes. A privatização da RTP é apenas um caso (adiado). A redução do número de autarquias é outro caso (adiado). Quando atinge pedra dura, o governo pára de cavar. Até quando? Dois meses, não mais. Se, depois do Verão, o Estado não entrar em dieta profunda, o melhor é atirar a toalha. Não vale a pena pedir sacrifícios quando no barco só existe um otário a remar.

Desvio de 531 milhões em prestações sociais

.

E ainda há quem se admire de nos irem "levar" 50% do 13º mês!




Desvio de 531 milhoes em prestacoes sociais

sábado, 9 de julho de 2011

Assembleia Municipal de Oeiras


Sessão de 4 de Julho 2011



Já não assistia, há bastante tempo, a uma Assembleia, mas nada parece ter mudado. Às 15h00 não começou. Depois lá foi aparecendo o quórum. Público a assistir… Tratava esta sessão da finalização da Ordem de Trabalhos indicada no Edital 10/2011 – 13 de Junho 2011.

Logo no início foram os senhores Deputados informados que havia um pedido urgente da CMO para ser votada a deliberação 594/2011, pedido que foi aceite e, depois dos trâmites necessários, foi a proposta discutida com intervenção das várias bancadas. Tratava-se de dar seguimento à deliberação do Conselho de Administração dos SMAS que tinha proposto e sido aceite já em reunião da CMO que um montante de seis milhões de euros fosse transferidos em 50% para a Câmara de Oeiras e da Amadora.

A CDU, BE e CDS evocaram que talvez se devesse rever as facturas da água que chegam aos oeirenses e outras sugestões e votaram contra. Os outros votaram a favor e a proposta passou. Assim, a CMO irá receber (como a Amadora) três milhões de Euros que deve dar muito jeito nestes tempos de apertos.

Esta questão dos lucros dos SMAS serem transferidos para as Câmaras a que dizem respeito parece que é prática corrente.

Isto é um pequeno apontamento do que lá se passou; podem sempre estar a par logo que as actas sejam disponibilizadas.

"Nao vamos alargar os poderes do PGR" (COM VIDEO)

Entrevista: Paula Teixeira da Cruz

"Não vamos alargar os poderes do PGR"

Ministra da Justiça diz que terminou a impunidade dos políticos e que o combate à corrupção é uma das prioridades. Defende que não há um problema com as escutas telefónicas e que o procurador-geral da República tem os poderes de que precisa para exercer o cargo. A criminalização do enriquecimento ilícito é vista como fundamental.

  • 0h30

Por: Eduardo Dâmaso / Manuela Moura Guedes

(...)

quinta-feira, 7 de julho de 2011

GRÉCIA: alguns factos chegam a ser ridículos...

Retirado do fórum do Jornal Económico - 29.06.2011

Lê-se, por vezes, que os Gregos, coitadinhos, são um pobre povo periférico que está a sofrer as agruras de uma crise internacional aumentada às mãos da pérfida Merkel.

Já é tempo de sair desta superficialidade, de perceber que os Gregos têm culpas no cartório, que não foram sérios e que não o estão a ser.
Os Gregos levaram a lógica dos "direitos adquiridos" até à demência, até à falta de vergonha.
Contam-se factos inauditos.

Os exemplos desta falta de seriedade são imensos, a saber:

1 - Em 1930, um lago na Grécia secou, mas o Estado Social grego mantem o Instituto para a Protecção do Lago Kopais, que, embora tenha secado em 1930, ainda tem, em 2011, dezenas de funcionários dedicados à sua conservação.

2 - Na Grécia, as filhas solteiras dos funcionários públicos têm direito a uma pensão vitalícia, após a morte do mãe/pai-funcionário público.
Recebem 1000 euros mensais - para toda a vida - só pelo facto de serem filhas de funcionários públicos falecidos.
Há 40 mil mulheres neste registo que custam ao erário publico 550 milhoes de euros por ano.
Depois de um ano de caos, o governo grego ainda não acabou com isto completamente.
O que pretende é dar este subsidio só até fazerem 18 anos

3 - Num hospital público, existe um jardim com quatro (4) arbustos.
Ora, para cuidar desses arbustos o hospital contratou quarenta e cinco (45) jardineiros.

4 - Num acto de gestão muito social (para com o fornecedor), os hospitais gregos compram pace-makers quatrocentas vezes (400) mais caros do que aqueles que são adquiridos no SNS britânico.

5 - Existem seiscentas (600) profissões que podem pedir a reforma aos 50 anos (mulheres) e aos 55 (homens).
Porquê ?
Porque adquiriram estatuto de profissões de alto desgaste.
Dentro deste rol, temos cabeleireiras, apresentadores de TV, músicos de instrumentos de sopro

6 - Pagava-se 15º mês a toda a classe trabalhadora.

7 - As Pensões de Reforma de 4.500 funcionários, no montante de 16 milhões euros por ano, continuavam a ser depositadas, mesmo depois dos idosos falecerem, porque os familiares não davam baixa e não devia haver meios de se averiguar a inexactidão dessa atribuição.

8 - Chegava-se ao ponto de só se pagarem os prémios de alguns seguros quando fosse preciso usufruir deles !

9 - A Grécia é o País da União Europeia que mais gasta, em termos militares, em relação ao PIB (dados de 2009).
O triplo de Portugal !

10 - Há viaturas oficiais da administração do Estado que têm 50 condutores.
Cada novo nomeado para um cargo nomeia três ou quatro condutores da sua confiança, mas como não são permitidos despedimentos na função pública os anteriores vão mantendo o salário.

Anteontem, 27/06, o Prof.Marcelo, acrescentou mais uma à lista.
Afirmou ele: Na Grécia, cerca de 90% da terra não tem cadastro.
Agora digo eu: sabem o que significa isso ?
Significa que os proprietários não pagam impostos.
Eu já tinha ouvido dizer que os gregos não pagavam impostos.
Ora, a grande receita do Estado provém dos impostos.
Isto quer dizer que o erário publico do Estado grego esta vazio, totalmente vazio.
Quer dizer, os milhões da UE é que serviram, durante todos estes anos, para manter o nível de vida atingido dos gregos.
Não admira que já tenham estoirado 115 mil milhões e agora precisem de mais 108 mil milhões.


Via e-mail


Uma agência de lixo cortou o rating a Portugal

Miguel Coutinho

Uma agência de lixo cortou o rating a Portugal

07/07/11 00:04 | Miguel Coutinho






Portugal inicia agora um novo calvário - a que Passos Coelho chamou justamente "um murro no estômago". A impotência da Comissão Europeia, do Banco Central Europeu e até do Fundo Monetário Internacional perante a bola de cristal da Moody's define o estado da União e as fragilidades do projecto de construção europeia.

Ironia das ironias: a esquerda radical tem nas agências de ‘rating' o seu melhor aliado e o melhor argumento para a sua aversão ao mercado e à União Europeia. E, na verdade, de que valem os sacrifícios e as medidas de austeridade face ao "achismo" da Moody's e à sua misteriosa capacidade de adivinhação do futuro? Lixo?

É exactamente de lixo que a Moody's, ou melhor a Red Moody's, ou ainda melhor a Bloody Moody's, se alimenta.

A credibilidade de uma agência de ‘rating' é a que o mercado lhe dá e a Moody's vive à sombra de uma indigente indiferença de quem teria a obrigação de regular a sua actividade e de lhe impor regras mínimas de higiene e de funcionamento.

---
Miguel Coutinho

Não há viagra que faça crescer a economia lusa

EDITORIAL


Por António Ribeiro Ferreira,

Publicado em 07 de Julho

Aumentem impostos, cortem nos subsídios, reduzam os salários, atirem com mais gente para a miséria. O funeral vem já a seguir


Insultuoso, imoral, inaceitável, terrorista, ataque, absoluta imoralidade. O ministro das Finanças, que trata por tu os seus parceiros da Comissão Europeia e do Banco Central Europeu, ficou magoado. O primeiro-ministro levou um murro no estômago. Sucedem-se as reacções patrióticas, indignadas, e espera-se a todo o momento que Cavaco Silva convoque uma manifestação nacional de desagravo. Isto não se faz. Um governo direitinho, uma maioria parlamentar mais do que direitinha, um Presidente da República feliz com tanto respeitinho, um imposto extraordinário, privatizações antecipadas, golden shares eliminadas, uma baixa muito significativa na taxa social única, aumento do IVA para imensos produtos e serviços. E nada. Indiferentes ao esforço e ao sacrifício nacionais, os maus da agência Moody''s atiraram com a pátria secular para o lixo. Mas a Europa de Durão Barroso e companhia, que anda há dois anos atarantada com a crise e incapaz de encontrar uma solução eficaz para as doenças terminais de alguns países periféricos, promete apertar o cerco às malvadas agências americanas que atiram, sem mais nem menos, as dívidas soberanas para o lixo. Esta posição firme, de dedo em riste e em tom ameaçador, é um sossego para a alma de todos os portugueses, gregos, espanhóis, italianos, irlandeses e mais uns tantos europeus que já não sabem fazer contas à vida. Mas atenção. As receitas para os males não param de chegar de todo o mundo. Os especialistas em economia e finanças, mestres e doutores em diagnósticos, garantem que em cima de austeridade e recessão é imperioso acrescentar mais austeridade e recessão. É o caso de um administrador de um respeitável banco suíço que ficaria chocado se Portugal não entrar em incumprimento. Para esta figura do Crédit Suisse é absolutamente necessário reduzir os salários entre 5% e 10% e, mesmo assim, o futuro continuará mais próximo do inferno do que do purgatório. Pronto. Como o governo está absolutamente determinado a cumprir o programa da troika e mostrar que é bem capaz de ir mais longe, é muito natural que depois do imposto de Natal venha aí a taxa do Ano Novo, a derrama do Carnaval, o coelhinho da Páscoa e umas multas para quem tiver o desaforo de gozar uns diazinhos de sol. É evidente que o resultado final está à vista de todos. Com ou sem brandos costumes, os remédios que os sábios estão a dar aos doentes terminais não aliviam a dor e só apressam a morte dolorosa. E isto porque no estado a que isto chegou, e vai chegar, não há viagra que faça a economia crescer de modo a criar emprego e gerar riqueza para pagar as dívidas que o Estado e os privados andaram alegremente a contrair antes e depois da bebedeira do euro, do dinheiro fácil e do crédito barato. Dito isto, é óbvio que o Presidente da República, o primeiro-ministro e outras autoridades na matéria vão manter o discurso do abismo. É fundamental cumprir o acordo com a troika, ir para além do que é razoável em matéria de sacrifícios e esperar de consciência tranquila que o padre dê a extrema-unção a um moribundo cheio de orgulho dos seus 900 anos de história. A realidade é esta, não há outra. Palavras como confiança, esperança, determinação e vontade são perfeitamente patéticas. O lixo da dívida teve um mérito. Mostrou aos portugueses que os sacrifícios presentes e futuros não servem para coisa nenhuma. E talvez a tão apregoada paz social tenha os dias contados e os lusitanos decidam ser daqui para a frente os gregos da Grande Ibéria.

www.ionline.pt

Recordar Celorico Moreira

.

Um "homem profundamente sério, justo e determinado"


Clique na imagem para ampliar

Artigo publicado no Jornal de Oeiras de 5.7.2011

Feriados e Pontes

Clique na imagem para ampliar


Artigo de Maria Clotilde Moreira / Algés publicado hoje no Público

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Acabar com o benefício do infractor



Entre a posse do Governo e o IRS extraordinário, passaram despercebidos importantes dados contidos na Conta Geral do Estado para 2010, tornada pública há dias.
No final de 2010, havia 9,8 mil milhões de euros de receitas fiscais por cobrar, a que se juntam quase 6 mil milhões de TSU, valor conjunto muito superior ao do défice para 2011.

As prescrições fiscais e parafiscais (em 2010) atingiram os 918 M€. Desde 2005, o seu total (só de dívida fiscal, sem TSU) chegou a 3,7 mil milhões de euros!

Assim, o anunciado agravamento do IRS em 800 M€ corresponde a 8% dos impostos por cobrar e é inferior ao montante prescrito em 2010!

Para justificar o elevado montante das prescrições (cujo prazo é de 8 anos e já foi de 20), apontam-se a complexidade das leis, que não distinguem dívidas insignificantes de casos de elevado montante ou de fraudes, sobretudo no IVA (57% das prescrições) e a inexistência de bens ou rendimentos dos devedores, devido a formas de fraude e evasão com recurso à interposição de sociedades que não existem ou que não têm património.

Embora haja progressos no combate a este flagelo, o Governo propõe-se tomar medidas que passam por uma nova lei de arbitragem fiscal, pelo reforço dos meios inspectivos, por um quadro penal e processual mais exigente para os crimes fiscais graves, pela redução das pendências judiciais tributárias e aplicação de juros mais gravosos sobre a dívida durante o procedimento judicial.

Se é certo que a consolidação orçamental deve assentar na redução da despesa, do lado da receita deve concentrar-se, prioritariamente, numa eficaz cobrança fiscal e no combate à evasão.

Afinal, um imperativo social e ético: não beneficiar o infractor e aliviar a carga sobre os contribuintes que cumprem escrupulosamente os seus deveres.



Economista e ex-ministro das Finanças em governo PSD/CDS
Assina esta coluna semanalmente à quarta-feira

"Desenhos do Quotidiano"

Clique na imagem para ampliar

terça-feira, 5 de julho de 2011

Vasco Graça Moura subscreveu a ILC

Vasco Graça Moura subscreveu a ILC

Moody's corta rating de Portugal para lixo

O Centro de Saúde de Algés

.

Como se devem lembrar esta obra tem feito noticia de vez enquanto: o local escolhido, a inauguração da placa em tempos de eleições, a maquete na comunicação social e também um arranque de obras com delimitação do local, canalizações, plataforma para a grua mas, entretanto, o Tribunal de Contas chumbou o concurso e tudo voltou à estaca zero. Dizem que o novo concurso será aberto em Setembro próximo. O edifício como se lembram, terá duas caves para 73 carros e houve, desde o princípio, quem se interrogasse se seria sensato caves tão fundas num local tão sensível até por ali perto há um prédio sobre estacas exactamente por se tratar duma zona de ribeira. Bem, há duas ou três semanas esteve, durante alguns dias, uma viatura do LEMO (Laboratório de Ensaios de Materiais de Obras) dentro do local delimitado pela tal parede de lata verde. De pergunta em pergunta parece ter-se compreendido que eram técnicos que andavam a fazer prospecções geológicas pois ali passa um “braço” da ribeira, e uma vez que está em curso a elaboração do concurso é para depois não haver trabalhos a mais. Ficámos baralhados: ali não passa um “braço” – passa a ribeira. Depois, espanta-nos que agora é que se façam prospecções geológicas. Então o primeiro concurso não tinha já este aspecto incluído? Entretanto, do lado da Av. dos Bombeiros foram retiradas alguns taipais para que o local fique mais arejado e logo que possível também os taipais da Rua Manuel Arriaga irão recuar um pouco para melhorar a mobilidade desta via o que são medidas acertadas neste eterno adiar. Seria interessante alguém fazer a história verdadeira deste atribulado Centro de Saúde pois estas vicissitudes não devem ser ignoradas.


Maria Clotilde Moreira / Algés


Artigo publicado hoje no Correio dos Leitores do JO.

26 – Algés - 2011

Ontem fui à Assembleia Municipal de Oeiras para pedir intervenção dos responsáveis para que Algés não seja invadida de carros como aconteceu o ano passado mas a delonga dos vários pontos obrigaram-me a desistir da parte de intervenção do público.

Assim, dirigi o apelo abaixo à CMO, a toda a Vereação, à Policia Municipal, à Protecção Civil e Junta da Freguesia. Pode ser que tenham mais cuidado este ano.


Assunto: Estacionamento em Algés – Dias 6 a 9 Julho

Exmos. Senhores,

O ano passado os moradores de Algés e arredores estiveram em perigo nas noites do Alive pois esta terra foi invadida por carros que ficaram estacionados de qualquer maneira. Autoridades? Quais? Policiais: não se viu. Protecção Civil? Não era esperada nenhuma tempestade. Bombeiros? Quem os iria ouvir?

A falta de mobilidade, o perigo em que os moradores ficaram expostos em caso de haver, por exemplo, um incêndio não preocupou ninguém. E nem se pagava para estacionar. Até o Parque da Ribeira ficou cheio, e até as barreiras de controlo de entradas desapareceram.

E este ano? Existe algum plano para impedir esta invasão, este perigo? As Autoridades estão preparadas para impedir estes comportamentos?

Tentei hoje colocar esta alerta na Assembleia Municipal mas dado o prolongamento dos trabalhos não me foi possível esperar pelo fim. Fica nas Vossas mãos a sensibilização das Autoridades e a disponibilidade de meios para a segurança destes dias.

Os meus cumprimentos

Maria Clotilde Moreira

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Governo vai cortar entre mil e 1500 freguesias

Dr. Passos, não se atreva a pagar (tudo) ao dr. Jorge Coelho







Henrique Raposo, A Tempo e a Desmodo

Henrique Raposo (www.expresso.pt)

8:00 Segunda feira, 4 de julho de 2011



Pois muito bem, meu caro Passos Coelho, eu até aceito pagar o imposto extraordinário. O estado do país, depois da peste socrática, não é bonito, e, ao contrário de 2002 e 2005, estamos com o FMI e a UE à perna. Ou seja, aquilo que foi uma desculpa para Durão e para Sócrates é, para si, uma evidência: o legado do seu antecessor é dramático, é pestífero, é mau-demais-para-ser-verdade. Comparar 2002 ou 2005 com 2011 é desonesto. Historicamente desonesto. A situação é extraordinária, e pede medidas extraordinárias. Além disso, sua equipa económica (Moedas, Gaspar & Santos Pereira) merece - até prova em contrário - total confiança.

Mas, meu caro Passos Coelho, depois da imposição deste imposto V. Exa. não pode ser modesto no ataque às despesas do Estado. Já chega de atacar o problema através da receita. É preciso, de uma vez por todas, atacar a sério a despesa, nomeadamente as PPP & SCUT que o senhor engenheiro Sócrates legou aos construtores desta bela terra. Este imposto extraordinário só será legítimo se o seu governo atacar as PPP dos Jorges Coelhos desta santa terra. E, para isso, basta seguir o livro do seu ministro da economia, Álvaro Santos Pereira. Está lá explicado a forma como devemos renegociar essa monstruosa dívida interna que são as PPP. Sem essa renegociação, mais impostos extraordinários serão necessários nos verões de 2012, 2013 e 2014. E não é preciso ser Maquiavel para perceber que isto seria a morte do seu governo, porque V. Exa. perderia qualquer legitimidade perante os portugueses. Portanto, este imposto que agora exige, caro Pedro, só será legítimo quando o dr. Jorge Coelho começar a reclamar. A Pátria quer ouvir as lamúrias do dr. Jorge Coelho.


Feliz Natal

Feliz Natal


Quintas do Algarve

Feliz Natal

Um jornal diário nacional trazia, na 1ª página da sua edição de sexta-feira passada, duas chamadas de capa significativas e que me deixaram "encantado".

  • 0h30

Por: Manuel da Luz, Presidente da Câmara de Portimão

Imaginem! Lado a lado podia-se ler as seguintes mensagens, citando: "Passos quebra promessa e anuncia corte no subsídio de Natal" e "JÁ COMEÇOU – FESTAS DOS DESCONTOS ATÉ 50%.- Mulher, Homem, Jovem – Ela e Ele, Infantil e Bebés"

E se uma leitura desatenta poderia levar a concluir que estamos perante uma nova forma de comunicação política, mais apelativa e próxima do povo, realçando a universalidade da medida, cedo me apercebi de que de facto estava perante uma estranha coincidência. É que no final de uma das mensagens aparecia a seguinte nota final "Se não ficar satisfeito, devolvemos-lhe o seu dinheiro." Fiquei esclarecido.

Feliz Natal Dr. Coelho.

domingo, 3 de julho de 2011

Oeiraslocal traffic report for Saturday, July 02, 2011


Oeiras Local



-- Site Summary

Visits

Total ...................... 315,628
Average per Day ................ 251
Average Visit Length .......... 1:47
This Week .................... 1,757



Page Views

Total ...................... 594,759
Average per Day ................ 386
Average per Visit .............. 1.5
This Week .................... 2,703

Governo suspende fecho de mais de 600 escolas

Imprensa


Económico
03/07/11 11:08


A equipa de Nuno Crato garantiu que irá reavaliar a proposta de encerramento das escolas e o seu impacto.



O Ministério da Educação suspendeu o encerramento de escolas do primeiro ciclo do ensino básico, com menos de 21 alunos.

A notícia é avançada hoje pelo Diário de Notícias, que adianta que a decisão já foi comunicada aos municípios, que já aplaudiram a decisão.

Ao todo, 654 escolas deveriam encerrar este mês, no âmbito do plano de reorganização da rede escolar, aprovado pelo anterior Executivo, liderado por José Sócrates e que tinha como responsável pela pasta da Educação Isabel Alçada.

Segundo o DN, o Ministério da Educação garantiu que irá reavaliar a proposta de encerramento das escolas e o seu impacto.

"Primeiro-ministro não honrou propostas eleitorais"

.

Ah Ah Ah!

Como é que ele vai para Paris estudar Filosofia?




Socrates ganhou 600 mil euros e nao poupou nada

Rendimentos

Sócrates ganhou 600 mil euros e não poupou nada

O ex-primeiro-ministro não tem depósitos a prazo, à ordem ou qualquer Plano Poupança Reforma.


Solicitador derretia no jogo dinheiro desviado de penhoras - JN

Solicitador derretia no jogo dinheiro desviado de penhoras - JN


Ex-presidente da Câmara dos Solicitadores foi libertado mas ficou proibido de entrar em casinos

00h17m

NELSON MORAIS

O ex-presidente da Câmara dos Solicitadores, Gomes da Cunha, é suspeito de ter gasto no jogo centenas de milhares de euros que desviara de processos de cobrança de dívidas, enquanto agente de execução. Sexta-feira à noite, um juiz proibiu-o de entrar em casinos.

A medida de proibição de entrada em casinos foi aplicada a António Gomes da Cunha por um magistrado do Tribunal de Instrução Criminal (TIC) de Lisboa, um dia depois de o arguido ser detido, pela Unidade Nacional de Combate à Corrupção, da Polícia Judiciária.

Não é censura, é outra coisa



Não é censura, é outra coisa

2011-06-28

Tudo em seis meses: novo presidente, novo governo, nova maioria e ("zoom" para, sucessivamente, grande plano, plano aproximado e "close up") novo director do "Expresso" e novo Estatuto Editorial cujo ponto 7 reza: "O 'Expresso' sabe, também, que em casos muito excepcionais, há notícias que mereciam ser publicadas em lugar de destaque, mas que não devem ser referidas, não por autocensura ou censura interna, mas porque a sua divulgação seria eventualmente nociva ao interesse nacional. O jornal reserva-se (...) o direito de definir, caso a caso, a aplicação deste critério."

Chegou, pois, a altura de um jornal declarar, sem rebuço, que não publicará notícias "que mereciam ser publicadas em lugar de destaque" se entender que a sua divulgação pode "eventualmente" ser "nociva ao interesse nacional". O jornal ponderará, caso a caso, o "interesse nacional" das notícias, mas algo fica, desde já, claro: para esse jornal, a verdade factual deixou de ter por si só, mesmo dentro da lei, "interesse nacional"; e mais: o jornal passará a substituir-se ao poder político e a definir o que é, ou não, de "interesse nacional", podendo decidir não dar a conhecer verdades se as achar inconvenientes ou inoportunas. A bem da Nação.

Se ainda havia algum pudor, deixou de haver: um jornal assume às claras que se rege por critérios de oportunidade (políticos por excelência) e não exclusivamente por critérios jornalísticos.

Imposto extraordinário sobre o 13º mês

Eu, que trabalho esporadicamente a recibo verde, nem sabia que tinha 13º e 14º meses. Estou felicíssima com a descoberta...

Professor diz em tribunal que Sócrates não fez licenciatura

1 de Julho, 2011

O antigo responsável pelos cursos de Engenharia da Universidade Independente (UnI) afirmou ao tribunal que julga um dos processos-crime relacionados com esta instituição que José Sócrates «não é engenheiro», mas sim «supostamente licenciado» em Engenharia Civil.

E contou como o próprio ex-reitor, Luís Arouca, lhe confessou que todo esse processo passou-se nas suas costas.

As declarações são de Eurico Calado, professor fundador da UnI e durante vários anos director da respectiva Faculdade de Ciências e Tecnologia, sendo o responsável pela estruturação dos respectivos cursos e currículos. Foi também o último reitor da universidade, na sua fase final, antes de encerrar por ordem do Ministério do Ensino Superior, em Outubro de 2007.

No passado dia 20, Eurico Calado esteve a depor como testemunha no julgamento de um dos processos da UnI: o que tem como arguida a juíza Isabel Magalhães, ex-mulher de Rui Verde (antigo vice-reitor da universidade), acusada de falsificação e de branqueamento de capitais por, alegadamente, ter pactuado e beneficiado de parte dos 6,7 milhões de euros desviados pelo ex-marido.

As declarações de Eurico Calado sobre José Sócrates surgiram quando explicava ao Tribunal como, em meados dos anos 90, Arouca e Rui Verde começaram a disputar o poder e a afrouxar as regras, fazendo a UnI entrar num caminho «de descrédito», em termos académicos, que lhe desagradou e o levou a sair, em 2000.

«Se soubesses, nunca se tinha feito»

«Isto é importante por causa do Sócrates – ou melhor, ‘candidato’ Sócrates, como o Paulo Portas lhe chamou sempre nos debates na TV. E muito bem porque ele não é engenheiro». O professor universitário contou mesmo que chegou a confrontar Luiz Arouca: «Perguntei-lhe: ‘Ouve lá, Luís. Então o Sócrates licenciou-se na minha universidade, na faculdade de que eu sou director, e que até fez a minha cadeira (Inglês Técnico) e eu nunca soube de nada?’. Ele respondeu-me: ‘Se soubesses, isto nunca se tinha feito’. ‘Pois não’, respondi eu. Pelo menos nunca daquela maneira».

A testemunha explicou ainda aos juízes: «Eu percebo que as universidades precisam de visibilidade política. Ele era secretário de Estado e há umas manobras que é sempre possível fazer, mas dentro da legalidade, como apresentar uns trabalhos. E houve outros casos destes, de descrédito».

Mais à frente, o professor descreveu o ambiente conturbado nos dias que antecederam a prisão de RuiVerde e de Luís Arouca, na Primavera de 2007, com a invasão das instalações por skinheads e alunos, e a suspensão das aulas – levando a Inspecção-geral do Ensino Superior a entrar na UnI. Ao mesmo tempo, a Imprensa noticiava as dúvidas que a licenciatura do primeiro-ministro suscitava: «Atenção, o Sócrates tinha sido, supostamente, licenciado pela UnI. Talvez isto responda à pergunta de porque é que aquilo demorou tanto tempo a fechar. E também responde à pergunta de por que é que fechou. Porque, se não fecha, o processo acaba...».

No mesmo dia e perante o mesmo tribunal, depôs outra testemunha: Christian de Freitas, que foi contratado pela UnI para analisar a situação financeira e fazer um plano de recuperação. E afirmou que ia tratar destes assuntos à CGD, com Armando Vara, por indicação do vice-reitor, Rui Verde.

Recorde-se que a gestão da UnI – de onde foram desviados milhões de euros – está a ser julgada em dois tribunais. O julgamento do processo principal, contra antigos accionistas e dirigentes, entre outros arguidos, acusados de associação criminosa, abuso de confiança e burla, corre nas Varas Criminais de Lisboa, presidido pela juíza Ana Peres. E o segundo, por ter como arguida uma juíza, que tem de ser julgada por um tribunal superior, está a cargo do Tribunal da Relação de Lisboa, sendo presidido pelo desembargador Ricardo Cardoso. As testemunhas que ambos têm de ouvir são as mesmas e os julgamentos, dada a extensão dos processos, decorrem nas salas do Tribunal de Monsanto.

Outros professores e antigos funcionários têm testemunhado as irregularidades verificadas ao longo de uma década na UnI, sem que as autoridades do sector alguma vez a fiscalizassem.

paula.azevedo@sol.pt



sábado, 2 de julho de 2011

Pelo andar da carruagem



Pelo andar da carruagem

Ontem

Há um provérbio popular que, devidamente adaptado, se pode aplicar com proveito a governos: "Pelo andar da política fiscal se vê quem vai lá dentro". Porque, sendo a política fiscal um instrumento de redistribuição da riqueza e do rendimento, ela espelha, mais do que nenhuma outra, o rosto de uma governação.

Como se propõe um governo obter recursos?; como se propõe redistribui-los?, são questões cujas respostas dizem quase tudo o que quisermos saber sobre esse governo mas tivermos vergonha de perguntar.

Com o corte de 50% dos subsídios de Natal, o novo Governo tenciona obter 800 milhões de euros, saídos (na verdade nem lá chegarão a entrar) dos bolsos de trabalhadores e reformados.

E para onde irá tanto dinheiro? Com mais 800 milhões poupados em "acomodações" na despesa do Estado que "o senhor ministro das Finanças detalhará nas próximas semanas" (preparemo-nos para o pior, designadamente para mais cortes nos apoios sociais e na saúde), servirá para compensar os 1 600 milhões que o Estado deixará de cobrar com a redução de 4% da TSU das empresas. O que é o mesmo que dizer que 50% dos subsídios de Natal dos trabalhadores e reformados, mais as "acomodações" ainda a anunciar, irão parar às contas bancárias dos empresários. Será reconfortante ver passar um Ferrari (pelo menos em regiões deprimidas como a do Vale do Ave) e imaginar que talvez uma porca de um daqueles pneus seja o nosso subsídio de Natal.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Há condições para criminalizar enriquecimento ilícito - Política - Sol


1 de Julho, 2011




A ministra da Justiça disse hoje ter a certeza que existem condições para avançar com medidas contra o crime de enriquecimento ilícito, defendendo que a atual sociedade está disposta a encontrar outra ética política.

“Tenho a certeza que teremos condições para em conjunto encontrar um recorte para o crime de enriquecimento ilícito”, disse Paula Teixeira da Cruz, em declarações aos jornalistas, no final do segundo dia de apresentação do programa do Governo no Parlamento.

Paula Teixeira da Cruz disse estar confiante porque a sociedade portuguesa já sofreu muito nos últimos anos no que diz respeito a esta matéria.

“É uma sociedade dorida e é uma sociedade que está disposta a reencontrar-se de alguma forma e a procurar uma outra ética política e por isso penso que há condições”, defendeu.

Relativamente à medida anunciada na quinta-feira no Parlamento de que o Governo vai avançar com um imposto sobre o subsídio de Natal, a ministra da Justiça salientou que esta foi uma medida justificada com a “situação muitíssimo mais grave do que aquela que era evidenciada” e lembrou que todos terão de fazer sacrifícios.

“Todos sabemos que vamos ter de fazer sacrifícios, mas que esses sacrifícios sejam potenciados e pela primeira vez sirvam para de facto, e com justiça e com equidade, construirmos uma alternativa”, adiantou.

Questionada sobre que medidas o Governo tem previstas para reduzir a pendência processual nos tribunais, Teixeira da Cruz disse apenas que algumas serão de ordem legislativa, outras serão concertadas com os respetivos conselhos e representantes dos operadores judiciários.

Sobre a nomeação do próximo diretor do Centro de Estudos Judiciários, Paula Teixeira da Cruz disse ser extemporâneo fazer qualquer consideração sobre a matéria.

Lusa / SOL


Assembleia de Freguesia de Queijas



Clique para aumentar a imagem

Burla de milhões na cobrança de dividas

Investigação: Autoridades levantam ‘ponta do iceberg’ de saco azul


Uma investigação do Ministério Público e da PJ destapou o gigantesco saco azul dos solicitadores na cobrança de dívidas de empresas e particulares reconhecidas pelos tribunais. Os chamados ‘solicitadores de execução’, profissão criada pela reforma do processo que rege nos tribunais cíveis a cobrança de dívidas, concentram o poder de gerir centenas de milhões de euros que não chegam ou tardam a chegar às mãos dos queixosos. (...)