quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Nelson Évora é medalha de ouro.


Nelson de Ouro
21 de Agosto de 2008, 15:48


Nelson Évora é medalha de ouro. Venceu o triplo salto com a melhor marca desta época, obtida no quarto ensaio, onde fez 17.67m. Terminada a prova, Nelson Évora chorou de contentamento e agradeceu ao público e em especial ao seu treinador.

Phillips Idowu ficou em segundo lugar. O britânico fez 17.62m.

A medalha de bronze foi para Leevan Sands, das Bahamas (17,59).

No último ensiao Nelson Évora já tinha garantida a medalha de ouro. Em toda a competição, o atleta português queimou apenas um ensaio.

No primeiro salto, Nelson Évora fez 17.31 metros, no segundo 17.56, o terceiro não foi válido, no quarto fez a melhor marca, 17.67 e no sexto e último ensaio fez 17.24m

Antes do quarto ensaio Nelson Évora chegou a liderar a prova mas no terceiro salto o britânico Phillips Idowu passou para o primeiro lugar ao fazer 1.62, o seu melhor resultado esta época. No série seguinte, Nelson Évora regressou ao primeiro lugar e manteve a melhor marca até ao final da prova.

O recorde do Mundo no triplo salto é de 18.29. O feito é de Jonathan Edwards e foi conseguido em 1995


Ver: Perfil de Nelson Évora


Loteamento da Fundição de Oeiras

NATO não foi ouvida sobre a construção de edifícios altos na antiga Fundição de Oeiras

21.08.2008, José António Cerejo

A NATO tem instalações de alta segurança a poucas centenas de metros do local para onde estão previstos prédios de 25 pisos

O porta-voz do Comando Conjunto Aliado da NATO em Lisboa disse ontem que a organização "não foi ouvida" sobre o loteamento dos terrenos da antiga Fundição de Oeiras, que tem o apoio da Câmara local e prevê duas dezenas de edifícios com cerca de dez pisos e duas torres de 25.
Contactado pelo PÚBLICO, o Comando Conjunto, que tem as suas instalações nas proximidades da antiga fundição, informou que não foi solicitado qualquer parecer, mas o seu porta-voz escusou-se a esclarecer se tal diligência era obrigatória à luz do estatuto da NATO em Portugal. Um dos aspectos que têm sido mais criticados pelos adversários do projecto de loteamento agora em discussão pública é precisamente o do seu impacte negativo nas já difíceis condições de circulação automóvel na zona envolvente, na qual estão inseridos os acessos ao bunker da NATO.
Ao nível do Exército português, o projecto recebeu um parecer claramente desfavorável (ver PÚBLICO de 19/8), mas a autarquia parece disposta a entrar numa guerra jurídica com o Ministério da Defesa para viabilizar o empreendimento lançado pelo empresário José da Conceição Guilherme. A oposição do Exército, no entanto, prende-se não com as instalações da NATO, mas com a vizinhança do Quartel da Medrosa, onde funciona o seu Comando Operacional.
Contrariamente à proposta dos serviços camarários, que defenderam no mês passado a interposição de um recurso do chumbo do Exército junto do ministro da Defesa, o presidente da câmara, Isaltino Morais, não tomou até à data nenhuma iniciativa nesse sentido. Isso mesmo foi ontem afirmado pelo gabinete do ministro, que garantiu não ter entrado qualquer recurso sobre a matéria, sendo certo que o prazo legal para a sua apresentação terminou em meados de Julho.
A câmara limitou-se a transmitir ao Exército, em 22 de Julho, uma informação dos seus serviços em que se sustenta a invalidade do veto militar, por alegadamente ter sido emitido fora do prazo legal, e onde se sugere a interposição de um recurso hierárquico. Isaltino concordou com este parecer, mas não deu seguimento ao recurso. O Exército, por seu lado, entende que não existe qualquer violação do prazo para se pronunciar, salientando que, nestas situações, não está sujeito a limitações temporais.
Entre os argumentos da autarquia usados para contestar a oposição dos militares ao projecto avulta também a alegada inclusão do Quartel da Medrosa num anexo à recente Lei de Programação das Infra-Estruturas Militares onde se identificariam os prédios militares susceptíveis de desactivação e alienação. A Lei aprovada a 11 de Julho na Assembleia da República "não tem qualquer anexo onde conste informação sobre o Quartel da Medrosa ou qualquer outra infra-estrutura militar", assegurou ao PÚBLICO uma porta-voz do gabinete do ministro da Defesa.

Jornal PÚBLICO (Local) de 21/8, pág 16

Loteamento da Fundição de Oeiras

PÚBLICO (Local) 19.08.2008, pág.14



Loteamento da Fundição de Oeiras nas mãos dos militares

19.08.2008, José António Cerejo


A urbanização dos terrenos da antiga fábrica está a ser alvo de intensa contestação. O Ministério da Defesa está entre os seus adversários


A concretização do megaprojecto que a Câmara de Oeiras quer aprovar nos oito hectares da antiga Fundição de Oeiras depende, em grande parte, do desfecho do contencioso aberto entre o município e o Ministério da Defesa acerca da volumetria do empreendimento. Para lá da oposição dos militares, o pedido de loteamento, que se encontra em discussão pública até ao fim do mês, está a defrontar-se com uma invulgar oposição por parte de munícipes e movimentos de cidadãos (ver outro texto).
Consultado sobre o projecto em Fevereiro deste ano, o Ministério da Defesa - tal como a Refer e o Instituto da Água - não respondeu até ao fim de Maio. Nessa altura, o presidente da câmara, Isaltino Morais, invocou um preceito legal que faz equivaler a ausência de resposta no prazo de 20 dias a uma resposta favorável, e deu a sua aprovação de princípio ao processo, remetendo-o para discussão pública. A votação final pelo executivo camarário ficou assim a aguardar, apenas, pelo fim da consulta pública.
Mas a sete de Julho, cinco dias antes do termo do prazo inicial da discussão pública, a posição dos militares chegou a Oeiras sob a forma de um curto despacho do tenente-generalquartel-mestre general: "O Exército não dá parecer favorável." O parecer sobre o qual foi aposto o veto do quartel-mestre general explica que a antiga fundição se situa na zona de servidão militar do Quartel da Medrosa e que a construção de edifícios com mais de seis pisos (a maior parte dos previstos teria dez e dois deles 25 pisos) "pode vir a afectar significativamente as medidas de segurança indispensáveis às funções que competem ao Quartel da Medrosa".
O documento informa que a Câmara tem oito dias para recorrer do despacho para o ministro da Defesa e acrescenta que o projecto "pode vir a ser objecto de eventual autorização", se for redesenhado "de modo a ter um máximo de seis pisos".
Passados 15 dias, Isaltino Morais deu a conhecer ao Ministério da Defesa a estratégia da câmara. A informação remetida a 22 de Julho com a aprovação do autarca defende que, ao contrário do que diz o despacho do quartel-mestre general, "houve concordância" do Ministério da Defesa, na medida em que o parecer não foi recebido no prazo de 20 dias.
Ou seja, a câmara acha que a Defesa concordou com o projecto - apesar de o Exército dizer expressamente que "dá parecer desfavorável" - por não ter respondido em tempo. Não é este, porém, o entendimento do Exército, cujo porta-voz, o tenente-coronel Helder Perdigão, afirmou ao PÚBLICO, por escrito, que os diplomas legais aplicáveis "não prevêem qualquer prazo para as entidades militares proferirem decisão no âmbito do licenciamento de obras em áreas sujeitas a servidão militar".
A resposta da câmara ao Ministério da Defesa vai todavia mais longe: "Perante a previsão de alienação do imóvel em causa [Quartel da Medrosa], ainda que não tenha sido publicado o respectivo decreto-lei, questiona-se a pertinência do parecer emitido e restrições apontadas." Isto porque a 11 de Julho, portanto depois do chumbo do projecto, foi aprovada em São Bento a Lei de Programação de Infra-estruturas Militares, que aguarda promulgação presidencial, e que tem um anexo onde, segundo a câmara, e entre muitos outros, o Quartel da Medrosa consta como um imóvel futuramente alienável.
O estabelecimento militar em causa situa-se a poucas centenas de metros da antiga fundição, perto da Estação de Oeiras, e alberga desde 2000 o Comando Operacional do Exército. Do ponto de vista legal, o despacho do quartel-mestre general só pode ser revogado mediante uma decisão do ministro da Defesa, em sede de recurso hierárquico, ou através da sua impugnação judicial.
O ministro da Defesa, Severiano Teixeira, terá de decidir se aceita torres de 25 pisos onde os militares só querem seis.



LOCAL LISBOA

19.08.2008


Teresa Zambujo quis reduzir a densidade


A elevada densidade de construção pretendida pelos promotores e apoiada por Isaltino Morais é um dos pomos de discórdia deste projecto. Prevê-se a edificação de cerca de 155.000m2 de habitação, comércio e serviços num total de 82.000m2 de terreno, o que corresponde a um índice de 1,84. De acordo com os críticos do projecto, este índice mais do que triplica os 0,48 previstos no Plano Director Municipal.
Os pareceres constantes do processo não permite vislumbrar o fundamento desta divergência, embora uma nota de rodapé de um deles refira, sem qualquer quantificação inteligível, que a existência de um hotel no empreendimento autoriza um índice superior ao de base.
O historial do processo, iniciado em 2002, antes de Isaltino ter deixado a câmara para ocupar transitoriamente o lugar de ministro do Ambiente, mostra, contudo, que os serviços camarários sempre admitiram um índice muito superior a 0,48, ao mesmo tempo que encaravam a sua redução para baixo de 1,5. Isso mesmo se depreende de um documento onde os serviços sintetizam uma reunião realizada em Dezembro de 2004 no gabinete de Teresa Zambujo, então presidente da câmara. "Relativamente ao potencial construtivo absoluto proposto, tendo por referência as anteriores recomendações da câmara ('... 1,5 sempre dependendo da qualidade do projecto'), podemos ser levados a concluir pela eventual necessidade de uma revisão do projecto em baixa", lê-se no memorando. Nessa altura, o dono dos terrenos era ainda o construtor civil José da Conceição Guilherme, o homem que, poucos anos antes, os tinha adquirido após o encerramento da fundição. Na reunião com Teresa Zambujo, efectuada quando Isaltino já se tinha demitido de ministro por causa das suspeitas de corrupção que o envolviam, esteve presente José Guilherme, bem como José Manuel de Sousa, presidente da empresa do Grupo Espírito Santo que gere o Invesfundo, o fundo de investimento fechado, com donos desconhecidos, que depois adquiriu os terrenos.
Com Isaltino de volta à câmara em 2005, o índice de construção não só não foi revisto em baixa como subiu para 1,84, sem invocação de especial qualidade arquitectónica. José Guilherme é um dos maiores e mais influentes construtores civis da região de Lisboa e foi alvo, em Outubro de 2004, de buscas por parte da Polícia Judiciária no quadro de investigações de suspeitas de corrupção em várias câmaras municipais. J.A.C.

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

lugar aos poetas

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recebido via email com pedido de publicação:


As Torres do Isaltino Morais

O Isaltino Morais que é tio,
Quer lotear a fundição de Oeiras.
No lugar do picadeiro do rio,
Um estacionamento cheio de poeiras.

No lugar do Beer Hunter que tem brio,
O acesso a uma rotunda sem beiras.
No lugar da fundição que serviu,
Doze torres em betão sem eiras.

E se foi para isso que os moradores,
Da Medrosa votaram no Isaltino,
Oh, poderoso autarca, que dás dores,

Livra-nos de ti, usa o tino,

Deixa a Medrosa aos eleitores,
Que votámos num qualquer cretino!

Carlos Santos Bueno
20/08/2008


n.b.: O autor é um poeta oeirense, com 2 livros de poesia publicados: "As Margens Vermelhas" (Minerva) e "Os Jardins do Éden" (ed. autor).
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Projecto de Urbanização da Ex-Fundição de Oeiras

Parecer da Quercus


A área objecto de intervenção encontra-se definida no Plano Director Municipal de Oeiras como “área industrial”.

A reconversão desta área em consequência da desactivação da Fundição de Oeiras implica a necessidade de se proceder a uma alteração de usos. No entanto, esta operação deveria ter sido objecto de um Plano de Pormenor que procurasse uma articulação entre a realidade de uma antiga zona industrial com a sua envolvente, e nomeadamente com as áreas habitacionais já existentes, fixando cedências para equipamentos colectivos e zonas de espaços verdes.

O projecto agora em apreciação prevê, pelo contrário, um enorme aumento do índice de construção (1,84 cerca do triplo permitido no PDM para o Aglomerado Urbano em que se insere), permitindo ainda a construção em altura para níveis muito superiores aos existentes na envolvente. Se a envolvente apresenta cérceas não superiores a 6 pisos, o projecto prevê uma maioria de lotes com 10 pisos e ainda duas torres com 25 pisos, consubstanciando assim uma barreira e uma ruptura no continuum paisagístico e urbano.

À área de construção prevista encontra-se associado ainda um nível de ocupação extraordinariamente elevado para uma zona que conhece já hoje graves constrangimentos de circulação.

Com efeito, aos 466 fogos para habitação e ao hotel com 125 quartos - , correspondentes, grosso modo, a 4000 moradores -, acrescerá ainda uma vasta zona comercial, que inclui uma grande superfície (centro comercial e/ou hipermercado), e mais de 4500 novos lugares de estacionamento. Será, assim, de esperar um acréscimo de mais alguns milhares de pessoas, para além dos referidos 4000 moradores, circulando diariamente pela zona.

As soluções para a circulação de transportes colectivos afiguram-se pois manifestamente insuficientes face ao volume de tráfego e ao tipo de ocupação e de procura previstos. O interface proposto não conseguirá dar resposta ao enorme afluxo de pessoas e de veículos. E as áreas circundantes à zona de intervenção não possuem vias com capacidade de escoamento para servir as novas áreas habitacionais, para as quais não foram previstas soluções englobando o transporte colectivo.

Merece ainda referência um outro aspecto, de não pouca importância, e que não é salvaguardado pelo presente projecto de urbanização, que é a preservação da memória histórica e cultural de uma ocupação tradicional com impacto no Concelho.
Com efeito, o projecto em causa apresenta-se desproporcionado e sem qualquer relação com o património edificado circundante, em termos que redundam em descaracterização e desfiguração da paisagem natural e construída.
Em conclusão, a solução apresentada é totalmente contrária ao que seria desejável para a requalificação de uma zona pós-industrial, a qual deveria apostar prioritariamente em equipamentos colectivos e de lazer, preservando as memórias e os vestígios da ocupação tradicional originária.

O projecto de urbanização proposto revela-se uma intrusão de densidade muitíssimo mais elevada que as envolventes, sem soluções viárias e de transporte colectivo viáveis, e que, a ser implementado, provocará sérias disfunções no tecido urbano e viário do Concelho, com impactes imprevisíveis a médio e a longo prazo no ambiente urbano e na qualidade de vida da população que habita em toda a vasta zona envolvente.


A Direcção Nacional da Quercus-ANCN

A verdade olímpica...

Nasceste antes de 1985?

. recebido via email:

Nasceste antes de 1985?

Então lê isto...


Se não... lê na mesma....


Esta merece!!!!!


Deliciem-se...


Nascidos antes de 1986.

De acordo com os reguladores e burocratas de hoje, todos nós que nascemos nos anos 60, 70 e princípios de 80, não devíamos ter sobrevivido até hoje, porque as nossas caminhas de bebé eram pintadas com cores bonitas,em tinta à base de chumbo que nós muitas vezes lambíamos e mordíamos..

Não tínhamos frascos de medicamentos com tampas 'à prova de crianças', ou fechos nos armários e podíamos brincar com as panelas.

Quando andávamos de bicicleta, não usávamos capacetes.

Quando éramos pequenos viajávamos em carros sem cintos e airbags, viajar á frente era um bónus.

Bebíamos água da mangueira do jardim e não da garrafa e sabia bem..

Comíamos batatas fritas, pão com manteiga e bebíamos gasosa com açúcar, mas nunca engordávamos porque estávamos sempre a brincar lá fora.

Partilhávamos garrafas e copos com os amigos e nunca morremos disso.

Passávamos horas a fazer carrinhos de rolamentos e depois andávamos a grande velocidade pelo monte abaixo, para só depois nos lembrarmos que esquecemos de montar uns travões.

Depois de acabarmos num silvado aprendíamos.

Saíamos de casa de manhã e brincávamos o dia todo, desde que estivéssemos em casa antes de escurecer.

Estávamos incontactáveis e ninguém se importava com isso.

Não tínhamos Play Station, X Box.

Nada de 40 canais de televisão, filmes de vídeo, home cinema, telemóveis, computadores, DVD, Chat na Internet.

Tínhamos amigos - se os quiséssemos encontrar íamos á rua.

Jogávamos ao elástico e à barra e a bola até doía!

Caíamos das árvores, cortávamo-nos, e até partíamos ossos mas sempre sem processos em tribunal.

Havia lutas com punhos mas sem sermos processados.

Batíamos ás portas de vizinhos e fugíamos e tínhamos mesmo medo de sermos apanhados.

Íamos a pé para casa dos amigos.

Acreditem ou não íamos a pé para a escola;
Não esperávamos que a mamã ou o papá nos levassem.

Criávamos jogos com paus e bolas.

Se infringíssemos a lei era impensável os nossos pais nos safarem.

Eles estavam do lado da lei.

Esta geração produziu os melhores inventores e desenrascados de sempre.

Os últimos 50 anos têm sido uma explosão de inovação e ideias novas.

Tínhamos liberdade, fracasso, sucesso e responsabilidade e aprendemos a lidar com tudo.

És um deles?

Parabéns!

Passa esta mensagem a outros que tiveram a sorte de crescer como verdadeiras crianças, antes dos advogados e governos regularem as nossas vidas, 'para nosso bem'.

Para todos os outros que não têm a idade suficiente, pensei que gostassem de ler acerca de nós.

Isto, meus amigos é surpreendentemente medonho... E talvez ponha um sorriso nos vossos lábios.

A maioria dos estudantes que estão hoje nas universidades nasceu em 1986, ou depois.
Chamam-se jovens.


Nunca ouviram 'we are the world' e uptown girl conhecem de westlife e não de Billy Joel.

Nunca ouviram falar de Rick Astley, Bananarama ou Belinda Carlisle.

Para eles sempre houve uma só Alemanha e um só Vietname.

A SIDA sempre existiu.

Os CD's sempre existiram.

O Michael Jackson sempre foi branco.

Para eles o John Travolta sempre foi redondo e não conseguem imaginar que aquele gordo tivesse sido um deus da dança.

Acreditam que Missão impossível e Anjos de Charlie, são filmes do ano passado.

Não conseguem imaginar a vida sem computadores.

Não acreditam que houve televisão a preto e branco.

Agora vamos ver se estamos a ficar velhos:

1. Entendes o que está escrito acima e sorris.
2. Precisas de dormir mais depois de uma noitada.
3. Os teus amigos estão casados ou a casar.
4. Surpreende-te ver crianças tão á vontade com computadores.
5. Abanas a cabeça ao ver adolescentes com telemóveis.
6. Lembras-te da Gabriela (a primeira vez).
7. Encontras amigos e falas dos bons velhos tempos.
8. Vais encaminhar este e-mail para outros amigos porque achas que vão gostar.

SIM ESTÁS A FICAR VELHO heheheh,
mas tivemos uma infância do caraças!!!!!

imagem: Calvin & Hobbes © Bill Watterson
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LOTEAMENTO DA FUNDIÇÃO DE OEIRAS

Câmara teve de alargar consulta

19.08.2008 - Jornal PÚBLICO - pág 14



Isaltino Morais determinou o alargamento do prazo da discussão pública até 31 de Agosto depois de sete munícipes lhe terem dirigido um requerimento em que alegavam, entre outras coisas, que a câmara só estava a disponibilizar a consulta de três dos 11 volumes do processo. Apesar das férias, já 36 pessoas estiveram na câmara a ver o projecto, deixando registado no livro legalmente destinado a esse fim dezenas de páginas de violentas críticas à densidade de construção, à altura dos edifícios, ao impacte do empreendimento na rede viária, na circulação de peões e na paisagem envolvente. Para lá das críticas aí manifestadas, também vários blogues relacionados com Oeiras têm espelhado a condenação que o projecto está a merecer. É o caso do afundiçãodeoeiraseoseutermo, do Oeiraslocal e do Oeirasnalinha (este ligado ao CDS/PP). Também as associações Quercus e Civitas já se mostraram contra o empreendimento, bem como a Associação de Moradores de Nova Oeiras, que produziu um parecer de quatro páginas em que põe em causa o conceito global do projecto. Particularmente significativo é o contributo do conhecido arquitecto e professor de Urbanismo José Manuel Fernandes, que na qualidade de morador no vizinho bairro de Nova Oeiras defendeu, num parecer enviado a Isaltino Morais, uma "redução considerável da área de construção total pretendida" pelos promotores. "A densidade de ocupação edificada parece claramente excessiva em relação ao mais importante e exemplar conjunto urbano confinante com o pretendido, criando um profundo e indesejável desequilíbrio, uma errada assimetria, na relação com Nova Oeiras, em termos de qualidade do ambiente urbano". José Manuel Fernandes afirma que as duas torres de 25 pisos previstas "podem ser facilmente substituídas" por duas torres "com não mais do que 10 a 12 pisos, muito mais próximas da escala humanizada das seis torres de Nova Oeiras (existentes, nove pisos cada)". O docente da Faculdade de Arquitectura da Universidade de Lisboa salienta que Nova Oeiras tem 400 fogos em 39,5 hectares, enquanto este projecto prevê 266 fogos em 8,2 hectares, sem contar com uma área superior para comércio e serviços. J.A.C.

terça-feira, 19 de agosto de 2008

"JOÃO"


Cena um

Uma criança igual a muitas outras. Dez, onze, doze anos... calção vermelho pelos joelhos, t-shirt, cabelo escuro, liso, meio curto, acompanhada por um adulto de calção e apito ao pescoço que a agarrava, e puxava, e empurrava enquanto lhe falava num tom de voz alto, agressivo, intimidatório. “João, hoje não escapas, tens que correr...”, e o menino a debater-se, a tentar não ser agarrado, puxado, empurrado, para o suposto local onde o homem de calção e apito o queria levar. À força.

Cena dois

Um passante alertado por um tom de voz alto, agressivo, que se admira de ver uma criança, - que timidamente se debate - a ser puxada, empurrada por um adulto de calção e apito ao pescoço e, se aproxima para tentar perceber melhor do que se trata e, ostensivamente, se mostra na tentativa de, com a sua presença, pôr fim ao tormento da criança. E o homem do apito sempre a puxar o menino. - “Olhe lá, o que é que se passa aí? O que está a fazer à criança?” - "Não se meta, não lhe diz respeito!” – “Ai diz, diz! O senhor está a maltratar uma criança e isso é crime público...! O senhor é pai do menino?” – “Não, não sou! Fui contratado pelos pais para o treinar porque ele é muito desobediente e hoje tem que correr...”
Tudo sempre no meio de puxões e empurrões e a criança a debater-se e a tentar fugir da mata. – “Olhe lá, acabe com isso! a criança está assustadíssima...” – “Já lhe disse, não se meta, não é consigo!” E o passante a tirar o telemóvel do bolso para fotografar ou chamar a Polícia e o dos calções e apito ao pescoço a agarrar a criança pela ponta da t-shirt, que entretanto tinha já passado o portão da mata, e o passante a dizer e a repetir: - “João! Dá-me o teu número que eu ligo aos teus pais e peço ajuda...! João...” e o menino a tentar escapar, sempre agarrado pelo do apito que, com ar ameaçador lhe dizia coisas junto ao ouvido, coisas que se perderam na distância enquanto subiam apressados a avenida.

Na manhã de 18 de Agosto. Mata do Jamor. Junto ao portão da Av. Duque de Loulé, em Linda-a-Velha.

Milagre na China?...

PITECOS

Os atletas olímpicos portugueses são absolutamente “decadentes” nos comentários que produzem, depois das provas em que foram eliminados.

Vejam os exemplos:


"De manhã só é bom é na caminha, pelo menos comigo", Marco Fortes (lançamento do peso)

Eu penso que o menino tinha ficado na sua caminha em Portugal e ficava muito bué da bem… e sempre podia ir para a praia jogar uma futebolada com os amigos ….

"Não vale a pena", dada a forte concorrência africana. Vou de férias. – Jéssica Augusto ( 3000 m obstáculos )

Olhe, e já agora como boa tuga , fique de férias na China paga pelo erário público ….

"Bloqueei quando vi o estádio olímpico cheio" – Arnaldo Abrantes (200 metros)

Pois, sabemos que em Portugal os estádios estão vazios. Para si, foi uma epifânia mas olhe, que em Pequim deverá ser a única vez , na sua vida de atleta, que vê tanta gente junta num estádio ….

"Não sou muito dada a este tipo de competições" –Vânia Silva (lançamento do martelo )

Onde já se viu um atleta a competir. Credo, as coisas que obrigaram a fazer em Pequim.


Que elegância, que requinte na educação, que asseio na representação lusa.

E até foi o Secretário de Estado do Desporto a Pequim, em representação do governo, faltou foi o assessor de imprensa para controlar a linguagem destes “so called” atletas.

Somos mesmo pobretes …… Nunca conseguimos fazer nada como deve de ser …

Ocas ocas de beijocas.

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Sitemeter - Relatório semanal

reports@sitemeter.com
17 Ago



Oeiras Local


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Para quem ainda tem dúvidas - "Portátil Magalhães é baseado na Intel"



Tecnologia: Polémica em torno do primeiro computador português

“Portátil Magalhães é baseado na Intel”


O primeiro computador português, afinal não é português, é apenas montado em Portugal. A JP Sá Couto, empresa responsável pela montagem do portátil ‘Magalhães’, apresentado pelo primeiro-ministro, José Sócrates, como o primeiro computador nacional, admitiu ontem que o portátil é baseado na segunda versão do ‘Classmate’ da Intel.

Aliás, o modelo não é exclusivo para Portugal. Também é vendido em países como o Brasil, Itália, Índia e até Indonésia. O que muda? Apenas os nomes dos portáteis.

"Obviamente que há uma ligação ao ‘Classmate’ da Intel, porque o produto foi desenhado por eles", afirmou à Lusa João Paulo Sá Couto, que assegurou que nunca escondeu esse facto. Apesar de reconhecer que o portátil é baseado na plataforma da Intel e que a maioria das peças são provenientes de vários países, o empresário insiste que "o ‘Magalhães’ é um computador produzido em Portugal". Porquê? "Porque a máquina é montada aqui, peça a peça. Chega aqui matéria-prima e sai produto acabado", justificou João Paulo Sá Couto. Por isso, destacou o empresário: "O importante é que a concepção deste ‘Magalhães é realmente portuguesa, desde o ‘display’, à capacidade e a todo o conceito. Isto apesar de, em termos estéticos, o ‘Magalhães’ e o ‘Classmate’ serem parecidos."

Segundo adiantou o empresário, a JP Sá Couto pretende incorporar no ‘Magalhães’ "o máximo possível de componentes feitos em Portugal", mas recusou revelar quanto de matéria-prima portuguesa haverá nos primeiros ‘Magalhães’. (...)

domingo, 17 de agosto de 2008

Dizem eles no "Oeiras Actual"

"VISITAS PRIVILEGIAM CONTACTO COM A POPULAÇÃO"

Aqui vos deixo, o banho de multidão, que o sr. Presidente da CMO , e respectivos presidentes de Juntas de Freguesia tiveram, na visita que efectuaram às obras em curso na nossa terra.

Sim... porque Oeiras tem obra...


Verifique-se a multidão num apoio incondicional e único.


É deste fervor entusiasmante que a obra nasce e o sonho se concretiza.


Reparai na exaltação sublime e arrebatadoramente contagiante da visita.

A festa foi bonita, pá !

Ocas ocas de beijocas!


A Sesta do Pontal...

PITECOS

Linda-a-Velha na Imprensa Local



Jornal da Região - Oeiras, Nº 139, 29 de Julho de 2008



Jornal de Oeiras, Nº 215, 29 de Julho de 2008
O Oeiras Local agradece aos jornais supra e aos respectivos autores os artigos publicados nesta data

sábado, 16 de agosto de 2008

foto da semana I

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Como o Natal é quando um homem quiser... para os apaixonados da Imprensa jornalística desportiva, aqui fica em rigoroso exclusivo uma prenda do Oeiras Local, 'prenda' que é uma referência no jornalismo:

Entrada do jornal A Bola
Travessa da Queimada, Bairro Alto, Lisboa

fotografia: 13ago2008, 14:30 © josé antónio / comunicação visual - CLIQUE PARA AMPLIAR
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Coisas de Linda-a-Velha (9)

Jardim das Tílias
1. Parque Infantil
Equipamentos - Escorrega 4 a 12 anos
Como se pode ver nas duas fotos o escorrega está partido a toda a largura, exactamente no local onde as crianças se sentam para iniciar a descida. Dizer do perigo e dos riscos que daí podem advir parece-me desnecessário.


2. Bebedouro Público

Em 2005, aquando das obras de melhoramento do Parque Infantil, durante a presidência de Teresa Zambujo, foi feita a substituição de equipamentos, colocado um pavimento e uma cerca com cancela e foi também substituído o bebedouro em pedra que datava da construção do Jardim das Tílias no ano de 1997. O actual bebedouro, de material metálico e com duas bicas, - uma destinada a deficientes - encontra-se muito deteriorado, as cubas enferrujaram como se pode ver nas fotos e o caudal da água não atinge mais de três centímetros de altura, mesmo sem estar a decorrer qualquer rega no jardim. Também não dispõe, como dispunha o anterior, de uma cuba na base destinada aos muitos pássaros que ali matavam a sede e tomavam banho.

Bebedouro metálico com bica dupla

Substituiram o bebedouro e 'esqueceram-se' de reparar o empedrado

Caudal máximo: 3 cms de altura. (Observação feita ao longo de 3 semanas)

A cuba e a ferrugem

Como nota breve apenas a informação de que não se trata de qualquer crítica destrutiva, antes sim uma chamada de atenção para as 'pequenas coisas' que muitas vezes passam despercebidas.

[Fotos: © Isabel Magalhães]

TEM – Associação Todos com a Esclerose Múltipla

Em Braga, no dia 21 de Junho de 2008, um grupo de cidadãos com Esclerose Múltipla (EM) e alguns técnicos da área da saúde e familiares, decidiram constituir uma associação, TEM – Associação Todos com a Esclerose Múltipla, para intervir no distrito de Braga e, num futuro próximo, alargar o seu apoio a toda a região norte e finalmente a todo a país.

Tem como objectivos prioritários:
Criar um Centro Multidisciplinar para Doenças Neurodegenerativas, em particular para a EM, podendo albergar outras doenças neurodegenerativas (Alzheimer, Parkinson, …), que pretende dar apoio aos doentes e familiares, privilegiando a multidisciplinaridade, assistida por todas as valências como a neurologia, enfermagem, psicologia, fisioterapia, terapia ocupacional, terapia da fala, apoio jurídico, etc. Pretende igualmente funcionar como centro de dia para os doentes, que por razões de saúde, já não tenham ocupação profissional.

No dia 5 de Outubro de 2008, domingo, nós, a TEM, queríamos fazer dois espectáculos de solidariedade: um pelas 11h e o outro pelas 16h30, sendo o das 16h30 o que vai ter a presença das “ditas individualidades”. No dia seguinte far-se-á escritura e o porto de honra.

Consulte, comente e divulgue o blog, http://tem-assoc.blogspot.com (é necessário copiar o endereço, não dá para fazer duplo clique sobre o endereço), pela sua lista de emails. E participe no concurso.

E todos os apoios são bem vindos, nem que seja de 1 cêntimo ou uma folha de papel, neste momento temos um pouco mais do que nada.

Muito Obrigado.

Com os nossos melhores cumprimentos,

P’la comissão instaladora

Paulo Alexandre Pereira
tem.assoc@gmail.com


Paulo Alexandre da Silva Pereira
http://www.mct.uminho.pt/membros/ppereira.html
Departamento de Matemática para a Ciência e Tecnologia
Universidade do Minho
Campus de Azurém
4800 - 058 Guimarães
Portugal

Tel: 351-253-510439
Fax: 351-253-510401
Sec: 351-253-510400
U.M.:351-253-510510

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

COMUNICADO DE IMPRENSA - LPN / SPEA

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recebido via email:


COMUNICADO DE IMPRENSA

Novo calendário de caça prejudica espécies cinegéticas

A Liga para a Protecção da Natureza (LPN) e a Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA) consideram que a época de caça que se inicia sexta-feira está marcada por novas regras que põem em risco a gestão sustentável dos recursos cinegéticos, violam as normas definidas pela Comissão Europeia e a Iniciativa para a Caça Sustentável.

No seguimento da publicação da Portaria n.º 345-A/2008, de 30 de Abril, relativa ao calendário venatório para a presente época, a LPN e a SPEA analisaram o diploma e os respectivos anexos, dos quais resultou um conjunto de questões que, dada a sua importância e potenciais impactes negativos para a sustentabilidade da caça e das espécies cinegéticas e protegidas, importa alertar a comunidade de caçadores e a sociedade civil em geral.

À semelhança do que se verificou em anos anteriores, é com preocupação que se constata que este diploma viola a Directiva Aves (Directiva 79/409/CEE), no que diz respeito à conservação das espécies migradoras. Adicionalmente, agrava o incumprimento aos compromissos assumidos pelos Estados-Membros perante a Comissão Europeia, no âmbito da Iniciativa para a Caça Sustentável (Sustainable Hunting Iniciative), promovida pela Federation of Associations for Hunting and Conservation of the EU (FACE) e pela BirdLife International.

O Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas (MADRP) foi questionado sobre esta portaria e sobre o processo de revisão da actual Lei da Caça, há mais de dois meses e, até à data, as signatárias não obtiveram qualquer resposta. Torna-se assim impossível saber quais as razões técnicas deste Ministério para aumentar não só os dias de caça, como o limite diário de abate por caçador para algumas espécies. Estas alterações só se justificam quando se verificam aumentos populacionais das espécies em questão, o que até ao momento é desconhecido. Na realidade esta medida acaba por prejudicar os caçadores e a própria actividade porque antecipa o início da caça, sobrepondo-se com o período de migração, e prolonga a época de caça para além do início da reprodução de algumas espécies. Estas são épocas críticas do ciclo de vida das espécies e assim, prejudica-se seriamente a sustentabilidade dos recursos cinegéticos a curto/médio prazo. Por exemplo, este ano em Portugal a caça às espécies aquáticas inicia-se em 15 de Agosto, ao passo que em Espanha esta se inicia apenas em Outubro.

Assim, permanecem por responder as seguintes questões:

- Que fundamentação técnico-científica sustenta a decisão do MADRP em harmonizar a abertura e fecho da caça para as diferentes espécies cinegéticas e aumentar o limite diário de abate por caçador?

- Que razões levam o MADRP a antecipar em 2008 a abertura da actividade cinegética para 15 de Agosto, tomando medidas claramente contrárias ao que se tem vindo a seguir nos anos anteriores e que terão repercussões graves na sustentabilidade da actividade cinegética e nas espécies nos próximos anos?

- Por que razão, ao contrário do procedimento habitual em épocas anteriores, o MADRP não consultou as ONGA relevantes neste processo, para além de não ter respondido às questões que lhe foram colocadas pelas mesmas relativas a este tema?

A SPEA e a LPN encaram a caça como uma actividade sustentável fundamental para o desenvolvimento rural do século XXI. Neste sentido, este diploma representa um retrocesso à gestão sustentável da caça, com medidas desadequadas para os caçadores e lesivas para a actividade, e com potenciais impactes negativos para as espécies não cinegéticas.

É dever cívico das ONGA e cidadãos participar activamente na sociedade, é dever do Ministério esclarecer o cidadão e gerir os recursos, e dever de ambos defender o uso sustentável dos mesmos.

14 de Agosto de 2008

Direcções Nacionais da Liga para a Protecção da Natureza e da Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves


Para mais informações contactar:

LPN – Eugénio Sequeira – 968 029 499

LPN – Ana Maria Costa – 965 438 077

SPEA – Pedro Geraldes – 965 805 568


links relacionados:

LPN - Liga para a Protecção da Natureza

SPEA - Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves
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quarta-feira, 13 de agosto de 2008

PERDAS DE ÁGUA - MUNICIPIO DE OEIRAS

MEUS AMIGOS,

NÃO ÀS PERDAS DE ÁGUA

Tenho tentado informar a tempo e horas os Serviços sempre que vejo uma perda de água. Muito amavelmente deram-me agora os contactos informando-me estes Senhores Apontadores que estão ao serviço 24 horas por dia.

Sabendo que todos partilham da minha posição aqui vai esta informação.

Um grande abraço a todos

Clotilde



www.smas-oeiras-amadora.pt

Apontadores

Núcleo de Contacto com o Cliente

apontadores@smas-oeiras-amadora.pt

Av.Francisco Sá Carneiro, Nº19
2784 - 541 Oeiras
Telf. C.C. Cliente: 800 202 419
Telf.Geral: 21 440 06 00 Ext: 4010
Fax: 21 442 78 44

O Jardim de Queijas

----- Original Message -----
From: A. Baptista
To: oeiraslocal.blogspot@gmail.com
Sent: Wednesday, August 13, 2008 9:31 AM
Subject: O Jardim de Queijas

Comentário a "Uma visita a Queijas" da Clotilde

Sou a amiga que a Clotilde Moreira visitou em Queijas. Impelida pelo "pontapé de saída" que o seu dinamismo e bom-senso a levaram a por a nossa indignação em local visível, venho não só agradecer-lhe como ainda pormenorizar umas questões.

1. Tendo sido o jardim todo arrasado, bancos arrancados, lago desfeito ( vão fazer outro, aquele estava mal feito, disseram os homens que lá estavam - responsabilidade e erro inicial interessa?), instalaram-lhe um WC canino que vai dominar um quarto da área total. Fazia muita falta, mas logo ali, a uns escassos 4 m dum prédio a construir que vai ter como área de arejamento um WC a céu aberto ? Por que não por trás do campo de jogos da Escola Noronha Feio, que é uma área que não vai ter construção? Uma zona para cães só vai ter protecções de madeira.

2. Nos restantes 3/4 do jardim todas as plantas, pequenas árvores e arbustos foram arrancados e levados, calculo eu, para deitar fora. Centenas de Euros em espécies por acaso bem bonitas foram arrancadas porquê? Porquê o princípio de arrancar tudo, refazer tudo nada aproveitar?

3. Ainda pior. Muito antes de se ver algum fim à vista, de as divisões com aço com que andam a esquartejar o jardim estejam prontas, vieram as 7 palmeiras , que depois de 3 semanas com as raízes ao sol e com aspecto de que dificilmente sobreviriam, levaram-nas. Poucos dias depois chegaram mais de uma centena de pequenos vasos que há mais de 15 dias estão alinhados à espera de colocação, que , pelo andamento dos trabalhos, não se prevê para breve. De vez em quando levam uma regadela, as que não são roubadas lá se vão aguentando, umas espigadas, outras viradas.

Que raio de descoordenação é esta? Quem é responsável por supervisionar tanto desmando?
A ordem é pobre e os frades são muitos, mas quem lhes gere o pequeno pecúlio não olha a poupanças!

Ana Maria Baptista, Queijas
[Recebido por e-mail com pedido de publicação]

Uma ida a QUEIJAS


Hoje fui a Queijas visitar uma amiga que me arrastou (é o termo certo) para ver uma coisa que não consegue entender. Entretanto apareceu mais uma moradora que evocando uma terceira (que está a comprimidos pela ansiedade que se instalou no peito) me relataram e mostraram umas obras que se estão a passar num jardim (que o foi) que há-de ser na zona da rua António Feliciano de Castilho/Alameda Sousa Bastos.

Dizem que havia ali um jardim, um verdadeiro jardim com flores e arbustos e um lago. Agora está todo vedado, arrancaram tudo, fizeram uma zona canina que vai ficar mesmo em frente de um prédio que já tem os alicerces a serem construídos, embora haja um recanto mais ao lado onde entendem que devia ser a tal zona dos wcs dos canídeos.

Contaram que chegaram sete palmeiras que ali ficaram ao sol e já foram levadas. Mostraram-me muitos vasinhos que estão à espera de serem colocados no solo, mas como está tudo em reboliço andam ansiosas esperando que não sequem.

E interrogam-se: porquê? O jardim era bonito, estava bem tratado.

A minha amiga todos os dias passeia naquela zona o seu cão (cumprindo os requisitos de asseio) e por isso conhece bem o sítio; a outra senhora confirmou a perplexidade de tal procedimento, que tem placa da
CMO – Espaços Verdes, três meses de obras valor qualquer coisa como cerca de Euros 57 mil.

Lá que deve haver uma razão … mas parece ser difícil de entender… e uma destas até é licenciada e mãe de três filhos licenciados com mestrados e doutoramentos mas lá entenderem isto… está a ser difícil.
Maria Clotilde Moreira / Algés

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

COISAS DE ALGÉS XIV


1 – A Biblioteca Municipal de Algés continua sem jornais diários. Enviei uma SÚPLICA em 7 do corrente, ao Senhor Presidente da CMO; pode ser que alguém LEIA entenda e actue.

2 – A Esplanada do Marquês, no fim do Jardim, junto quase à Cruz-Quebrada continua sem estar "montada". Como vos contei anteriormente continuo com o fato novo pendurado, pois o Senhor Presidente da CMO tinha dito na reunião pública de Junho que ia ser aberta dentro de um mês. Se calhar não é do nosso calendário.

3 – A confusão de obras na Rua Damião de Góis acabou, no que se refere aos passeios. Mas parece que depois vai haver na pavimentação da rua. Agora que há menos trânsito podiam continuar e não guardar para quando vierem todos de férias.
Continua a existir um grande buraco antigo a alargar junto à passadeira de peões em frente da Zinia e o “rasgão” no asfalto na entrada da Av. dos Combatentes continua a espalhar pedrinhas. Já avisei que estes buracos deviam ser atenuados enquanto não terminam as obras, mas parece ser coisa complicada de resolver e lá vamos com muito cuidado de não meter os “popós” nos buracos.

4 – As pessoas em férias estão a aproveitar para arrumar os sótãos e os monos e mobílias desirmanadas ficam pelas ruas à espera de serem levadas. Acontece assim nas outras freguesias?
Maria Clotilde Moreira / Algés

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

PONTOS DE VISTA por JORGE MIRANDA







ECONOMICISMO

O economicismo é a onda avassaladora do presente. Tudo se subordina ao económico. A potenciação do lucro é determinante e tudo justifica. Do Estado ao privado, o ditado é este. Os valores humanos e os princípios relacionais são negligenciados. Porquê pensar no outro, enquanto pessoa? Porquê considerá-lo no topo das categorias e centro da aplicação da ética. Só interessa enquanto “pagante” e objecto de produção e de consumo. E ética para quê? Não dá dinheiro! Valores para quê? Não enchem a conta bancária nem têm expressão numérica nos resultados finais do exercício! Tudo se reduz a cifrões, a ganhos pecuniários.
Monta-se um negócio e, na fase de captação de clientes, investe-se na imagem, no bom acolhimento, nas facilidades, etc. Mas, depois, fidelizada a massa de usuários, só se salvaguarda a… imagem, mantida por campanhas de “markting”.
Se se duvida do que acabamos de expor, visite-se a delegação da TMN (a dos telemóveis) situada no complexo Oeiras Parque, em Oeiras. Em função do movimento que alcançou, as instalações são exíguas, o que implica um reduzido número de trabalhadores dedicados ao atendimento (de dois ao máximo de cinco) que, por muito diligentes que sejam (e são) não conseguem dar vazão às numerosas solicitações, sem que o tempo de espera possa atingir mais de duas horas! E o cliente tem de suportar, durante tanto tempo, uma temperatura elevada, uma vez que não dispõe (ou encontra-se avariado) de sistema de ar condicionado (pelo menos assim aconteceu na tarde do dia 29 de Julho). E de pé, pois não há um único lugar sentado disponível! Este “privilégio” só pode ser gozado aquando do atendimento.
A agravar este rol de desgraças, no dia referido, encontrava-se avariado o mostrador electrónico de chamada de senhas de registo para atendimento!
A incomodidade e a demora a que implacavelmente se sujeitam os clientes são inqualificáveis. Ultrapassam os limites de toda e qualquer tolerância. Por isso se assiste a uma ou outra explosão de revolta que, infelizmente, não chega aos ouvidos de quem tem poder para sanar as anómalas situações – a administração. Mas esta talvez chegue…
O Oeiras Local agradece ao Autor e ao Jornal da Costa do Sol a cedência do artigo.
Foto: Oeiras Actual

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Em tempo de férias...

Paraíso e Inferno

O Paraíso
é aquele lugar onde o humor é britânico, os cozinheiros são franceses, os mecânicos são alemães, os amantes são portugueses e tudo é organizado pelos suíços.

O Inferno é aquele lugar onde o humor é alemão, os cozinheiros são britânicos, os mecânicos são franceses, os amantes são suíços e tudo é organizado pelos portugueses .


Porque lhe cresce o nariz?

O governo que temos, é useiro e vezeiro em anunciar aos quatro ventos, em grandes parangonas, aquilo que fez, aquilo que faz e aquilo que irá fazer (fará?), "esquecendo-se" apenas que, a maior parte das vezes, a forma não corresponde ao conteúdo; isto é, mente descaradamente...!

(Esta do "mente descaradamente", saíu-me e até gostei).

Para quem tenha dúvidas, pretendo dissipá-las com dois exemplos:

1.º - Lembram-se da "promessa" recentemente feita de que os Passes Sociais NÃO IAM AUMENTAR de preço? Pois é, mas a realidade é bem diferente e tive a prova provada no passado dia 1 de Agosto, numa carruagem de comboio em que viajava!
Para meu espanto, e sem exagerar, cerca de 90% dos passageiros viajava sem título de transporte válido, aos quais o chamado "revisor", "picas", ou como o queiram designar, ia alertando, sem aplicar qualquer coima. Vá lá!
Passado o momento de indignação dos passageiros, percebi qual o "busilis"...
Até ao "anúncio" do não aumento, o Passe Social tinha a validade de um mês; após o "anúncio", esse mesmo passe, passou a ter a validade de 3o dias. Ou seja, título de transporte adquirido no dia 1, tem validade até o dia 30 desse mesmo mês; se o dito tiver 31 dias, o "Zé pagante" tem de adquirir novo título ou, em alternativa, comprar bilhetinho para o dia que sobra!
"É só fazer as contas", como diria o "outro engenheiro"...
Segundo percebi, ninguém sabia disso, porque "alguém" se esqueceu de o anunciar/divulgar com as mesmas parangonas da encapotada mentira!
Digam-me lá: o Passe Social, aumentou ou não aumentou?

2.º - Em enormíssimas parangonas, este governo que temos anunciou também (em tudo quanto era sítio, como o "Oeiras Local" já referiu), a aquisição de 500 mil unidades do "portuguesíssimo" computador "Magalhães". Até aqui, tudo bem e até parecia que este governo que temos havia, finalmente, acertado. Mas não é que falhou e mentiu despudoradamente?
Lá voltam as vossas dúvidas...
Sendo assim, vejamos o que se publica e anuncia por aí!
Magalhães, o mais escandaloso golpe de propaganda do ano
Os noticiários abriram com pompa e circunstância anunciando o lançamento do "Primeiro computador portátil português", o Magalhães.A RTP refere que é "um projecto português produzido em Portugal". A SIC refere que "um produto desenvolvido por empresas nacionais e pela Intel" e que a "concepção é portuguesa e foi desenvolvida no âmbito do Plano Tecnologico." Na realidade, só com muito boa vontade é que o que foi dito e escrito é verdadeiro. O projecto não teve origem em Portugal, já existe desde 2006 e é da responsabilidade da Intel. Chama-se Classmate PC, é um laptop de baixo custo destinado ao terceiro mundo e já é vendido há muito tempo através da Amazon. As notícias foram cuidadosamente feitas de forma a dar ideia que o Magalhães e algo de completamente novo e com origem em Portugal. Não é verdade. Felizmente, existem blogues atentos. Na imprensa salvou-se, que eu tenha dado conta, a notícia do Portugal Diário: "Tirando o nome, o logótipo e a capa exterior, tudo o resto é idêntico ao produto que a Intel tem estado a vender em várias partes do mundo desde 2006. Aliás, esta é já a segunda versão do produto."Pelos vistos, o jornalista Filipe Caetano foi o único a fazer um trabalhinho de investigação em vez de reproduzir o comunicado de imprensa do Governo.
Nota: uma vénia para o Caldeirada de Neutrões.
Ora digam lá, metendo a mãozinha na consciência: este governo que temos, mente ou não mente despudoradamente?
(gostei desta, também... mentir por três vezes seguidas, é obra!)

terça-feira, 5 de agosto de 2008

CORRIDA DO TEJO

From: R Cabral
Sent: Tuesday, August 05, 2008 4:52 PM
Subject: Corrida do Tejo



Boa tarde;

Está a chegar uma das provas de atletismo mais bem organizadas e “giras” do ano: Corrida do Tejo no dia 19 de Outubro.

Seja em ritmo de passeio ou competição é uma excelente oportunidade de correr 10 km na Av. Marginal ao lado do Tejo com uma vista espectacular.

Ao longo do percurso além do apoio de muita gente vão existir muitos pontos de animação com música e dança, por exemplo.

O melhor desta prova é que permite efectuar 4 treinos, a decorrer nos quatro fim-de-semana (sábado de manhã) anteriores à prova, no Estádio Nacional.

Para usufruir dos treinos basta aparecer na Praça da Maratona. Os treinos são adequados a todos os níveis de preparação.

Além de tudo isto a inscrição dá direito a uma camisola “técnica” da Nike.

http://www.corridadotejo.com/

Cumprimentos,

R Cabral

os 'carroceiros' da Língua Portuguesa

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Não me considero de modo algum um perito da Língua Portuguesa. Sou apenas um utilizador preocupado, que tem por hábito, e acredito que também por dever, a preocupação com a conceptualização, ou seja, com a correcta definição do conceito a utilizar para uma eficaz articulação e utilização de um vocábulo que bem o defina (conceito), na aplicação ao objecto sem margem para ambiguidades, confusões, atrapalhações, dúvidas, etc.

Vem este palavrório a propósito dum objecto que me deram há dias e que muito jeito me faz, já agora.
Não estou de acordo com a designação que tem, que um qualquer espírito iluminado (pelo demo?) lhe deu.

Ignorância de engenheiro? De técnico? Os profissionais da indústria não primam pelo saber linguístico. Chamam às coisas os nomes mais estapafúrdios e ridículos. É só ler um qualquer manual técnico.
Erro de tradução? Quiçá. A pressa e a falta de rigor, têm destas coisas.

Mas a parvoíce atinge tais proporções que me 'cheira' a outra coisa qualquer.
Em concreto, que a designação tenha sido brilhante e habilmente inventada pelo fabricante (estrangeiro), e a comum inépcia das (inexistentes?!) entidades fiscalizadoras tenha permitido que passasse.

Eis as imagens:

- CLIQUE PARA AMPLIAR -

Aquilo que eu sem grande esforço designaria por ESTANTE é afinal, constato um pouco surpreso, uma CARROÇA BANHO !!


Aqui entre nós, claro que o facto de ter rodas é irrelevante. Muitos objectos as têm e isso não faz deles carroças: cadeiras de rodas, cadeiras de escritório com rodas, camas de hospital, estantes e armários, etc.

Elas - as rodas. no caso em apreço - destinam-se apenas a facilitar a deslocação para limpeza do local. O objecto não se destina a deslocar-se para transportar coisa nenhuma (função duma carroça) nem é puxado por tracção animal - a menos que estivessem a pensar na senhora da limpeza, o que é no mínimo grave e insultuoso.

Uma nota final, sem qualquer intuito xenófobo: O fabricante é espanhol.

Se tratamos tão mal a nossa própria Língua, não podemos esperar que outros a tratem bem!

fotografias: © josé antónio / comunicação visual
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segunda-feira, 4 de agosto de 2008

A sinalização de blogues

Não deixe de ler o excelente artigo do Ruben Valle Santos sobre a sinalização de blogues. Um artigo do interesse de todos os bloggers para uma blogosfera melhor.

O Homem, produto de si próprio: 1692. A sinalização de blogues

domingo, 3 de agosto de 2008

Solidariedade com o autor d'O Jumento






É vergonhoso o que resolveram fazer ao Jumento. Ideias confrontam-se com ideias. Quem não as tem ou não as consegue fazer valer, ao que parece morde pela calada.

Penso que 'alguém' (?) terá denunciado o blog como imprório, o que verdadeiramente me espanta, porque o frequento desde sempre e nunca encontrei qualquer conteúdo menos correcto. Posso não concordar com tudo o que lá se escreve, muitas vezes não concordo - como não concordo com tudo o que leio nos jornais - no entanto, isso não dá a ninguém o direito de tomar uma tal atitude. Assim, aqui fica a minha solidariedade para com 'O JUMENTO' e o seu dono.

Jerry Lee Lewis - Great Balls Of Fire 1957

sábado, 2 de agosto de 2008

Algarve - Banco Alimentar contra a fome




Falta de leite motiva recolha extraordinária do Banco Alimentar Contra a Fome


O Banco Alimentar Contra a Fome promove, este fim-de-semana, uma campanha de recolha extraordinária no litoral algarvio, devido ao facto de a região enfrentar problemas de «fome crescente», faltando sobretudo «leite».


Teresa Cavaleiro, do Banco Alimentar Contra a Fome, apresenta as razões para lançar a recolha extraordináriaTeresa Cavaleiro diz que cada vez há mais pessoas com fome no Algarve

Em declarações à TSF, Teresa Cavaleiro, uma das responsáveis pelo Banco Alimentar Contra a Fome no Algarve, disse que a iniciativa, que vai decorrer numa altura em que a região recebe muitos turistas, vai recolher todo o tipo de alimentos, ainda que a entidade necessite sobretudo de «leite».


«Estamos com falta de leite», porque a validade do leite recolhido na campanha de Maio «vai terminar» e o Banco Alimentar Contra a Fome só vai realizar outra campanha «a nível nacional» em Dezembro, explicou.


Teresa Cavaleiro adiantou que os alimentos recolhidos vão ser distribuídos no Algarve, mas não só entre pessoas pobres, tendo em conta que a instituição tem vindo a receber cada vez mais pedidos de ajuda de trabalhadores da classe média, que enfrentam problemas de endividamento.


Nota Breve - Esta notícia não diz, certamente, respeito a Portugal, pelo menos não ao Portugal do sr. sousa, onde tudo está bem, a economia é florescente, não há desemprego, - foram criados 150.000 postos de trabalho - e o fosso entre os que mais têm e os que nada têm é cada vez menor.

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

HUNDERTWASSER - O Poder da Arte


"A arte foi sempre uma testemunha do seu tempo"


HUNDERTWASSER

Cidade vista para lá do sol, técnica mista, 150 x 135 cms

Saint-Maurice, 1955

Foto: Taschen

Mercado da Ribeira


Mercado das Colecções
Dom: 9h-13h


Feira que apresenta uma variedade interessante de objectos no campo da filatelia, numismática, alfarrabismo, medalhística, cartofilia e relojoaria.


Mercado da Ribeira
Endereço: Avenida 24 de Julho
1200-479 Lisboa
Telefone: 217 825 400

Narciso Yepes - Concierto de Aranjuez (2)



Concierto de Aranjuez de Joaquín Rodrigo